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Bares interditados na Cidade Baixa podem reabrir nesta quarta-feira

29/07/2014

Proprietários se comprometeram a respeitar horário de funcionamento

Locais são monitorados com base no trabalho de rotina e a partir de denúncias  Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA

Locais são monitorados com base no trabalho de rotina e a partir de denúncias  Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA

Os bares Porto Carioca, Tapas, Van Gogh e Bahamas podem reabrir ao público nesta quarta-feira, exatamente uma semana após serem interditados pela Secretaria da Indústria e Comércio (Smic). Os estabelecimentos descumpriram o horário permitido de funcionamento, conforme a instituição.

As justificativas foram encaminhadas à Secretaria. Assessores jurídicos vão examinar os recursos podendo garantir a reabertura dos bares em até 24 horas. Em média, a tramitação dura 15 dias, mas devido à repercussão dos casos, a Smic decidiu acelerar o processo. Os proprietários garantiram, de antemão, respeitar o horário de funcionamento, por meio de um Termo de Compromisso.

Diferente dos quatro bares da rua da República, o Mulligan, situado na rua Lima e Silva, deve demorar mais para reabrir, uma vez que ainda não dispõe de alvará para funcionar em definitivo.

O decreto prevê que os bares e restaurantes devem fechar às 2h, com tolerância de 30 minutos, nas sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado. Nesses dias, os comerciantes podem colocar mesas em recuos e em passeios públicos em frente aos estabelecimentos até às 2h30min.

De domingo a quinta-feira, o horário limite vai até à 1h, com tolerância de 30 minutos. Após a meia-noite, porém, não é permitida a colocação de mesas em recuos e calçadas, bem como o funcionamento de ‘decks’ externos e áreas abertas.

Correio do Povo

Obras do Estaleiro EBR em São José do Norte a todo vapor

29/07/2014

O Blog Caminhos da Zona Sul divulgou hoje várias fotos aéreas das obras do Estaleiro EBR, em São José do Norte.

As imagens foram feitas entre março e abril de 2014, portanto não representam o atual estágio da construção do Estaleiro. No entanto, é possível perceber o quanto adiantada estão as obras. A indústria naval em São José do Norte já é uma realidade.

Veja uma das fotos aqui:

estaleiro-ebr-sjn

Para ver as demais fotos, entre no Blog clicando aqui.

Trecho na Voluntários precisará ser refeito

29/07/2014

Prefeitura determinou que a pavimentação de 300 metros seja refeito

300 metros da Voluntários da Pátria devem ser refeitos  Crédito: Mauro Schaefer / CP

300 metros da Voluntários da Pátria devem ser refeitos
Crédito: Mauro Schaefer / CP

A pós constatar desgaste prematuro do revestimento da via, a prefeitura da Capital determinou que a empresa responsável pela duplicação da avenida Voluntários da Pátria refizesse a pavimentação de um trecho de 300 metros, entre a rua Garibaldi e a Ramiro Barcelos. A substituição dos blocos de concreto iniciou esse mês e deve estar concluída até agosto. O trecho entre a Garibaldi e a rua Comendador Álvaro Guaspari (120 metros de comprimento e 9 de largura) já está concluído. A segunda fase da substituição ocorre entre a Álvaro Guaspari e a Ramiro Barcelos (180 metros de comprimento e também 9 metros de largura). A obra já alcança a rua Comendador Coruja.

O engenheiro responsável pela fiscalização da obra, Antonio de Matos, garante que o defeito restringe-se ao revestimento de concreto. “A estrutura do pavimento e as demais camadas atenderam plenamente as especificações técnicas quanto a resistência e ao grau de compactação”, explica. Os custos da substituição estão sendo pagos pela empresa fornecedora do material. “A culpa não é do consórcio e nem da prefeitura. O problema foi de fabricação.”

O revestimento com blocos de concreto do primeiro lote da obra (da rua da Conceição até a Ramiro Barcelos, com 785 metros de extensão) foi concluído em junho do ano passado. A via então foi reaberta para o tráfego de veículos. O desgaste prematuro dos blocos foi constatado em janeiro desse ano. A prefeitura estima que a duplicação total da Voluntários (3,5 quilômetros) estará concluída até o início do próximo ano. O segundo lote da obra, entre a Ramiro Barcelos e a Avenida Sertório, estende-se por 2,7 quilômetros.

Correio do Povo

Congestionamentos em São Paulo e Rio custaram R$ 98 bilhões em 2013

28/07/2014

10455168_826697107372294_7337446713548099245_nOs congestionamentos de trânsito nas regiões metropolitanas do Rio e de São Paulo custaram mais de R$ 98 bilhões no ano passado, por conta da perda de produtividade, segundo estudo promovido pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio) e divulgado nesta segunda-feira (28).

O valor corresponde a 2% do PIB nacional (Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e é mais do que o dobro do investimento previsto na concessão de 7.500 quilômetros de rodovias para os próximos 25 anos, segundo a Firjan.

Especialista de competitividade industrial e investimentos da Firjan, Riley Rodrigues disse que a estimativa das perdas causadas pelos engarrafamentos é calculada a partir do custo da produção perdida, com base no PIB regionalizado, com o valor da hora trabalhada da população economicamente ativa. Entram também na equação a soma do gasto extra com combustível que, nessas condições, pode aumentar entre 30% e 40%.

Leia a matéria integral, na Folha de São Paulo, clicando aqui.

 

Federação Gaúcha de Montanhismo também quer ciclovia sobre o Guaíba

28/07/2014

maxresdefault-604x270A Federação Gaúcha de Montanhismo (FGM) soma-se à Mobicidade e mais seis instituições da sociedade civil exigindo a previsão de acesso seguro para ciclistas na construção da segunda ponte sobre o Guaíba.

Segundo, Nelson Brügger, da FGM, além dos argumentos já expostos na carta enviada ao DNIT e ao Ministério dos Transportes, o acesso de ciclistas na ponte é importante também para a apropriação do Parque Estadual Delta do Jacuí.

Confira abaixo a mensagem enviada pela FGM à Mobicidade:

O Sistema de Unidades de Conservação do Estadual, ainda é um sistema frágil e em grande parte, “no papel”. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) demonstrou em recente publicação, a função estratégica das áreas protegidas urbanas, para a conservação daquelas mais distantes. Se não conseguirmos defender a natureza nas grandes cidades, onde se encontram os centros de poder, a grande mídia, as grandes Universidades e não menos importante, a maioria dos movimentos sociais, dificilmente o faremos na Amazônia, nos Campos de Cima da Serra, ou na fronteira Noroeste. A Federação Gaúcha de Montanhismo, se manifestou na consulta pública do Plano de Manejo do Parque Estadual do Delta do Jacuí, solicitando que se reveja o cronograma do mesmo, priorizando o Uso Público, como meio de se obter apoio da sociedade para que este Parque saia do papel. Para isso, é vital o acesso cotidiano da sociedade, particularmente de ciclistas, que possam ir desfrutar seu lazer não motorizado de forma compatível com a conservação da natureza e dessa forma, se apropriar deste patrimônio natural. Manifestamos o desejo de ver contemplada uma via exclusiva para ciclistas na travessia do Guaíba, viabilizando dentre outros benefícios, o direito ao “…meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida.” (art.225, Constituição Federal)

Fonte: Mobicidade

Usuários relatam falhas no serviço do aeromóvel

28/07/2014

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Jornal Metro – Porto Alegre – 28/07/2014

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Depoimento de Diego Abs:

Eu trabalho há nove anos na Aeromovel Brasil S.A. Eu me lembro como se fosse hoje, na minha primeira semana (então estagiário), quando o Sr. Oskar me deu a chave do arquivo da empresa (umas 1.000 caixas de arquivo) e disse: “pode ler e aprender tudo, aqui não há segredos.”

Eu aprendi a ter integridade intelectual e não a vendo por objetivos políticos ou para obter vantagem financeira. A única coisa que me faz feliz é poder trabalhar em um projeto que tem o potencial de contribuir para melhorar a vida das pessoas.

Assim, quando eu vejo determinados tipos de críticas maldosas, claramente com a única intenção de desestabilização e desconstrução, só tenho a lamentar. Eu faço questão de ler críticas bem fundamentadas, honestas e com sustentação técnica. Nada é tão bem feito que não possa ser feito melhor. O que não dá para aceitar é a malícia.

Não consigo entender este complexo de vira-lata. O Aeromovel não pode prestar pois é brasileiro. Isso parece ser uma premissa. O metrô de São Paulo, quando foi inaugurado, não se conseguiam abrir as portas. Os carros japoneses da Trensurb tiveram de ser todos reforçados estruturalmente pois tinham um erro grosseiro de projeto periciado pela nossa UFRGS. Mas parece que a origem estrangeira isenta-os de falha (empresas cinquentenárias, centenárias, com milhares de funcionários). A nossa Embraer começou com um aviãozinho agrícola (Ipanema) e olhe onde ela está, mas não sem tropeços ao longo do caminho. Desqualificar toda uma tecnologia de transporte com base em uma falha de portas ou de baterias, de um veículo que foi (com exceção de truques e chassis) reprojetado do zero em tempo recorde soa risível e depõe contra o próprio acusador.

Poderia citar “n” casos de falhas em outras tecnologias de transporte, como quando as bateriais do MagLev Transrapid alemão incendiaram-se na linha em Xangai. Ou que tal o descarrilamento do Automated People Mover (com tração nas rodas, como os puristas defendem) do Aeroporto de Miami?

http://www.nycaviation.com/2012/05/failtrain-miami-airport-people-mover-derails-injuring-two-passengers/#.U9bu37G1FKc

Assistam o vídeo. O acusador ao visitar Miami usaria com tranquilidade o Sistema, muito satisfeito por não ser uma tecnologia “de segunda linha” e de “uma empresa enganadora” que poderia colocá-lo em perigo. SQN.

Os exemplos aos milhares. Basta conhecer e estudar transportes e, em especial, Automated People Movers. Assim como trabalhar em um hospital não faz de uma pessoa capaz de fazer uma cirurgia. Trabalhar em uma operadora de trens não a faz necessariamente capaz para falar com propriedade sobre tecnologia de transportes.

Sobre a evacuação de emergência, parece outro total desconhecimento sobre o que existe no mundo. A esmagadora maioria dos sistemas em via elevada utilizam a mesma solução do Aeromovel, alguns até sem escada (a nova geração de veículos abrirá a frente para baixo também, nivelando com a via). Tive oportunidade de perguntar isso à Siemens (sistema VAL) e à Mitsubishi (Crhystal Mover) em um congresso internacional de People Movers com relação ao sistema deles. Na Disneyworld, cujo monorail todos admiram e usam, a rota de escape é o teto. Repito, o teto. As pessoas ficam a espera do caminhão de bombeiros no teto do veículo e isso já aconteceu uma vez. O veículo da Disney tem motor a bordo. Ele pode incendiar, ele pode falhar. O motor do Aeromovel é externo e redundante. O que reduz as probabilidades, tanto que nunca aconteceu em Jacarta ao longo de 25 anos, com exceção da inauguração.

Aos que desejam ver este projeto enterrado eu tenho uma má notícia: ele vai se espalhar Brasil e mundo a fora rapidamente, independente desta minoria retrógrada.

Carros que caem no Dilúvio são minoria, analisa Cappellari

27/07/2014

Acidente deste sábado foi o sexto do ano

Fiat Uno foi o sexto veículo no ano a se envolver em acidente no Arroio Dilúvio  Crédito: Samuel Maciel

Fiat Uno foi o sexto veículo no ano a se envolver em acidente no Arroio Dilúvio
Crédito: Samuel Maciel

Mais um carro caiu no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre, na manhã deste sábado. O Fiat Uno é o sexto do ano, o que quase atinge o número de veículos que caíram no local durante os 12 meses de 2013, quando sete sofreram esse tipo de acidente. No primeiro semestre do ano, uma morte foi registrada em junho. Para o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, os veículos que caem no Dilúvio representam uma minoria dos acidentes que acontecem na via. “Anualmente, ocorrem cerca de mil acidentes na Ipiranga e cerca de dez têm como consequência a queda”, afirma.

Segundo Cappellari, a solução está no cumprimento das normas de trânsito. “A maioria das ocorrências são geradas pelo desrespeito à sinalização, alta velocidade ou passagem em sinal vermelho”, observa.

O acidente

O Uno carro colidiu com um Fiesta na avenida Ipiranga, sentido bairro-centro, nas proximidades da rua La Plata, bairro Jardim Botânico. Estavam no Uno uma mulher de 33 anos e um jovem menor de idade, que tiveram apenas escoriações leves e foram levados ao Hospital de Pronto Socorro (HPS). Os envolvidos foram resgatados por um morador de rua, que vive embaixo de uma ponte no cruzamento da Ipiranga com a Euclides da Cunha.

Caetanos

A fim de reduzir o número de acidentes, a empresa está em um processo de licitação para implantar 16 caetanos na Capital. Os equipamentos serão usados para fiscalizar a velocidade, o avanço em sinal vermelho, conversões proibidas e paradas em faixas de segurança.

Cinco serão instalados em cruzamentos com a avenida Ipiranga, escolhidos por meio de um estudo técnico que analisou a quantidade e a gravidade dos acidentes nos locais. São nas avenidas Salvador França (um dos pontos com mais acidentes em toda a cidade), Silva Só, Érico Veríssimo, João Pessoa e Azenha.

Ainda não há uma previsão de quando os caetanos serão instalados pois uma das concorrentes na licitação, que foi desclassificada, entrou com liminar na Justiça para retomar a participação no processo e dessa forma ter sua proposta aberta. Só após a solução desse impasse, o projeto será retomado pela EPTC.

Correio do Povo

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