Mesmo com a crise mundial, Grande Porto Alegre foi escolhida para receber investimento de US$ 1 bi da General Motors

Lula e Yeda receberão GM, dia 15, para comemorar investimento

Antes de embarcar para nova viagem ao exterior, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu ordens para confirmar a sua agenda do dia 15. No dia 15, Lula receberá o presidente da GM, Jaime Ardilla, que anunciará a duplicação do complexo industrial de Gravataí, RS, onde serão investidos US$ 1 bilhão.
. Lula receberá a direção da GM de manhã. À tarde, a mesma gente descerá ao RS para um evento já em preparação no Palácio Piratini.
. O governo negocia com a GM desde janeiro. O anúncio só não saiu ainda porque a GM buscava acertar o passo em relação a duas questões de base: 1) a concordata que vinha se tornando inevitável, mas que foi superada com o aporte de US$ 42 bi por parte do Tesouro dos EUA. 2) o financiamento de R$ 500 milhões pleiteado junto ao BNDES. O editor soube que o empréstimo do BNDES não estava caminhando bem até há poucos dias. O governo gaúcho já tinha garantido financiamento de R$ 300 milhões através do Banrisul, sem contar os incentivos e apoios de praxe. O dinheiro restante virá dos próprios cofres da GM do Brasil. São recursos que já estão em caixa.
. Yeda quer uma festa de arromba no Piratini.
. A crise global desencadeada em setembro do ano passado adiou os planos da GM, mas apenas por alguns meses.
. Em Gravataí, não apenas a fábrica, mas também seus 17 sistemistas preparam-se para ampliar suas operações, todas elas destinadas a suprir as necessidades dos novos dois modelos de carros que sairão das linhas de montagem de Gravataí.

 

Polibio Braga

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É possível que o(s) novo(s) carro(s) a ser produzido no RS seja um modelo da nova família de automóveis que será lançada no Brasil.

O primeiro modelo virá da Argentina, se chamará Agile e estreia já em 2009. Conjuntura-se que o modelo gaúcho seja um derivado com características de SUV e preço acessível, uma espécie de EcoSport da GM.

Modelo deriva do conceito mostrado no último Salão do Automóvel

Modelo deriva do conceito mostrado no último Salão do Automóvel

Novo carro gaúcho já roda disfarçado pelas ruas brasileiras

RicardoH

 

 

 

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Veja a seguir um depoimento sobre o (ex) Belvedere do Morro Santa Tereza.

Estive nesse final de semana no Mirante do Morro Santa Teresa. 

Um dos melhores lugares de Poa na minha opinião pra mostrar a alguén de fora a vista de Poa. Mostra a cidade construída, os parques, o estádio, o Gasômetro, o Guaíba e o pôr-do-sol.. Ah, o pôr-do-sol… Único!

Fiz fotos lindas pra um amador como sou. Minha câmera é simplezinha, das comuns mesmo. Mas tiro várias até sair uma do jeito que eu gosto. Saiu essas aí de cima, que gostei muito entre outras 50 pelo menos.

O lado positivo é ver que ainda tem gente que acredita até o fim que as coisas irão melhorar. Fiquei um bom tempo lá em cima e vi vários carros indo com gente de fora, turistas, pra tirar fotos e mostrar a cidade.

O lado negativo.. Bem… Muitos.

Como é que a Prefeitura ou alguma alma viva ainda não despertou praquela praça e pro Mirante?? Como é que ainda não consideram um dos melhores lugares de Poa pra fazer turismo?? Porque a RBS ainda não adotou aquela área pra ajudar a comunidade?? Várias perguntas..

Ali ao lado, há uma agência de propaganda. Foi ali que comecei minha carreira. Eu adorava trabalhar aí nesse morro. Sempre fugia da agência pra curtir o pôr-do-sol, bater fotos. Isso foi há 14 anos. E continua I G U A L Z I N H O. Nenhum embelezamento, nenhum policiamento, cheio de pivetes…(Agora tem muitos mais)

Eles tomaram conta. Nada contra a população das redondezas, mas aquela parte deveria ser de uso de todos e não só dos pivetes. Eles ficam no Mirante como se fosse o POINT pra fumar, jogar futebol…

Vi muitas coisas.. Fui abordados por 3. Exigiram dinheiro, é claro. E vi um deles com uma arma. Sim, uma arma. Pra quê uma arma?? Pra brincar?? Pra intimidar quem estiver ali e conseguirem dinheiro, jóias, máquinas fotográficas. Não vi a arma sendo usada com essa finalidade, mas desconfio que só pra isso seja usada mesmo.

A quantidade de carro que eu vi de gente que só ia, dava uma paradinha com o motor ligado, batia umas fotos e se mandava quando via os pivetes se aproximando não está no GIBI. Muitos desses eu vi claramente que eram moradores de Poa sempre acompanhados de gente de fora, pois eles apontavam ao horizonte e explicavam coisas. Mas não demoravam nem 2 minutos. Era uma foto e olhe lá, de dentro do carro mesmo.

Havia uma equipe de filmagem da Record filmando a paisagem. E mesmo eles foram assediados por uns pivetes. Em um momento vi o cameramen sair correndo de dentro do carro correndo atrás de um pivete que exigiu dinheiro e ameaçou quebrar alguma coisa. O pivete saiu se escondendo nos casebres da vila logo abaixo. Logo depois reapareceu e veio até mim. Exigiu dinheiro. Ao ouvir minha recusa ficou bravo e disse “de novo, tio?? Ali em cima tu já tinha me dito que não tinha dinheiro”.. Bom, “ali em cima” eu não tinha falado com ele, ou seja, ele exigiu dinheiro de mais alguém e estava me confundindo. Depois vi ele chegando junto de famílias com crianças, da mesma forma.

Mas antes ele ficou mexendo no meu carro, na roda, fazendo alguma coisa.. Acho que queria esvaziar os pneus, enquanto outro se grudou no pára-brisa traseiro.

Saí dali e fiquei mais acima, na parte do ponto de ônibus.

 

Foi uma tarde única. Mistura de decepção com emoção. Porque a vista é mesmo deslumbrante pra qualquer um que como eu ama essa cidade. O pôr-do-sol de Poa é realmente fantástico, mas o lugar está assustador. Há anos que se ouvem histórias de assaltos lá. Havia cacos de vidros no mirante, que está todo pixado e com aspecto de “laje” de favela. E só se tem uma grande vista olhando pro infinito mesmo, porque se desviar o olhar pra baixo só se vê as famílias secando roupas e usando o gramado abaixo como varal e depósito de lixo.

Abaixo algumas fotos. Numerei pra facilitar minhas explicação.

 

1) O mirante tomado por pivetes. Detalhe no primeiro plano de um carro com turistas, que não se atreveram a descer e ficaram fotografando a paisagem de dentro do carro. Logo em seguida saíram e aí fiquei mais assutado sozinho lá, dentro do meu carro também.

 

2, 3 e 4) Mais detalhes da turminha.. Jogavam futebol, fumavam “algo” e gritavam coisas pra outros pivetes que estavam embaixo. No detalhe o rapaz de camiseta verde. Foi esse que vi levantando a camiseta e mostrando uma arma pra outros pivetes,

 

5) a foto ficou até poética, mas foi esse pivetinho que me exigiu dinheiro e também exigiu de outras pessoas. 

 

6,7 e 8) Alguns turistas corajosos que desceram de seus carros e saíram pra fotografar a cidade.

 

Espero algum dia visitar esse local e me sentir protegido. Poder usar uma câmera melhor sem ter medo de assalto. Ver o local preservado, bem cuidado, com policiamento e quem sabe binóculos, obras de arte que cotrastem com o pôr-do-sol.. Enfim, coisas podemos fazer no topo dos morros do Rio, por exemplo.

 

 

Texto e fotos do Blog Triste Porto Alegre

Uma emenda do vereador Mauro Zacher (PDT) pode acrescentar um novo ingrediente ao debate sobre o Pontal do Estaleiro, empreendimento previsto para a área do antigo Estaleiro Só, na zona Sul de Porto Alegre.

Na quarta-feira, Zacher apresentou uma proposta para que os recursos obtidos com a comercialização de 16 imóveis e um terreno da prefeitura sejam usados na aquisição do local – hoje de propriedade da empresa BM Par.
O projeto original do Executivo, em tramitação desde agosto do ano passado, solicita autorização para permitir a venda através de concorrência pública. A maioria dos imóveis está localizada em regiões bem valorizadas da cidade, como Menino Deus, Petrópolis, Cidade Baixa e Três Figueiras.
Conforme a projeção de Zacher, cerca de R$ 6 milhões podem ser arrecadados com o negócio – valor que representaria mais da metade da cotação do terreno (entre R$ 9 milhões e R$ 10 milhões, segundo os cálculos da assessoria do vereador). “Com a polêmica que se criou em torno do tema, não há mais como construir naquela área. Essa emenda tem o objetivo de puxar uma nova discussão”, explica.
Na interpretação dele, a desapropriação do local sempre foi cogitada e era uma das reivindicações dos movimentos comunitários e ambientalistas contrários ao empreendimento. “Mas nunca foi levada a sério porque não havia previsão de financiamento. Agora temos condições de fazer um movimento concreto nesse sentido”, entende.
O vereador ainda não conversou com líderes da Casa nem com o governo municipal. Entretanto, a expectativa é de que o Executivo rejeite a ideia. Além disso, como o texto ingressou na última sessão deliberativa antes do recesso parlamentar, o tema só voltará à pauta em agosto, quando será realizada a consulta popular sobre o Pontal do Estaleiro.
Ou seja, haverá pouco tempo para discutir uma nova alternativa para o impasse criado em torno da proposta, que autoriza a construção de prédios residenciais às margens do Guaíba.
Ainda assim, Zacher acredita em um novo debate. “Esse referendo não vai decidir nada, porque o empreendedor já disse que desistiu de fazer habitações. Podemos fazer um projeto urbanístico inovador a partir de Parcerias Público-Privadas, mantendo o local público”, defende.
Jornal do Comércio, 03/07/2009
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Desapropriar ?????? Pra que ? Pra virar mais um local de dormitório de indigentes ? Pra virar área de marginais ?

Com licitação prevista para ser lançada na próxima semana, foi apresentado no dia 1º, o projeto de revitalização do Largo Glênio Peres, Chalé da Praça XV e seu entorno, que foi feita pelo coordenador do Viva o Centro, Glênio Bohrer. Acompanharam a apresentação, o prefeito José Fogaça e demais representantes das secretarias do governo municipal.

O projeto contempla a revitalização da Praça XV, reurbanização da rua Marechal Floriano, abertura da rua José Montaury, recuperação da pavimentação e iluminação da região, instalação de deck com mesas padronizadas em frente ao Mercado Público, infraestrutura de espera para feiras e eventos, revitalização do canteiro da avenida Borges de Medeiros, além da restauração e modernização do Chalé da Praça XV, firmada no início do ano.

“É uma iniciativa que vai renovar e qualificar o Centro Histórico, mas não podemos deixar de observar que o mais importante está na manutenção, na conscientização da população sobre a preservação da história da cidade”, observou o prefeito.

A primeira fase de recuperação da Praça XV ocorreu com a recente transferência do comércio informal para o Centro Popular de Compras (CPC). Aprovado pela Câmara Municipal, o projeto teve a participação de 11 secretarias da prefeitura, dentro do programa estratégico Viva o Centro, coordenado pela Secretaria do Planejamento Municipal (SPM).

Prefeitura

Em plena Lucas,  Goldsztein terá seu próprio shopping center

A Goldsztein terá seu primeiro shopping center em Porto Alegre. Muito bem capitalizado depois que se uniu à Cyrela, o grupo gaúcho fará tudo na área do atual Instituto Concórdia, na Lucas de Oliveira.

Bem defronte ao Blue Tree Towers, da Ciacorp, a mesma dona do Moinhos Shopping.

Localização, pelo Google Earth:

Onde ficará o shopping da Goldsztein

Onde ficará o shopping da Goldsztein

Veja fotos da área:

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Informações: Políbio Braga

Idenir Cecchim, Secretário da SMIC, recebe representantes da Prefeitura de Manaus: Camelódromo é exemplo para a capital do Amazonas

cecchim_pref_manausO secretário Idenir Cecchim recebeu na manhã de hoje, 01, representantes da prefeitura de Manaus. A pedido do prefeito da capital do Amazonas, Amazonino Mendes, o Deputado e presidente do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (IMPLURB) Bosco Saraiva, acompanhado da comitiva da prefeitura, veio a Porto Alegre para entender o projeto e o processo que levou à construção do Shopping do Porto camelódromo.

Segundo o Deputado Bosco Saraiva, o prefeito de Manaus tem, na iniciativa do município de Porto Alegre, o melhor exemplo para resolver o problema dos camelôs manauenses.

Na ocasião, Cecchim, além de mostrar todo o projeto e o processo de construção da alternativa do camelódromo, destacou que a principal marca do projeto foi o diálogo entre a prefeitura, os ambulantes e a população.

http://www.idenircecchim.com.br/

Fico tentando entender os motivos pelos quais os cartões do TRI ainda devem ser recarregados como as antigas fichinas: pagar ou 50, ou 75 recargas no Banrisul ( que fecha as 16h) e ir retirar em alguns dos poucos postos de recarga ( que fecham as 17h!).

Será que os burucratas da prefeitura nao estao pensando um pouco na qualidade de vida do cidadao que depende do ônibus?

Quem trabalha e estuda tem tempo para largar tudo e ir até o banco, encarar uma fila e pagar a taxa, só tendo até as 16h para isso? E depois pegar um ônibus e ir até o centro, ou algum dos outros postos, até as 17h para recarregar, depois, claro, de outra fila? Além disso, e quem não tem condições de pagar só de uma vez os R$86,25 para comprar as passsagens, como fica?

Nem vou falar na péssima organização e eficiência do nosso transporte público, pois quanto a isso, a prefeitura está tentando resolver com o Portais da Cidade e o metrô. Precisa de dinheiro e não depende só de si mesma para resolver essa situacao. Mas melhorar algo simples, como a recarga dos cartões do TRI é algo mais rápido e nao tem tanto custo.

Vejamos como funciona em outra capitais, como São Paulo: primeiro, você estipula quanto quer recarregar. Pode colocar só 1, 2, 5 reais, se for só o caso. Quem nao tem condições que comprar todas as passagens de uma vez só é beneficiado por isso. Segundo, há inúmeros postos de recarga espalhados pela cidade, inclusive em locais como videolocadoras e outros estabelecimentos comerciais. Voce recarrega na hora, pode pagar até com cartao de crédito e escapa de fila.

Enquanto, em Porto Alegre, você precisa dispor de exatos R$86,25, encarar duas filas e nao pode fazer isso só a noite: o banco fecha as 16h. Estuda de manha e trabalha a tarde? Então, há que dar um jeito, fazer o que…

Que tal nossos burocratas do transporte publico se colocarem um pouco no lugar do cidadão, livrando-nos desse sistema de recarga de cartão do TRI que ainda é idêntico ao das fichinhas, existentes há décadas?

Uma polêmica experiência que libera a atuação de flanelinhas será posta em prática a partir de hoje em Porto Alegre. Um grupo de 72 guardadores uniformizados e credenciados atuará no entorno do Beira-Rio no jogo Inter x Corinthians. Amanhã, será a vez de a torcida gremista conhecer a novidade.

Ogrupo de guardadores autorizados foi criado em uma parceria da prefeitura com a Brigada Militar e com a Cooperativa de Auxílio Amplo (Cooperamplo). O objetivo é acabar com a guerra entre flanelinhas e com a extorsão de condutores em shows e jogos da dupla Gre-Nal. Os flanelinhas autorizados vão atuar em grandes eventos, perto da Câmara de Vereadores e na Redenção. Nesses locais, outros guardadores não serão tolerados.

A ideia é que o uniforme e a carteira de identificação ajudem a BM a coibir achacadores. Para o comandante do Policiamento da Capital, coronel Jones Calixtrato, os regulares ajudarão a Brigada a combater a criminalidade. A gorjeta não será obrigatória. Se o guardador atuar como manobrista, o motorista ganhará um recibo.

Para o vereador Adeli Sell (PT), um dos críticos dos flanelinhas, a regulamentação precisa ser melhorada para liquidar com a extorsão nas ruas:

– Tentei acabar com as duas leis que existem sobre isso no município, mas uma legislação federal de 1974 regulariza essa profissão. É preciso criar mecanismos melhores de fiscalização e de controle, pois tem um monte de safado na rua.

O parlamentar diz que a fiscalização deveria ficar com a EPTC e pretende alterar o código de posturas da cidade para tentar coibir ainda mais a ação de guardadores irregulares.

 

Zero Hora

Estádio Beira-Rio, do Internacional, agora há pouco, quando da entrada do time em campo. O Estádio parece um vulcão.

Imagem tomada do alto de um edifício, no centro de Porto Alegre. Linda foto !

Estádio Beira-Rio (1º/07/2009) - © Anderson Vaz

Estádio Beira-Rio (1º/07/2009) - © Anderson Vaz

Até esta quarta-feira prosseguiam em Porto Alegre os empresários espanhóis Francisco Javier Barbosa e Tristan Falcó. É gente da Copasa e FCC Construcción. Na Espanha, Copasa e FCC são equivalentes ao grupo Camargo Correia.

São gigantescas corporações e gostam de investir pesadamente na área de logística, com ênfase para rodovias.

- A FCC está interessada na duplicação da rodovia Pelotas-Porto Alegre, enquanto que a Copasa toparia até erguer uma mega-ponte entre Rio Grande e São José do Norte. Barbosa e Falcó estiveram com membros do governo gaúcho e visitaram o superporto de Rio Grande. O deputado Cláudio Diaz, que é de Rio Grande, facilitou os contatos da FCC e Copasa no RS.

Espanhola FCC está de olho na nova ponte do Guaíba

A FCC avisou que se for convidada poderá bancar a construção da nova ponte sobre o Guaíba.

Aliás, a Concepa, concessionária da freeway, já propôs formalmente bancar a ponte em troca de ampliação da sua concessão atual, mas tem sido ignorada.

- Há 50 anos os principais líderes políticos gaúchos batalham pela nova ponte, sempre insistindo em investimento público, que não saiu e nem sairá.

Políbio Braga

Aconteceu nesta quarta-feira (01/07), uma reunião para tratar do projeto de lei que institui o Programa de Incentivos ao Desenvolvimento da Área Central de Porto Alegre.

De acordo com a matéria, o Poder Executivo deve conceder benefícios fiscais aos contribuintes que realizarem investimentos no Centro Histórico.

Compareceram ao encontro o secretário municipal adjunto da Fazenda, Zulmir Breda, e representantes da Secretária do Planejamento Municipal, dos Sindicatos da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (SindPoa), dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas), da Habitação do Rio Grande do Sul (Secovi-RS) e das Associações dos Empresários do Humaitá/Navegantes e da Nova Azenha.

“A medida contempla empreendimentos que promovam a restauração, preservação ou conservação do imóvel e estimulem a economia da região através de atividades e tecnologias limpas”, explica Beto Moesch., autor do projeto de lei .

Segundo ele, a iniciativa atrairá novos moradores e investidores para o bairro. O parlamentar observa que cidades como Recife, Salvador, Santos, São Paulo e Rio de Janeiro já lançaram mão de incentivos fiscais com o objetivo de revitalizar áreas desvalorizadas.

Para o secretário Breda “A administração municipal necessita ter uma estimativa da perda de receita e de como se dará a compensação fiscal. Mas há casos em que o próprio benefício gera aumento de arrecadação”, pondera. Breda disse ainda o assunto será compartilhado com as secretarias municipais de Cultura, de Turismo e de Indústria, Produção e Comércio.

Gabinete do Vereador Beto Moesch, 01/07/2009

 

Lançado há poucos dias, Porto Alegre é Assim, de José Luiz Prévidi, tem 21 convidados especiais

poa_e_assimCom o apoio da Cia. Zaffari, Hotéis Plaza e Porto Alegre Clínicas, o livro trata de um pouco de tudo da cidade: a história triste, as maravilhas, as músicas, peculiaridades do verão e inverno, etc.

Os 21 convidados, pela ordem dos capítulos são Juremir Machado da Silva, Celito De Grandi, Luiz Reni Marques, Alfredo Octávio, Vera Spolidoro, Antonio Goulart, Lúcia Fontanive, Caco Coelho, Marino Boeira, Jaime Cimenti, Lonise Gerstner, Gilmar Eitelwein, Emanuel Mattos, Luiz de Miranda, João Carlos Machado Filho, André Machado, Alexandre Aguiar, Valério Campos, Luiz Alberto Scotto, Luis Fernando Verissimo, Moacyr Scliar.

Tem ainda um fabuloso texto do jornalista Dilamar Machado, um poema de Mario Quintana, dedicado a Porto Alegre, Lupicínio e a “Minha Cidade”, entre outros.

O Lançamento ...

O Lançamento ...

O pocket Porto Alegre é Assim! tem 120  páginas, e será vendido através dos sites www.previdi.com.br e deste, num banner específico, e na Banca da República, na esquina da avenida João Pessoa  com a rua da República. O custo é de 15 reais.

... contou com a presença de Fogaça e de Anilson Costa, o poderoso da Comunicação do prefeito

... contou com a presença de Fogaça e de Anilson Costa, o poderoso da Comunicação do prefeito

www.previdi.com.br

Lei das mesas em calçadas será promulgada nesta quinta-feira

O presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador Sebastião Melo (PMDB), promulga às 13h30min, nesta quinta-feira (2/7), no Salão Nobre Dilamar Machado, lei aprovada pelo plenário que estende o horário permitido para bares e restaurantes manterem mesas nas calçadas. A promulgação será feita no Legislativo municipal, cumprindo a Lei Orgânica do Município, tendo em vista que o prefeito José Fogaça não se manifestou sobre o assunto no prazo legal previsto.

A proposta aprovada pelo plenário da Câmara Municipal, após amplas discussões, estende para até as 2 horas a permissão para colocação de mesas externas nas sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados e mantém o limite até a meia-noite nos demais dias. O projeto, de autoria do vereador Alceu Brasinha (PTB), foi aprovado em 18 de maio, com 21 votos favoráveis, dez contrários e uma abstenção.

Câmara Municipal, 01/07/2009

O diretor-geral do Departamento Municipal de Habitação (Demhab), Humberto Goulart, e o secretário municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico (SMGAE), Clóvis Magalhães, visitaram, na manhã de hoje, 1º de julho, as obras do loteamento onde serão reassentadas as famílias da Vila Dique. A remoção das primeiras famílias deve começar em até 45 dias, conforme afirma Goulart.

No empreendimento (avenida Bernardino Silveira Amorim, 1.915 – bairro Rubem Berta), já foram executadas 97,5% da infraestrutura prevista.  Para o local, além dos moradores da Dique, também serão transferidas famílias das vilas Morada do Sol (125), da Keddie (95) e 12 famílias que já ocupam parte da área do futuro loteamento.

“Devido à demora dos fornecedores em entregar alguns materiais, como escadas e esquadrias, além da ocorrência de chuva, que impossibilita a construção de lajes, houve atraso no andamento das obras”, explica o diretor-geral do Demhab. Com a chegada desses materiais, a construtora espera concluir e entregar o maior número de unidades habitacionais no primeiro lote. Clóvis Magalhães esclareceu que as adequações ao projeto já foram encaminhadas à Caixa Econômica Federal. “ Hoje ainda serão liberados recursos que garantirão o ritmo das obras”, destacou.

Atendimento social – Além das 1.476 moradias, o projeto prevê a construção de escola, creche, centro social, posto de saúde, unidade de triagem de resíduos recicláveis e área de preservação. Os moradores também estão recebendo atendimento social a fim de prepará-los para a mudança. São oferecidos, ainda, cursos de capacitação profissional e oficinas de educação ambiental.

Prefeitura de Porto Alegre

cafe_do_lagoMais um capítulo da disputa judicial envolvendo um dos mais famosos cartões-postais de Porto Alegre. Os permissionários do Café do Lago, no umbigo do Parque da Redenção, conseguiram garantir na Justiça a permanência no ponto que conquistaram em licitação, em 2001. A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado determinou que o destino do local só poderá ser definido com o resultado de nova licitação definitiva. Segundo o Escritório Scalzilli, que defende a cafeteria, todos os termos de renovação foram cumpridos dentro dos prazos legais. E, no ano passado, foi feita uma prorrogação do contrato.

ZH

Uma campanha contra o aquecimento global: Tinta branca nos telhados!

”One degree less” (Um grau a menos!) é o nome da campanha do Green Building Council Brasil e tem como principal objetivo fazer com que as pessoas se conscientizem da importância de pintar os seus telhados.

Pintar os telhados? É isso mesmo. A campanha incentiva e pede para que todos os telhados e tetos das grandes cidades sejam pintados de branco para diminuir os efeitos do aquecimento global.

Segundo estudos da Universidade de Berkeley (CA, USA), cerca de 25% da superfície de uma cidade é composta de telhados.A imensa maioria desses telhados são escuros e refletem apenas 20% da luz solar. Se fossem pintados de branco, compensariam 10t de emissão de CO2 a cada 100m2. O telhado branco reflete mais a luz solar e absorve menos calor.

Para se ter uma idéia da grandiosidade do projeto, se 70% dos telhados fossem pintados de branco, geraria uma compensação ambiental equivalente à emissão de 11 bilhões de carros por ano. Isso significaria tirar das ruas cerca de 600 milhões de carros por 18 anos!Se em 20 anos todos os telhados forem pintados, teremos o efeito de retirar metade dos carros que rodam em todo o mundo!

Com uma atitude extremamente simples podemos fazer alguma coisa. Esses dados foram pesquisados cientificamente.

Caso venha a sair mesmo do papel, a chamada Rodovia do Parque, que correrá paralela à BR-116 no trecho Porto Alegre-Sapucaia (20 quilômetros) custará a bagatela de R$ 850 milhões.

O valor corresponde a R$ 42 milhões por quilômetro.

Há algo errado no orçamento previsto pelo Dnit, porque com R$ 850milhões dá para construir uma estrada igual à freeway, com três pistas de cada lado.

As estradas previstas no programa gaúcho Duplica RS, custam R$ 5 milhões cada quilômetro construído.

Políbio Braga

Até 2014, caso as obras comecem no início do ano que vem, o ramal ligando o centro ao estádio do colorado poderá estar pronto.

É o máximo de metrô que Porto Alegre terá até a Copa.

- Já avançaram muito os estudos e projetos para a implantação do metrô. Isto está na cabeça da Trensurb há pelo menos 24 anos.

Polibio Braga, 01/07/2009

Edifício comercial será interligado ao BarraShoppingSul, em Porto Alegre

O edifício de escritórios Cristal Tower já está em obras. O empreendimento, que será interligado ao BarraShoppingSul, vai promover um efeito sinérgico, reunindo trabalho, compras, serviços e lazer, lado a lado. O Cristal Tower faz parte de um projeto multiuso da Multiplan que inclui ainda um hotel / apart-hotel e dois prédios residenciais. A construção vai gerar cerca de mil empregos diretos e dois mil empregos indiretos.

Com fachada em vidro laminado refletivo, a torre comercial permitirá ampla visibilidade de dentro das salas, tornando o ambiente de trabalho mais agradável. São 290 conjuntos comerciais em 22 pavimentos, com infraestrutura completa, plantas flexíveis e seis elevadores de última geração. A interligação com o shopping será por meio de uma passarela aérea coberta. A entrega do Cristal Tower está prevista para 2011.

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Totalmente integrada ao shopping center

A torre de escritórios de 22 andares e 290 conjuntos comerciais será interligada ao BarraShoppingSul por uma passarela. A construção deste novo projeto faz parte de um complexo multi-uso, composto pelo shopping, dois prédios residenciais e um hotel. A Inauguração está prevista para o primeiro semestre de 2011.

Visite o site do Cristal Tower: http://www.cristaltower.com.br

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Fonte: www.multiplan.com.br

Estudo da UnB revela que relevo acidentado e falta de continuidade das vias de Porto Alegre desorientam e afetam trânsito

Porto Alegre tem uma das piores malhas para a circulação de automóveis, segundo um estudo que comparou 164 cidades de todo o mundo. A capital gaúcha apareceu em oitavo lugar entre as que têm vias que oferecem maior dificuldade para se ir de carro de um ponto a outro. Entre as 44 cidades brasileiras analisadas, ficou em situação melhor apenas do que Florianópolis, Ouro Preto, Rio de Janeiro e Salvador.

O trabalho, do doutor em arquitetura e urbanismo Valério Medeiros, pesquisador colaborador da Universidade de Brasília (UnB), aponta que Porto Alegre tem um índice ruim porque combina dois elementos complicadores em seu traçado. O primeiro deles, o relevo, aproxima a Capital da situação do Rio: os morros da cidade servem como obstáculo para o trajeto das vias e cria vazios urbanos que afastam bairros de periferia da área central.

No segundo elemento, a metrópole do Rio Grande do Sul se aproxima do caos paulistano: várias regiões têm seu desenho no padrão de colcha de retalhos. Isso significa que as vias têm pouca continuidade de um bairro para o outro, exigindo muitas mudanças de direção e, por conseguinte, aumentando as distâncias relativas. Um exemplo é a Avenida Anita Garibaldi.

– Porto Alegre é uma cidade com uma malha que cria dificuldades para a circulação. As condições não são favoráveis para um grande volume de automóveis. Pela falta de continuidade das vias, o motorista é obrigado a mudar muitas vezes de direção. Essas mudanças criam uma sensação de desorientação – analisa o autor do estudo.

Medeiros resolveu fazer o trabalho por acreditar que a questão do traçado das vias vem sendo negligenciada pelos engenheiros de tráfego em seus esforços para melhorar a circulação nas cidades. Medeiros deixou de lado elementos mais estudados, como tamanho da frota.

O diretor de trânsito e circulação da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Sérgio Marinho, reconhece que o traçado urbanístico da Capital cria dificuldades para o fluxo de veículos:

– Além de o traçado de Porto Alegre ter surgido sem planejamento, a topografia é acidentada. Tentamos adaptar e minimizar esses impactos.

Como as cidades foram avaliadas

Programas de computador calcularam os trajetos possíveis, avaliaram as mudanças de direção necessárias para ir de um ponto a outro e mediram as distâncias percorridas. O resultado foi o índice de integração global.

Quanto menor, piores são as condições de deslocamento. O índice de Porto Alegre foi de 0,350. A média das 44 cidades, 0,764. Ter um índice melhor não significa fluxo melhor, pois depende de fatores, como a quantidade de carros que circulam.

Zona Sul tem poucas alternativas

O pesquisador nota que a região sul da Capital, em razão das poucas alternativas de acesso, é a menos ocupada da cidade – com potencial para adensamento da população.

Uma política para expandir a cidade para aquela região passaria por criar novos acessos – não apenas vias contornando os morros, mas também túneis.

Sugestão é abrir novas rotas de acesso

O pesquisador Valério Medeiros defende que, a partir da análise das falhas da malha viária feita no estudo, é possível tomar medidas para melhorar o fluxo.

Em Porto Alegre, a solução ideal para as zonas com padrão de colcha de retalhos seria abrir vias contínuas em lugar das ruas interrompidas de hoje. Mas ele reconhece que é uma solução cara, que exige desapropriações. A alternativa, diz, é investir em transporte público mais eficiente.

Municípios brasileiros fracassam em ranking

Comparadas com cidades de outros países, as brasileiras têm na média as ruas que mais dificuldades oferecem para o condutor chegar ao seu destino. O pesquisador Valério Medeiros contrapôs os dados de 44 municípios do país aos de 120 metrópoles ao redor do planeta. O índice de integração conjunto das cidades brasileiras foi pior do que o das cidades árabes, da Ásia e do Pacífico, da Europa, da América Latina e da América do Norte.

Um fator decisivo para o mau desempenho brasileiro é o padrão de colcha de retalhos das zonas urbanas. Ele se caracteriza por ruas sem continuidade, o que força o usuário a mudar mais vezes de direção para chegar a um destino.

– Se o crescimento tivesse sido planejado, hoje teríamos condições de trânsito melhores – observa o pesquisador.

transito1

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CRACK NEM PENSAR
DJ FRANCIS MARCHI IN CONCERT

Copa 2014 – Porto Alegre Candidata

Porto Alegre 2014 Candidata
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FOTOS: O descaso para com a orla e o centro de Porto Alegre

Esqueleto 1

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