Inédito: primeiras imagens do Projeto de Revitalização da Orla
31/01/2012
62 Comentários
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Tema: Vigilance até The Theme Foundry.




No render tá bonito, pena que o escadão para o nada continua ali kkk.
Aonde o escadão? Na 2a foto, em branco?
Se for isso, provavelmente é proposto como uma aruqibancada pro pessoal sentar, tomar seu chimarrão e olhar o pôr do sol – espaço de contemplação que se chama.
Melhor que ficar de bumbum na areia igual lá no Gasômetro não?!
Estou falando daquela escada de ferro, em vermelho.
Ah, é a obra “olhos atentos” não? Que vai ser restaurada e tals… acho. Mas pelo que li dos comentários abaixo, é sim.
ok, vou parar de beber, ja to vendo coisas lindas… só pode ser alcoolismo…
:OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Fortunatti, se tu fosse mulher eu diria que te amo… como não é….. deixo isso pro Gilberto..
asusahushushuashusas
Aquela poluição toda no centro que aparece na 2a foto faz parte do projeto?
Ai gente! Que falta de senso de humor? Pra que negativar assim o comentário? Observem, é engraçado, realmente parece algo caótico e poluído ao fundo. Haha…
Legal, mostra a ciclovia e a civilização agora!
tem mais imagens no site da prefeitura.
Não to achando. Onde?
http://bancodeimagens.procempa.com.br/default.php?di=2012-01-30&df=2012-01-30#
Aquela bagaça em vermelho é o tal “olhos atentos”?
Que podre.
aham
Pior é q é… Fazer o quê né…é “arte muderna”…
Colocaram os prédios ao contrário! É coisa de quem não conhece a cidade. Afinal, estão ganhando uma grana. Achei o projeto meio chutado. Estou esperando as outras fotos.
No alto a esquerda diz “primeiro esboço”…
… QUE GENTE PESSIMISTA MEU DEUS!
Se for primeiro esboço, igual como foi o projeto do estádio Beira Rio, isto não é bom… significa que, até a sua implantação, irão reduzir tudo o que puderem para tornar o projeto mais barato.
São enfoques diferentes…
… o projeto do Beira Rio até inclui uma parte do entorno mas o foco principal (e todo mundo sabe) é o estádio/estacionamentos, ou seja, ‘arquitetura’. Revitalização da orla é ‘urbanismo’. O entorno até pode sair, mas com calma.
Também acharia o máximo sem dúvida, mas pelos impasses que andam acontecendo…
O projeto Gigante para Sempre, de início, era uma espécie de brincadeira entre os 3 donos da Hype, todos colorados. Aí que acabou chegando nos ouvidos da diretoria e eles se interessaram. Nem tinha copa nessa época – acho que vi o 1o vídeo deles em 2006.
Teve muita modificação desde o início, até porque não era um projeto pra já ser executado daí o pessoal “viaja” horrores no projeto (tal qual a faculdade que não cobra leis durante o semestre). Então pontos foram revistos para serem viáveis de acordo com as leis creio eu.
Aquela parte dos galpões de escola de samba e daquelas casinholas ali não é propriedade do Inter que eu saiba… por que eles teriam que resolver aquilo? A imperadores tem patrocínio, é diferente.
“eu tinha dúvida de que seria possível conciliar a questão ambiental com a ocupação da orla pela população, mas hoje (ontem) tudo caiu por terra” Pref. Fortunati
Querido prefeito, acho que o principal problema da prefeitura é justamente esse pensamento cartesiano que “ou é uma coisa ou é outra” que está atravancando a prefeitura. Que pensamento pobre! Executar projetos que contemplem AS DUAIS COISAS não apenas é possível como NECESSÁRIO.
Parabéns a prefeitura, parabéns ao escritório e parabéns para Porto Alegre. Que esse projeto saia do papel e que o resto do projeto não fique por menos que isso que foi divulgado!
ps. quero mais fotos!!!
É nisso que dá advogados, sociólogos, economistas, contadores e administradores darem palpite (e pior, decidirem sobre) em projetos URBANOS da cidade.
Não desmerecendo as profissões lógico, mas cada um no seu quadrado -vide o Lerner.
Eu tava pensando nisso, se for pensar bem o render não adiciona muito. O prédio branco no fundo (à direita) deve ser a OSPA. A duplicação da avenida está em andamento e pelo que eu sabia a ciclovia estava na surdina também. O que tem de novo ali é uma praça e aquele “deck de madeira”, na falta de um termo melhor. Fora isso, é a beleza que um render dá, ou seja, a impressão que o lugar está bem cuidado.
Acho que o projeto está bem de acordo com o que a população em geral é capaz de aceitar sem fazer muita gritaria, mas deixar aquele bar flutuante ai é inadmissivel!!! Quanto aos prédios ao contrário no fundo em nada muda o projeto, é apenas a projeção da cidade, o prejeto em questão é a ORLA e não a cidade ou algum projeto de prédio nesse caso, mas uma revisao final não teria custado nada e deixar uma projeção mais real..
Eu não tinha visto o bar flutuante, que absurdo!!! Botaram até um “glow” nele!!!
Imagina se os petralhas nao iam ta’ secando o projeto… passaram 16 anos na prefeitura e nao colocaram nem um passeio de cascalho ali naquele lamacal. O pior de tudo e’ que essa gente nao tem nem vergonha na cara…
PELO TOMBAMENTO DO BAR FLUTUANTE
Piada, calma.
Cuidado! Daqui a pouco tem petista promovendo um abraço ao bar flutuante! hehehee
PQP, agora que eu vi o bar flutuante… não creio…
Não creio que seja o atual bar flutuante. Calma gente. O bar atual é incompatível com o nível do trabalho do Jaime Lerner.
Quem disse que é o bar flutuante??? É OUTRO bar… OUTRA coisa…
esse nem é o projeto final e já tem gente atucanando…
Exato Andréé. Seria inadmissível manter aquela porcaria. Nem tem como enxergar direito …
http://bancodeimagens.procempa.com.br/default.php?di=2012-01-30&df=2012-01-30#
na terceira imagem, dá pra ver que é um “coreto” flutuante…
Orla, que boa oportunidade para um Concurso
Mal terminou a polêmica do guarda corpo da ciclovia da Av. Ipiranga e já temos outra grande oportunidade de colaborar com a Prefeitura de Porto Alegre.
As notícias de hoje, 31 de janeiro, trazem informações da visita do nosso Prefeito a Curitiba para acompanhar o andamento do projeto para a revitalização da Orla do Guaíba, projeto este encarregado ao arquiteto Jaime Lerner.
O arquiteto Jaime Lerner é uma referência para nossa categoria, primeiro porque foi um Prefeito de muito êxito em Curitiba, administrando a cidade durante um próspero período de planejamento e implantação de diversos melhoramentos e projetos de alta qualidade para a cidade. E também porque foi o único brasileiro a presidir a UIA, União Internacional de Arquitetos, entidade mundial dos arquitetos, representada no Brasil pelo próprio IAB.
Entretanto, o escritório do colega Jaime Lerner foi contratado por “notório saber” sem licitação ou concurso público. Pois se para ser Prefeito ele participou e ganhou eleições com o voto dos cidadãos de Curitiba, e para ser presidente da UIA ele igualmente se submeteu ao voto dos países membros da entidade, porque Porto Alegre priva nosso colega de submeter-se à uma escolha e discussão pública?
Neste sentido, acreditamos que a forma de contratação do colega Jaime Lerner não é a mais adequada, mas temos que aproveitar a sua valiosa participação neste processo, como ex presidente da UIA, entidade que incentiva e promove concursos públicos de arquitetura em todo o mundo.
O papel do arquiteto Jaime Lerner poderá ser exatamente o de realizar um plano geral para a Orla, que permitirá a realização de um, ou vários, Concursos Públicos de Arquitetura e Urbanismo, até mesmo internacionais. Tenho certeza que a qualidade dos projetos será elevadíssima e que os arquitetos gaúchos poderão participar mostrando a mesma competência que demonstraram no episódio da guarda corpo. Além, é claro, de garantir a participação da comunidade, usuários e imprensa na discussão das propostas, e a ampliação da projeção da cidade de Porto Alegre como referência em participação, transparência e democracia.
A Orla sempre foi uma preocupação do IAB RS tanto que, em janeiro de 2008, após um longo processo de discussão e inúmeras reuniões, apresentou para a Secretaria de Planejamento de Porto Alegre, proposta de realização de Concurso Público. Infelizmente aquele processo não prosperou. Quatro anos depois, quem sabe a revitalização da Orla poderia ser um problema já resolvido na cidade de Porto Alegre.
Novamente, o IAB RS coloca-se à disposição da Prefeitura e da cidade para ajudar a garantir uma solução mais adequada. Um projeto importante como o da Orla não pode ser resolvido apressadamente para atender apenas à demanda de calendário eleitoral ou da Copa do Mundo. Temos certeza que nosso Prefeito irá analisar com generosidade a nossa intenção e terá a sensibilidade de ampliar este processo para garantir a participação de todos interessados para o bem da cidade.
Tiago Holzmann da Silva, Presidente
IAB RS
http://www.iab-rs.org.br/noticia.php?id=1480
Até gosto de ver a mobilização dos arquitetos de PoA, no sentido de buscarem a qualificação da cidade, desde que não descambe para o corporativismo local puro e simples.
Só tenho uma perguntinha:
ONDE VOCÊS ANDARAM ESSES ANOS TODOS, CAZZO!?
Tiago, esqueça. Também gostaria de um mega concurso internacional para algo grandioso, no qual ganharia o melhor projeto, que poderia até mesmo acabar sendo o de um gaúcho o final. Todavia, aqui no RS as coisas não funcionam assim, pois quando se é democrático demais as coisas travam e não saem. Não dá para contar com a opinião da população e da imprensa, pois apenas a minoria raivosa e contra tudo se manifesta, pela manutenção do atual, ou sej, do nada. A melhor maneira foi essa mesma, sem consultas e muita mídia, para evitar o caso dos inúmeros projetos anteriores inexitosos lá da outra parte da orla (cais) e o caso do Pontal do Estaleiro, onde um monte gente burra não quis prédios residenciais porque achava que então nada sairia ali, quando sabe-se que sairão então prédios comerciais e aquela área ficará abandonada e erma à noite, o que é muito pior para a população, que assim não a frequentará após o por-do-sol. Omitiram inclusive o fato de que, apesar daqueles prédios realmente obstruirem a visão de quem passa por aquela avenida, outra via mais próxima da orla seria criada e os prédios, então, ficariam entre as duas vias. A mídia e os contra-tudo manipulam tudo, por isso o prefeito fez bem e agiu dentro da lei. Há essa possibilidade de contratar pelo notório saber e, como vc mesmo reconheceu, o Jaime Lerner é referência nesse sentido. Curitiba entrou no mapa do país e do mundo graças à ele. O resto é pura dor de cotovelo dos arquitetos gaúchos. Não será um esboço de um projeto da orla para então se iniciarem inúmeros debates rotineiros de costume para o próprio projeto em si. Esse será o projeto em si e assim poderá ser tocado em tempo hábil para a Copa. Com isso, POA tem chance de entrar para o mapa nacional e quiçá mundial do turismo a partir de 2014.
Náo se faz nada sem que apareçam os críticos. De uma ou de outra forma algo precisa ser feito. As opiniões já se antecipam, não vai dar, não tem projeto, não vai ser aprovado. Ora Srs, um projeto tem começo, onde se eliminam percalços, (ambiente, material, eficacia, aproveitamento) atraves de discussoes, ninguem afirma que esta maquete é retrato fiel, é antes de tudo uma sugestão, o que eu acho muito válido, me parece que nao tem niguem ali fumando crak a largando galinha morta.
Vá em frente prefeito.
Em termos de projeto, acredito que essas imagens mostram mui pouca definição de espaços e equipamentos (o “coreto flutuante”, por exemplo, é fraco, pelo preço que esta se pagando por esses projetos). MAS, se somente isso fosse executado seria muito melhor do que sempre existiu.
Blz então, não é o bar flutuante, é o coreto flutuante. A mesma idéia, mas com banho de loja. É isso que quero dizer, tem muito pouco de novo nisso.
Nesse aspecto, concordo contigo Felipe. Parece que vão dar uma ajardinada na orla, e só. Deixá-la mais bonita para os maconheiros. Ficará bonito, mas queria algo mais atrativo lá. Aqueles restaurantes ali parecem tão sem graça. Vamos aguardar a divulgação dos renders/projeções para as demais partes da orla. O que não me anima muito é o fato de que no resto da orla haverá quadras esportivas como as já existentes no Marinha e, portanto, o que será o diferencial para atrair a população para a área será isso aí já divulgado, pois o resto é bem-vindo mas será mais do mesmo que já há ali mesmo. Espero que ao menos espalhem uns quisoques no restante da orla e tenha efetiva segurança pública, senão vai continuar tudo na mesma. Bah, como eu tinha gostado daquele projeto fictício original da Hype para o entorno do Inter. Aquela orla ali sim tinha um diferencial de atratividade, não sendo uma nova mera extensão do Parque Marinha.
O IAB do Tiago nos salvou da cerquinha cachorra da Ipiranga, mas acho que o projeto da Orla esta’ em boas maos.
se for um bar flutuante de primeiro mundo, que de prazer de mostrar aos turistas, não me importo.
Sobre alguns comentários, quanta ignorância! Ignorância por desconhecerem o conceito. Não fosse isso, seria burrice.
Vamos por partes, para ajudar os leigos, enada contra os leigos, mas queri eu ter pessoas esclarecidas me ajudando no que não sei…
1. Começo pela nossa cidade. A esmagadora maioria daqui já ouviu falar da enchente de 41, mas ninguém sabe quais os reais efeitos numa provável enchente irmã. Para se proteger dessa enchente, a opção que utilizaram foi o dique, que nos protege 3m além da base do cais. Esse dique, que as vezes é muro, as vezes é avenida…
2. A escada/banco que está ali nas imagens não está olhando para o nada. Fosse nada, não teríamos que reclamar de não termos acesso à orla, e ali no Estaleiro poderiam ser construídos edifícios residenciais (embora também permitissem acesso PÚBLICO à orla). A escada banco é o que é e é isso mesmo: leva as pessoas da parte alta (protegida da cheia) para a parte baixa (quando possível, ou seja, sem enchente)
3. Para tornar utilizável em 95% dos dias, a proposta pensa em criar espaços onde hoje há água e qualificar espaços onde hoje há… …lixo. É óbvio e claro que essa parte será ocupada, alguns dias, pelas águas que tanto reclamamos para nós. E nesses dias, essa parte não será utilizável. Simples assim. A água avança, o dique protege. A água retrocede, é feita a limpeza, e o espaço pode ser novamente utilizado.
4. Essa é uma primeira proposta. Nosso prefeito vai dar uma espiada aqui e ver as sugestões inteligentes e propor modificações. O trabalho do arquiteto e urbanista é assim: recebe o problema, analisa-o, conceitua, propõe, recebe críticas, transforma em potenciais e reprojeta. nada nasce perfeito e duradouro. O nome disso é trabalho. E dá muito trabalho.
Parabéns ao prefeito que meteu o dedo em muitas feridas da cidade.
Fácil é reclamar sem saber nada sobre nada. É a tal democracia…
Perfeito.
Eu li, reli, olhei e reolhei a proposta. Gostei. Acho que o objetivo é para ser algo simples, nada muito extravagante. É para começarmos a ter um cuidado maior com nossa orla, não transformar em uma arte pós-moderna mucho loca.
Aquela palafita para andar junto à água é genial
Mas eu acho que mesmo assim, a população é capaz de dar alguns pitacos para melhorar. Eu diria que em vez de apenas quadras de futebol e vôlei são necessárias estruturas para mais esportes. Quem vai à orla nos domingos nota que há uma gurizada andando de roller e skate entre os pedestres. Quem sabe não fazem estruturas metálicas para os praticantes dos esportes poderem praticar suas manobras em um lugar adequado (sem os pedestres os atrapalharem e vice-versa)? Fazer uma estrutura de mini “X-Games” ali seria uma baita ideia!
Achei fraco.
Me parece ser um matagal “organizado”. Poderia ousar muito mais.
Concordo, João. Vão dar um “tapa” no atual visual, e só. Não será uma plástica, apenas uma maquiagem. Não passará de uma ajardinadazinha na área. Não sei se isso mantém a atratividade da área por muito tempo depois que a novidade passar. Terá que ter uma segurança pública muito boa ali. O projeto original fictício da Hype para o Inter tornaria a orla muito mais atrativa e ali sim teríamos um grande diferencial frente ao resto do país e como as grandes orlas do mundo, estilo Lisboa (expo98) e Barcelona (Olímpíadas92)..
O cara faz uma coisa clean, limpa e viável (ou “usável) e o pessoal acha pobre, fraco. Senão for tudo colorido, cheio de penduricalho estilo árvore de natal… não é bom! Tem que encher de coisa pra mostrar que o $$ foi bem empregado.
Francamente…
E pelo visto pouquíssima gente (principalmente os que seguem reclamando) vêm se dando conta que deve ter um ORÇAMENTO pra execução dessa revitalização/requalificação. Orçamento esse que não deve ser dilatado, concordam?
Deixem os caras trabalhar caramba! Antes tivessem pego um zé pra fazer esse trabalho.
”Senão for tudo colorido, cheio de penduricalho estilo árvore de natal… não é bom! Tem que encher de coisa pra mostrar que o $$ foi bem empregado.”
Perfeito.
Informo que o comentário feito por MUSA, neste post, foi deletado, pois não se refere ao Comitê Pró-Museu das Águas e nem do Blog do Museu, sendo totalmente indevido, e também os comentários-resposta a ele, em número de 3. Recebi e-mail do Comitê esclarecendo a questão.
Acho que o pessoal quer encher de arvore ali..
haha
Pra mim, ta ótimo assim… só falta uns bares na orla, mas isso é sonho…
Mas é exatamente essa a crítica, falta mais bares para dar vida e deixar toda a orla com um ar atrativo e cosmopolita. Senão apens o início dela será ocupada e o resto continuará vazio.
Digo, ocupada pela população e vazio de gente.
Ah, eu não duvido que a maioria comece a reclamar que não tem árvore e saia a plantar por conta própria, tipo no Dilúvio.
Pessoal não entende que orla NÃO é um parque… vide as orlas que já foram exemplificadas aqui no blog. São bem mais “limpas” de vegetação e o que se sobressai é trabalho de piso, vegetação baixa…
Acho que o grande problema da “simplicidade” do projeto é que, diferentemente do projeto do cais, aqui a PMPA quis ela própria executar, custear e administrar a obra e a área, tendo contratado apenas a realização do projeto e a supervisão da execução do mesmo. Como sabemos que não há recursos, o projeto ficou limitado ao ajardinamento do já existente, o que não mudará muitas das condições que afastam a população dali, como mais atratividade de opções de lazer na área, as opções continuarão as mesmas, salvo aqueles restaurantes juno à Usina. No estante da orla ganharemos apenas mais quadras esportivas. Se a execução (e administração, que é o que torna viável a execução) fossem delegadas por concorrência pública à iniciativa privada, cairia por terra essa limitação de recursos e, portanto de idéias, pois a iniciativa privada teria o maior interesse em tornr a orla o mais atrativa possível para faturar em cima disso e lucrar muito em cima do inesvtimento feito e, com isso, que lucraria mesmo seria a cidade, o turismo e a sua população em geral.
Leia-se “junto” onde siau “juno” e “restante” onde saiu “estante”
Enquanto isso, na bilionária capital do mundo:
http://noticias.r7.com/blogs/roberta-salomone/2012/02/01/a-praia-de-manhattan/
Por isso que acho que não estamos nem perto de estarmos explorando todo o nosso potencial ali da área.
Acho certo deixar aquela area da orla com “cara” de parque. POA nao pode perder nunca essa caracteristica de ter gente nos parques, sentada na grama, tomando seu chimarrao e conversando. Claro, o que se espera e’ que ainda assim haja bom ajardinamento, urbanismo, barzinhos etc. Ja’ o Cais e’ bom que tenha outra proposta, porque assim havera’ opcoes pra todo mundo.
Mas já temos muitos parques na cidade, Ricardo. O próprio Marinha e o Harmonia ali mesmo são um exemplo disso. Ali poderia ser um pouquinho mais do que só isso (ser mais um parque).
Acho que caiu de madura essa revitalização da orla. Porto Alegre é uma cidade com mais de 70km de orla, das quais grande parte ociosa, e o que não é 100% ocioso, é muito mal aproveitado. É louvável qualquer intenção de “sair do zero”, mesmo em ano de eleição, mas mesmo assim, achei bem limitada essa proposta. Não precisa ser megalomaníaco de querer projetos europeus, asiáticos ou norte-americanos. Mas que se equiparasse a Buenos Aires, Montevideo ou Santiago, que tem ótimos espaços nas suas orlas. Talvez realmente seja pelo orçamento curto, mas porque então não deixar na mão da iniciativa privada? A Pepsi fez algum (parco) melhoramento com umas quadras e tal. A Coca-Cola também entrou como parceira no Mercado Público. E SE (e ponho em letras garrafais) isso sair do papel, já sabemos como vai ficar depois: abandonado. Exatamente igual a tudo em Porto Alegre que é feito pelo poder público. Pensam em fazer, mas não pensam em manter. A terceira perimetral que diga, atirada aos mendigos, com escadas rolantes quebradas, paradas imundas e depredadas, gradis arrebentados pelos acidentes de carro ao longo dos anos, só passam uma cal bagaceira a cada um ou dois anos no meio fio. Se a orla ficar na mão da prefeitura, pode ter certeza que será abandonada após. Acho q tanto a orla, quanto várias outras coisas deveriam passar pra iniciativa privada manter, com o poder público servindo de fiscalizador. Se a empresa privada fizer um trabalho ruim, tira de lá e troca por outra. Essa é só minha opinião, um morador de 27 anos, cansado de viver em uma cidade inerte, onde nada acontece, nunca.
Bah, falou tudo: fazem e não pensam em manter. Até por que é fazer, ou pegar algo arrebentado e arrumar, que dá voto.
Achei bonito, mas me chamou muito a atenção na primeira foto o fato de insistirem com aquele bar flutuante horrendo.
por favor, alguem me diga q aquilo na primeira foto n é aquele bar nojento q “flutua”….. só isso mesmo q gostaria de saber, de resto era o esperado pelo baixo custo… achei bacana
Gente… é PROPOSTA de bar flutuante! Não tá mais que óbvio que aquele negócio caindo aos pedaços vai sumir dali?
Me admira cogitarem a hipótese de ser o mesmo, sinceramente…
… é muita “corneta”!