Ritmo reduzido do Blog

Estaremos com o ritmo reduzido no últimos dias do ano e primeiros dias de 2010 devido a férias.

No dia 4 de janeiro retornamos com os posts normais.

Os editores.

Quem é o frequentador da orla de Ipanema

A orla de Ipanema é pouco visitada aos finais de semana por pessoas de cidades fora da Região Metropolitana. O maior número de usuários da área é de porto-alegrenses moradores de bairros da própria Zona Sul. Aos domingos à tarde, quando se registra o maior pico do movimento junto ao Calçadão, eles representam 63% do público no local, ao lado de 23% de moradores e 14% de pessoas de outros bairros da Capital.

As informações foram apuradas pela primeira pesquisa sobre o perfil do visitante da orla de Ipanema aos finais de semana, realizada pela Secretaria Municipal de Turismo. A pasta ouviu 160 pessoas, em dois turnos, nos dias 25 e 31 de outubro. O objetivo foi reunir dados que indicassem as características dos que transitam pela orla. Em fevereiro, o órgão deve desenvolver um novo estudo para analisar se o perfil do visitante se modifica durante o verão.

– A partir dessa identificação, é possível embasar os comerciantes locais e buscar novos empreendedores para Ipanema – sustenta o secretário Municipal do Turismo, Luiz Fernando Moraes.

Para Moraes, o dado mais surprendente é o que indica que o local costuma ser predominantemente procurado pelo pessoal da própria região.

– Percebe-se que os porto-alegrenses de outras zonas não costumam frequentar a orla de Ipanema, a mais preparada em se tratando de estrutura turística na Capital – expõe.

 Zero Hora

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2751791.xml&template=3898.dwt&edition=13748&section=1071

Associação de moradores não quer mudanças no trânsito

Comunidade quer audiência com a prefeitura para evitar mudanças na região

“Moradores das ruas Pinheiro Machado e Gonçalo de Carvalho mobilizam a comunidade da região contra as pretensas alterações no trânsito que estão sendo gestadas pela EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação). Já existe, inclusive, um processo aberto por um morador contra tais modificações, que implicam, inicialmente, na abertura da Pinheiro Machado para a Independência, conforme ofício da EPTC assinado pelo diretor de Trânsito e Circulação, Sérgio Marinho Lopes da Silva.

Segundo informações que conseguimos apurar junto à ex-presidente da Associação de Moradores e Amigos do Bairro Independência (Amabi), Ana Lucia Vellinho Dangelo, há mais duas alterações sendo preparadas pela EPTC de modo a dar vazão ao movimento de veículos em função da ampliação do Shopping Total: a abertura ao trânsito da saída do shopping pela Gonçalo e a inversão de mão da rua. Constaria até mesmo a possibilidade de um posterior asfaltamento. A pacata Benjamin Flores também passaria a ser utilizada como saída do trânsito do shopping.

O movimento busca coletar o maior número possível de assinaturas para pleitear uma audiência pública junto à prefeitura e reverter a situação. O assunto é bastante polêmico, pois a Gonçalo é uma rua tombada e há temor dos moradores que, com o aumento do fluxo, a via vá perdendo suas características. Deve-se lembrar a polêmica que foi a tentativa de instalação da Ospa (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) no Shopping Total, tema que foi refutado à época pela Amabi e que acabou não se concretizando.

– Essa inversão da Gonçalo já foi feita no passado e revelou-se um profundo fracasso – afirmou uma moradora cuja família reside há mais de 50 anos na Rua Gonçalo de Carvalho e que pediu para não ser identificada.”

Zero Hora

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2750717.xml&template=3898.dwt&edition=13740&section=997

Legislativo aprova financiamento para Portais

Por 21 votos a nove, a Câmara de Vereadores autorizou hoje, 23, a prefeitura a contratar empréstimo de 100 milhões de dólares junto a Cooperação Andina de Fomento (CAF) para o financiamento de obras do projeto Portais da Cidade, um novo sistema de circulação e transporte para a Capital. A operação de crédito já havia sido aprovada em julho pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) do governo federal e ainda será apreciada no Senado Federal antes da assinatura do contrato entre a prefeitura e a CAF, prevista para os primeiros meses do próximo ano. Além do financiamento, os Portais receberão mais 1 milhão dólares da CAF, recurso não reembolsável, para a qualificação do projeto, conforme termo de cooperação técnica firmado em 16 de novembro.

O secretário de Gestão e Acompanhamento Estratégico, Clóvis Magalhães, destacou que o financiamento foi obtido graças ao saneamento das finanças públicas municipais, a partir de 2005, que garantiram a condição da prefeitura para captar recursos junto a organismos internacionais. “Com a aprovação do empréstimo a Câmara de Vereadores reafirma seu compromisso com os projetos de interesse da cidade e do seu desenvolvimento, como já havia ocorrido no caso da revitalização do Cais Mauá”, saudou Magalhães.

O secretário estima que a implantação do projeto comece ainda no primeiro semestre de 2010, com conclusão prevista para 2013. O custo total é de 210 milhões de dólares, incluindo a participação de investidores privados e contrapartidas da prefeitura. Na primeira quinzena de janeiro chega a Porto Alegre a primeira missão da CAF para avaliar o andamento do projeto.

Fonte: www.portoalegre.rs.gov.br

Área da Fiateci

O Estudo Viabilidade Urbanística (EVU) para a reciclagem de uso dos prédios e construção de quatro edifícios na área da antiga fábrica de tecidos Fiateci foi entregue, nesta terça (22), pelo secretário do Planejamento de Porto Alegre, Márcio Bins Ely, à Rossi Residencial.

O projeto prevê a reciclagem de uso dos quatro prédios da fábrica, com a construção de lojas, um supermercado e estacionamento. No imóvel de 36 mil m2, situado na avenida Voluntários da Pátria esquina avenida São Pedro, também serão erguidos três edifícios residenciais e um de escritórios, além do Memorial do Tecido para resgatar a trajetória da Fiateci e a história do 4º Distrito.

Segundo o diretor regional da empresa, Gustavo Kosnitzer, o empreendimento está orçado em R$ 72 milhões, sendo que a primeira etapa! será a construção de um centro comercial. Segundo o secretário Márcio Bins Ely o projeto será um marco para revitalização do 4º Distrito. A Fiateci é de 1891.

www.affonsoritter.com.br

O fim da sucata de navios no porto

Um dos navios abandonados. Foto: Gilberto Simon

Aprovado o projeto de revitalização do Cais Mauá de Porto Alegre, já é hora de acabar com a sucata de navios, que enfeia tremendamente a bela paisagem do Guaíba.

Eles estão justamente na continuação do projeto, que termina na linha (imaginária) da rua Coronel Vicente. Segundo o secretário José Fortunatti, são navios de bandeira paraguaia e que estão lá retidos porque têm dívidas com o governo estadual.
Mas os três menores serão finalmente removidos em 2010. A retirada dos dois restantes, que são maiores, ainda está em fase de negociação, mas agora já bastante adiantada.
Como eles são território paraguaio, a negociação envolve a diplomacia brasileira.

www.affonsoritter.com.br

ZH: CAPITAL DE CARA NOVA

Câmara aprova prédios de até 33 andares no cais

A construção de moradias na área a ser revitalizada no Centro foi vetada
Em votação sobre o projeto de revitalização do Cais Mauá que avançou pela noite, os vereadores de Porto Alegre determinaram ontem que a área não poderá ser utilizada para moradia. Por meio de emendas, a Câmara decidiu que o espaço poderá abrigar hotéis e apart-hotéis, que são considerados serviços. Em outro debate polêmico, foi mantida a altura máxima de até cem metros (equivalente a 33 andares) para construções no local.
Apesar de a área do cais ser pública, o que impediria a venda dos imóveis, o projeto do governo admitia a possibilidade de uso residencial. Esse era um dos pontos mais controversos da iniciativa que procura recuperar o coração portuário da cidade.
– Não havia algo específico previsto sobre moradias, mas era uma possibilidade. Acabou sendo descartada – afirmou o coordenador do projeto de revitalização, Edemar Tutikian.
A altura dos empreendimentos era um dos pontos polêmicos
Autora da proposta que assegurou o perfil do cais como área de comércio e serviços, a vereadora Sofia Cavedon (PT) lembrou que a destinação residencial também foi barrada na área do Estaleiro Só.
– Se foi proibido naquele local, que é uma área privada, não poderia ser permitido em uma área pública – argumentou a vereadora, que acabou revertendo uma tendência inicial da base governista de rejeitar a emenda.
O presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, Norton Luiz Lenhart, acreditava que a permissão de moradias ajudaria a manter a vida noturna no local e revitalizar todo o centro histórico.
– Isso garantiria uma maior circulação de pessoas – argumentou.
Outro ponto polêmico foi a altura dos empreendimentos. Pelo projeto original, poderia chegar a cem metros próximo à rodoviária e a 32 metros nas imediações do Gasômetro. Uma emenda tentou reduzir esse índices para 52 metros e 14 metros, respectivamente, mas acabou derrotada. O limite máximo previsto pelo Plano Diretor para a cidade era até então de 52 metros (17 andares).
As discussões sobre o projeto tiveram início pouco depois das 16h, mas o alto número de emendas – 37 – e o intenso debate fizeram com que a sessão se prolongasse até a noite.

O projeto

O QUE FOI GARANTIDO
Confira como ficou o projeto até pouco depois das 21h de ontem, com base nas emendas aprovadas ou rejeitadas até esse horário:
- Destinação da área do cais para atividades de lazer, culturais, gastronomia e comércio
- Destinação de área para hotel ou apart-hotel, como prestação de serviço
- Prédio de até cem metros junto à rodoviária, para uso comercial ou como apart-hotel, e de até 32 metros próximo à Usina do Gasômetro
O QUE FOI MODIFICADO
- Foi proibida qualquer possibilidade de utilização da área para moradia
- Reservou-se espaço no cais para o transporte turístico e de passageiros pelo Guaíba
- O cais deverá contar com paisagismo com vegetação nativa, coleta seletiva e reciclagem de lixo e redução de resíduos sólidos

ZH

Cais Mauá e os vereadores atrasados

Aleluia! Aleluia! Ontem, finalmente, foi aprovado o projeto que permite a revitalização do Cais Mauá, em Porto Alegre. Com isso, os visitantes poderão deixar enfim de fotografar a velha ponte do Guaíba e o Laçador.
Se há um motivo para festejar, o principal, senão o único é o fato de Porto Alegre ter sido escolhida como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. Premidos pela circunstância, os vereadores ficaram com a obrigação de aprovar o projeto.
Mas fizeram questão de registrar o quanto são doentes e atrasados: proibiram a possibilidade de utilização da área para moradia.
Creio que só a psicanálise pode explicar porque razão os porto-alegrenses não têm o direito de morar na orla do Guaíba. É a única cidade do mundo que não admite isso. Pode?

José Luiz Prévidi

OBRAS DA ARENA DO GRÊMIO COMEÇAM DIA 1º DE JULHO DE 2010

Debate sobre a Arena na noite desta segunda-feira não foi tão quente como o previsto

Logo após a aprovação do orçamento do Grêmio para 2010, o projeto Arena foi a pauta da reunião do Conselho Deliberativo do clube na noite desta segunda-feira. Antes do encontro entre os conselheiros, todos esperavam uma grande mobilização organizada pelo Movimento Grêmio Acima de tudo, que defende a manutenção do Estádio Olímpico como a casa do clube. No entanto, o barulho foi bem menor do que o esperado. Não houve quorum suficiente para dar um abraço simbólico no Estádio Olímpico, como era esperado. Apenas um grupo de sócios que não gostaram do contrato com a OAS fez uma pequena manifestação. O momento mais quente do debate foi quando o conselheiro Eduardo Antonini discursou.
Um dos idealizadores do projeto, Eduardo Antonini soltou o verbo no começo da reunião. O conselheiro criticou muito a postura do Movimento Grêmio Acima de tudo, acusando o grupo de ser desinformado e de omitir informações importantes sobre o projeto.
Antonini disse ainda que o movimento liderado por Hélio Dourado foi irresponsável ao levar para debate público coisas que deveriam ser tratadas dentro do conselho deliberativo. Depois, mais três conselheiros rebateram as acusações.
A principal reclamação do Movimento Grêmio Acima de Tudo, que conta com 15 conselheiros, é como ficarão os sócios na Arena. No contrato não cita o que será feito com os mais antigos, aqueles que entram nos jogos pagando apenas a mensalidade. Os opositores exigem que se acrescente uma cláusula exigindo que a OAS banque o valor dos ingressos destes torcedores a cada jogo.
No início do debate, foi feito uma exposição de todo o funcionamento do contrato assinado entre o clube e a OAS. Dois integrantes da construtora participaram da reunião.
A parceira do clube no projeto explicou novamente aos conselheiros os espaços que serão destinados ao clube, quantas vagas o estacionamento suportará, o comércio dentro do estádio e tudo o que será feito no entorno da Arena.

A previsão para o início das obras segue sendo para o dia 1º de julho de 2010. A Arena deve ficar pronta no segundo semestre de 2012.

APROVADO PROJETO CAIS DO PORTO EM DIA HISTÓRICO NA CÂMARA MUNICIPAL

Foi aprovado pela maioria do plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre, às 22h42min desta segunda-feira (21/12), com 29 votos favoráveis, o projeto do Executivo que estabelece regime urbanístico para a região da cidade conhecida como Cais Mauá.

Discussões acerca do projeto de revitalização do Cais Mauá Na foto: Vereadores Valter Nagelstein, Tarcísio Flecha Negra Airto Ferronato, Fernanda Melchiona, Sofia Cavedon e Bernardino Vendruscolo

Os vereadores Carlos Todeschini (PT), Sofia Cavedon (PT), Maria Celeste (PT), Lúcio Barcelos (PSOL) e Fernanda Melchionna (PSOL) votaram contrários à proposta.

O projeto, que entrou em discussão na Casa no início de setembro, mobilizou no plenário grupos favoráveis e contrários a construções e intervenções próximas à orla do Guaíba.

Os empreendimentos previstos para a área do Cais Mauá deverão ser realizados por meio de Parceria Público-Privada (PPP). A expectativa da prefeitura é de que as obras sejam concluídas até 2014, ano em que Porto Alegre será subsede dos jogos da Copa do Mundo de Futebol.

No texto votado é identificada como Macrozona (MZ) 01, Unidade de Estruturação Urbana (UEU) 02 a região do Cais Mauá objeto das discussões. O projeto estabelece regras e parâmetros para o uso e a ocupação do solo – definindo densidade, atividades, índice de aproveitamento, volumetria (altura e taxa de ocupação) e outros dispositivos – das Subunidades 2, 4 e 5, bem como altera os limites das Subunidades 1 e 2 e cria as Subunidades 4 e 5.

A área do Cais Mauá em questão tem 1,8 quilômetros quadrados e 3,3 quilômetros de extensão, abrangendo o trecho que vai da Usina do Gasômetro até a terceira doca, na altura da Rua Coronel Vicente esquina com Avenida Mauá, nas proximidades da Estação Rodoviária. Dos 12 armazéns instalados nesse trecho, 11 são tombados pelo patrimônio histórico do Município. Com investimentos de aproximadamente R$ 500 milhões, a revitalização do Cais Mauá prevê a criação de áreas para comércio, turismo, lazer e cultura.

Emendas

Na lista de emendas apresentadas ao projeto, foram aprovadas pelo plenário as de números 1, 2, 3, 4, 5, 10, 11, 12, 14, 15, 16, 17, 20, 22, 24, 25, 27, 28, 29, 30, 31, 35, 36, 37 e 38. Já as emendas 6, 7, 8, 9, 18, 21 e 33 foram rejeitadas e as de números 13, 19, 26 e 32 foram retiradas de tramitação.

Obs: Números e situação de cada emenda sujeito à confirmação pela Diretoria Legislativa (3220 4192 / 3220 4335).

Câmara Municipal

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Guardem bem estes nomes:

Carlos Todeschini (PT)

Sofia Cavedon (PT)

Maria Celeste (PT)

Lúcio Barcelos (PSOL)

Fernanda Melchionna (PSOL)

ELES SÃO CONTRA A CIDADE ! VOTARAM CONTRA O PROJETO DO CAIS!

VAMOS BOICOTÁ-LOS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES EM QUE PARTICIPEM

Ouça a Seção da Câmara, direto

REUNIÃO HOJE NO OLÍMPICO: Uma noite para discutir a Arena

Era para ser uma reunião destinada a aprovar o orçamento do ano seguinte. Mas a presença de diretores da OAS, empresa que irá erguer a Arena no bairro Humaitá, mudou tudo. Sócios que se contrapõem ao contrato assinado pelo Grêmio com a construtora tentam organizar um abraço simbólico do Olímpico, em protesto. Em resposta, os defensores do projeto divulgaram manifesto assinado por nove movimentos.

O grupo Grêmio Acima de Tudo está por trás da contestação. Minoritário no Conselho Deliberativo – tem 15 entre cerca de 300 conselheiros –, vê na figura do ex-presidente Hélio Dourado garantia de repercussão às críticas.
A primeira chamada da reunião está marcada para 19h. A parte inicial será destinada ao orçamento de 2010, que deve ficar em torno de R$ 100 milhões, um pouco abaixo do deste ano. De acordo com o diretor financeiro Mauro Rosito, não é o ideal, mas o suficiente para montar um bom time. A polêmica está reservada para depois.
Há 13 dias, um jantar alinhavou a pauta da reunião. Sentaram-se à mesa o presidente do Conselho, Raul Régis de Freitas Lima; o presidente do clube, Duda Kroeff; o presidente da Grêmio Empreendimentos, Adalberto Preis, e dois representantes da OAS. O carioca Louzival Mascarenhas, diretor comercial, e o gaúcho Eduardo de Souza Pinto, encarregado da gestão do negócio, manifestaram interesse em prestar uma atualização da parte técnica e de projetos complementares, como questões ambientais e de engenharia.
Mas haverá novidades. A principal é que o financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está perto de ser oficializado. Para erguer a Arena, a OAS usará 55% de recursos próprios e 45% captados em bancos, repartindo os lucros com o Grêmio durante 20 anos, quando o estádio será inteiramente tricolor.
– Ouvi falar do abraço no Olímpico, mas não acredito. O contrato está assinado. Não tem mais volta. Tudo foi muito transparente – afirma Régis.
Flávio Jacobus, empresário e um dos mais atuantes integrantes do Grêmio Acima de Tudo, acredita em até 3 mil gremistas no abraço ao Olímpico. Uma das críticas mais fortes do grupo diz respeito aos sócios mais antigos, que hoje entram no Olímpico apenas pagando a mensalidade. Na Arena, todos comprarão ingresso.
– Se houver acerto com revisão de cláusulas como a referente aos sócios, tudo bem. Somos a favor da Arena, mas o contrato é ruim para o Grêmio – diz, sem descartar ações judiciais.

ZH

Eles dizem: A ORLA É DO POVO. Querem a estagnação da cidade

O QUE ELES QUEREM É A ESTAGNAÇÃO DA ORLA E DA CIDADE.

QUEM LUCRA COM ISSO ?

OS MACONHEIROS ?

OS MARGINAIS ?

OS PETISTAS ?

DEVE SER. POIS A CIDADE SÓ PERDE !

CHEGA DE ESTAGNAÇÃO !

Somente as 16:45 a votação começou !

Cais Mauá: vereadores discutem o projeto

Às 16h45, com o quorum necessário para ingresso na Ordem do Dia, os vereadores iniciaram a discussão do projeto do Cais Mauá. Até o momento a proposta recebeu 37 emendas. Todas estão com pedido de destaque, o que significa que deverão ser avaliadas e votadas pelo plenário uma a uma.

No momento os vereadores revesam-se na tribuna avaliando a proposta principal. Logo após, com o inicío da votação, deverão começar a ser feitas as discussões sobre as emendas. A previsão é de que todo o projeto seja votado nesta segunda-feira (21/12) mesmo que para isso haja a necessidade de realização de sessões extraordinárias durante o final da tarde e noite.

As discussões e votações podem ser acompanhadas pela páginawww.camarapoa.rs.gov.br, pela Rádio Câmara ou TV Câmara. Na mesma página pode ser conferido o texto do projeto, com as primeiras 24 emendas. As demais foram encaminhadas durante a sessão desta segunda-feira e por isso ainda não estão incluidas no sistema.

Câmara Municipal

Entra em votação o projeto de revitalização do Cais Mauá

Os do NÃO entram em ação novamente !

Os vereadores de Porto Alegre deram início, às 16h45min da sessão ordinária desta segunda-feira (21/12) da Câmara Municipal, à discussão e votação doProjeto de Lei Complementar do Executivo (PLCE) que trata da revitalização da área do Cais Mauá. Das 37 emendas ao Projeto apresentadas até o início da tarde, 36 tiveram solicitação de destaque para discussão e votação em separado.

Se a matéria não for vencida na sessão ordinária, que se encerra em torno das 18h30min, o presidente Sebastião Melo (PMDB) pode convocar sessões extraordinárias consecutivas de quatro horas de duração cada, avançando as discussões e votações até a noite de hoje.

Grupos contrários e favoráveis estão na Câmara. Fotos. Lívia Stumpf

O PLCE nº 004/09 entrou em discussão na Casa no início de setembro deste ano e vem sendo tema de polêmica entre grupos contrários a construções próximas à orla do Guaíba e aqueles que defendem a parceria entre governo e empresas privadas que tenham interesse em realizar investimentos para revitalização da região.

A aprovação do projeto de lei pela Câmara Municipal é pré-requisito para que o Estado elabore o edital de licitação internacional para arrendamento ou concessão da área. O empreendimento deverá ser realizado por meio de Parceria Público-Privada (PPP) e a expectativa da prefeitura é de que as obras sejam concluídas até 2014, ano em que Porto Alegre será subsede dos jogos da Copa do Mundo de Futebol.

Além de instituir o regime urbanístico para a área, que tem 1,8 quilômetros quadrados e 3,3 quilômetros de extensão, o projeto Cais Mauá estabelece os parâmetros para o uso e ocupação do solo, densidade, índice de aproveitamento, de volumetria (altura e taxa de ocupação), definindo também as atividades a serem implementadas no local. Com investimentos de aproximadamente R$ 500 milhões, a revitalização do Cais Mauá prevê a criação de áreas para comércio, turismo, lazer e cultura.

Câmara Municipal

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Os do NÃO, ou chamados CONTRA-TUDO entram em ação novamente. Eles são contra o progresso da cidade, contra o aumento do número de empregos, contra o desenvolvimento econômico da cidade de Porto Alegre. São contra qualquer projeto que qualifique a orla, o porto. Querem deixar tudo como está. Querem manter o porto abandonado. Querem que a cidade continue estagnada. Querem o NADA !

TUDO POR MOTIVOS POLÍTICOS !  A cidade que se dane !

CHEGA DISSO !

Mentalidade de portoalegrenses e gaúchos está nos fazendo ficar para trás

Reforma do Estado – o muro que o RS não consegue transpôr

O pacote do governo Yeda Crusius para brigadianos e professores não tem um nome de efeito, mas lembra, pela resistência que sofre, experiências de gestões anteriores, como Quadro de Pessoal por Escola (QPE) e calendário rotativo.

Na terra em que o povo valoriza seu espírito combativo e politizado, uma outra face desse perfil – com contornos de conservadorismo, corporativismo e polarização política – barra tentativas de reformas.

Na semana que passou, o governo Yeda Crusius enfrentou uma realidade contraditória: embora tivesse maioria no Legislativo para aprovar os projetos de reforma, o Piratini esbarrou no poder dos interesses organizados.

Mesmo controlando a maior parte das cadeiras na Assembleia, o Executivo não segurou em plenário número suficiente de parlamentares para aprovar projetos de reajuste e de cobrança previdenciária para a Brigada Militar. Quem assustou os deputados? As entidades de classe da BM, que lutam por índice maior de aumento.

– As galerias cheias mudam a opinião das pessoas – disse o líder do governo na Assembleia, Pedro Westphalen (PP), na terça-feira, para explicar a falta de apoio dos aliados.

A briga deve se repetir a partir de segunda-feira, quando o foco estará no pacote do magistério, já enfraquecido pela descrença do Piratini na aprovação do projeto que institui o 14º salário. A resistência vem do Cpers, um dos maiores sindicatos do Brasil, com um histórico de greves que tiraram o sono dos últimos governadores. Para a entidade, o prêmio por desempenho cria um clima de competição na comunidade escolar. A corporação diz se tratar de uma medida neoliberal e tem o respaldo da oposição.

Num sinal de que o tema ultrapassa os limites ideológicos, o cenário é diferente em Pernambuco, Estado administrado por um governador filiado a uma sigla de esquerda e tradicional aliado dos petistas, o PSB. Lá, Eduardo Campos premia os professores com um 14º salário em caso de melhoria no aprendizado.

No Rio Grande do Sul, a resistência dos sindicalistas do magistério contra tentativas de mudança na gestão ganha a simpatia de parte dos gaúchos por conta de uma dura realidade, composta pelos baixos salários da categoria e pela falta de investimentos no setor.

– Essas corporações (de servidores públicos) não estão numa situação ideal, mas para elas parece que o cenário atual é melhor do que qualquer outro desconhecido. Sequer consideram a possibilidade de negociar alternativas. Sempre o melhor é boicotar – diz o cientista político da PUCRS Hermilio Santos.

Britto teve de se afastar da política após impor reformas

O poder das corporações já conseguiu até reverter lei aprovada. No último ano do governo Antônio Britto (1995-1998), sob fogo cerrado, o Piratini aprovou alterações no plano de carreira do magistério. Com relações estreitas com o sindicato, o governo seguinte, de Olívio Dutra (1999-2002), revogou o plano de Britto. Sociólogo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Léo Peixoto Rodrigues crê que o compromisso de entidades de classe com o ideário da esquerda alimenta a velha polarização que caracteriza a política gaúcha. No RS, governo e oposição parecem ser inconciliáveis, tornando mais frágil a posição do Estado em relação ao resto do país.

– A cultura gaúcha valoriza o ato de se colocar contra. E as corporações se colocam contra o Estado, reproduzindo essa dinâmica de antagonismo entre dois lados – explica Rodrigues.

Com menos evidência que o pacote que está na Assembleia, outra luta é travada entre a Secretaria Estadual da Justiça e o sindicato de servidores Semapi. Mentor da lei que permite a transferência de serviços para Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), o secretário Fernando Schüler defende a iniciativa como forma de melhorar a gestão de órgãos públicos. Já o Semapi argumenta que Schüler quer tirar responsabilidades dos ombros do Estado.

O corporativismo não se manifesta apenas em casos de reforma. A defesa dos altos salários no poder público exibe uma lista de argumentos jurídicos para fundamentar a legalidade dos vencimentos. Judiciário e Ministério Público se autoconcedem reajustes baseados na sua independência e autonomia em relação ao Executivo. Como no caso das corporações anteriores, as defesas são legítimas – o problema é que o cofre para tudo é o mesmo e insuficiente.

O enfrentamento das corporações cobra um preço alto. Pioneiro nas privatizações, Britto buscou reformar a máquina pública. Foi uma decisão do seu governo que conseguiu estancar a incorporação das funções gratificadas (FGs) – benefício que dava base legal à formação de supersalários. Com tantas brigas, Britto não conseguiu se manter na política.

– A gente tinha um pacto de consertar o Estado, independentemente do custo eleitoral disso. No fundo, a gente também apostava na maioria silenciosa da população, mas não deu. A força das corporações é descomunal aqui – diz o deputado federal Nelson Proença (PPS), ex-secretário do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais.

De onde vêm a resistência e a polarização

A oposição sistemática a reformas no Estado se alimenta do conservadorismo do gaúcho. Para resistir a iniciativas que mexam com seus interesses, as corporações contam com uma característica da população: a aversão a mudanças.

O espírito conservador no RS é um processo histórico de formação cultural ligado à economia, na visão do cientista político da Ulbra Paulo Moura. Em sua tese de doutorado, Moura constatou que o desenvolvimento econômico no Estado ocorreu tendo a influência externa como ameaça. Isso desde que os produtos agrícolas gaúchos passaram a competir com os da Argentina e do Uruguai. O fenômeno alcançou o século 20, quando os frigoríficos vindos de fora desbancaram a produção artesanal do charque.

– A modernização econômica produziu a sensação de que a mudança é um processo que vem de fora e nos ameaça. Aí, nos apegamos ao que é tradicional – argumenta.

O apego às raízes aparece com destaque no tradicionalismo. Moura alega que os CTGs são “tentativas de reproduzir na cidade a memória de um suposto purismo cultural perdido, de um passado pujante que se perdeu por causa da modernidade capitalista”.

Já o economista Luiz Augusto Faria, da UFRGS, culpa a classe política, que não consegue propor um projeto que seja visto como superior a interesses localizados. Após o fim do modelo que funcionou até a década de 1980 e das reformas neoliberais, acredita Faria, é preciso repensar o papel do Estado:

– As corporações são fortes porque do outro lado não tem alguém dizendo: vocês são menos do que o nosso projeto e vocês têm de se enquadrar nele. Vocês são meio para uma política pública, e não a finalidade do Estado.

Em um ambiente extremamente corporativo, não é possível que o governo desconsidere a posição das entidades de classe, reflete o cientista político Hermilio Santos. As negociações teriam menor desgaste se o governo ouvisse, já na elaboração da proposta, a opinião das categorias, sem esperar pelo embate na Assembleia ou pelo boicote da greve.

leandro.fontoura@zerohora.com.br

LEANDRO FONTOURA

Embates na história

PRIVATIZAÇÕES E EXTINÇÃO DE ORGÃOS
Antônio Britto (1995-1998) foi pioneiro nas privatizações no país, porém, com muita resistência. Houve até invasão da Assembleia por sindicalistas para tentar barrar a venda da CRT. Numa reforma, o governo conseguiu extinguir órgãos como Caixa Econômica Estadual e Companhia Intermunicipal de Estradas Alimentadoras (Cintea). Outros que estavam na mira de Britto, como Corag e CRM, existem até hoje porque, à época, o PDT impediu a votação dos projetos.

QUADRO DE PESSOAL POR ESCOLA
Tentativas de mexer com o funcionalismo, extinção e privatização de órgãos estatais geraram os mais ferrenhos debates no Estado.
Em 1988, no governo Pedro Simon (1987-1990), a implantação do Quadro de Pessoal por Escola (QPE) retardou o início das aulas e prejudicou 25 mil alunos. A intenção do então secretário da Educação, Bernardo de Souza, era remanejar professores para corrigir casos de desvio de função e transferir excedentes. O Cpers era contra o projeto, mas o maior adversário da proposta foi a desorganização na implantação.

MUDANÇA NO PLANO DE CARREIRA
Na gestão Antônio Britto (1995-1998), o governo conseguiu aprovar mudanças no plano de carreira do magistério. Mesmo com a ferrenha oposição do Cpers, Britto conseguiu votos na Assembleia para alterar o regime de trabalho, as férias e os critérios de promoções. Não durou muito, porém. Sensível aos apelos do sindicato, o governo Olívio Dutra (1999-2002) revogou o plano.

CALENDÁRIO ROTATIVO
O projeto do governo Alceu Collares (1991-1994) previa três calendários escolares ao longo do ano com o objetivo de maximizar o uso dos colégios e acabar com a falta de vagas. Apesar da boa intenção, o calendário rotativo foi rechaçado pelo magistério e pelos pais de alunos. Ninguém queria ver alterada a tradicional rotina escolar que previa férias no verão. A secretária da Educação, Neuza Canabarro, foi criticada pelos adversários e só voltou à vida pública em 2005, como vereadora da Capital.

PLANO PARA O MAGISTÉRIO
A mais ousada reforma pretendida pelo governo Yeda Crusius derrubou uma secretária da Educação. Desde o início da gestão, Mariza Abreu planejava reformular o plano de carreira do magistério. Até um especialista americano, o professor James Fishkin, da Universidade de Stanford, foi chamado para conduzir uma pesquisa que comprovaria o apoio da população à proposta. Não deu certo. Diante das resistências e sem apoio dentro do governo, Mariza desistiu do cargo e voltou para Brasília, onde atua como servidora concursada do Congresso.

O espírito conservador

NA SOCIEDADE
- No final de 2004, o publicitário Miltinho Talaveira lançou o Movimento da Glamourização do Litoral. Inspirado pela orla catarinense, Miltinho defendia a transformação da estrutura das praias gaúchas. O publicitário acreditava que parte dos veranistas gostaria de beber espumante na areia e não refrigerante e cerveja. Para muitos, a proposta foi vista como ofensiva.

NO CONSUMO
- Sócio da DCS, Roberto Callage afirma que o gaúcho médio é conservador em relação ao consumo de produtos mais sofisticados. Para o empresário, esse comportamento representa zelo às próprias economias e ao consumo consciente, mas resulta em pequena abertura para inovações e pouca exigência. Da mesma forma, o gaúcho é fiel a produtos e serviços. A propaganda, diz ele, tem de cuidar ao tratar dos valores e da tradição locais.

NO COMPORTAMENTO
- O consultor em comunicação Dado Schneider ri ao lembrar do esforço que fez para desfazer a resistência de colegas gaúchos à contratação do trio elétrico de Ivete Sangalo para o lançamento da Claro, em 1999. “Foi mais fácil convencer os canadenses”, conta.

NA MODA MASCULINA
- Até 2006, segundo o publicitário Miltinho Talaveira, os jovens porto-alegrenses penavam para comprar roupa de alfaiataria não tradicional.

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“A sociedade consegue criar iniciativas, mas não implementá-las”

Gustavo Grisa, EconomistaAos 35 anos, o economista Gustavo Grisa acredita que o Rio Grande do Sul trava uma luta tímida contra o corporativismo. Para mudar esse cenário, defende ele, seria preciso pressão da sociedade civil e renovação dos líderes políticos e empresariais. Grisa, que já passou pela Fiergs, Brasil Telecom e Vale, é autor do livro RS – Sem Medo do Futuro. Atualmente, é sócio-diretor da Agência Futuro, consultoria especializada em desenvolvimento regional. A síntese da entrevista:

Zero Hora – Por que o senhor classifica o Rio Grande do Sul como uma mistura de França com Argentina?

Gustavo Grisa – A França tem perdido espaço na economia da Europa, não fez as grandes reformas, tem um Estado pesado e sofre de imobilismo. Já a Argentina tem condições educacionais e bom índice de desenvolvimento humano, o IDH. Mas isso não tem efeito se não houver modernização da economia. A Argentina insiste numa matriz econômica conservadora, dependente do agronegócio. Como resultado dessa mistura, no Rio Grande do Sul, as despesas do setor público cresceram e a economia não acompanhou. O maior exemplo é a queda da participação do Estado na economia do país.

ZH – Qual a origem do conservadorismo gaúcho?

Grisa – Uma das causas é a baixa renovação de líderes políticos e empresariais. A geração que continua a fazer a cabeça do gaúcho é formada pela mentalidade das décadas de 60 e 70. Nos apegamos também ao apelo do gauchismo e do triunfalismo, que faz parte da cultura gaúcha e tem um lado bom, mas, ao mesmo tempo, nos levou a uma certa autossuficiência e uma postura arrogante. Isso nos faz ter uma menor abertura para o Brasil e para o mundo. Ficamos fechados, com uma visão estreita do mundo, muito local e apegada às mesmas raízes. O problema é que altivez sem acompanhamento da economia é decadência.

ZH – Como é possível estabelecer consensos passando ao largo da disputa política?

Grisa – A concertação é um pacto mínimo. É óbvio que cada governo terá seu perfil, mais à esquerda ou mais liberal. Mas a sociedade consegue criar iniciativas como o Pacto pelo Rio Grande e a Agenda 2020, mas não consegue implementá-las. Há competência em formular, mas não em cobrar

http://zerohora.clicrbs.com.br/zeroh…8&section=1015

ELES QUEREM O ATRASO DA CIDADE, QUEREM VETAR O PROJETO DO CAIS DO PORTO

Eles querem vetar o projeto cais do porto. Querem o atraso da cidade. Querem o NÃO a tudo. NÃO ao desenvolvimento da cidade. SIM ao retrocesso. SIM aos marginais. SIM ao lixo. SIM ao abandono.

 

VOCÊ QUER O ABANDONO DO PORTO ???

VOCÊ QUER LIXO NA ORLA, LIXO NO PORTO ????

VOCÊ FREQUENTA O CAIS HOJE ?

VOCÊ FREQUENTA COM SEGURANÇA A ORLA HOJE ? (TIRANDO IPANEMA QUE É O ÚNICO LUGAR DECENTE DA ORLA)

VOCÊ QUER CONTINUAR COMO ESTÁ ?

E DEPOIS ?  DEPOIS VAI PRA MIAMI, PUNTA DEL ESTE, BUENOS AIRES E OUTRAS CIDADES COM ORLAS MARGNÍFICAS. MAS PORTO ALEGRE NÃO. PORTO ALEGRE TEM QUE SER LIXO, ABANDONO, MARGINALIZADA, JOGADA.

QUEM NÃO QUER O DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO E ECONÔMICO DA CIDADE ????

O mesmo papo medíocre e provinciano continua …

Continuam com esse mesmo papo medíocre e provinciano.
Sinto muito, mas Poa está cansada do retrocesso e da mente pequena e bitolada de vocês.

Caiam na real, vocês são uma minoria idiotizada, cada vez mais odiada por crescente parte do povo dessa cidade.

Vocês tem um largo histórico: No passado mandaram a Ford embora….mandaram o Pontal do Estaleiro fora (bom mesmo é orla cheia de lixos, escombros, ratos e bandidos né), tentaram derrubas os belíssimos projetos da dupla Grenal, e agora querem lutar contra a vontade de todo um estado em recuperar o Cais.

Eu não posso negar que vocês despertam os meus instintos mais primitivos.

Por culpa de pessoas como vocês, Poa ficou tanto tempo a mercê de vagabundos, sendo uma cidade decadente e atrasada (até emplacaram carroças, vocês fizeram), com um centro abandonada a deus-dará, com camelôs por todos os lados.

Bom, Porto Alegre mudou, está mudando.

Preparem-se para uma cidade C-O-S-M-O-P-O-L-I-T-A, com belos edifiícios ALTOS, com belos mobiliários urbanos, e a orla com USO REAL DA POPULAÇÃO, com bares, cafés, hotéis, residenciais, como a cidade TEM DIREITO.

Vocês querem a orla para quê? Pra fumar maconha? Pra serem assaltados? Ou pra vêr aquele lixo que se apresenta?

Vem aí o Fórum Social Mundial..que vocês tanto veneram. A cidade de Poa pegou nojo desse evento que clama pelo arcaico, pela política cega e xiita (como vocês, ecoxiitas, ecoabobados, ecoretardados, ou como bem entenderem).

Nesse fórum inútil, quando forem receber turistas sei lá da onde, apresentem a orla, e se envergonhem do lixo que vocês mesmos estão promovendo.

Quando qualquer um de vocês, for ver o “Pôr-do-Sol” do LAGO Guaíba, e forem assaltados (se não forem mortos), eu juro que vou rir aqui.

Quero vêr se vocês tem CORAGEM para publicar esse meu comentário..

ou se vão fugir, se enconder atrás de grupos de baderneiros, como sempre fizeram…

fico com a 2ª opção…não tem homem nessa comunidade com capacidade de rebater o que eu disse.

cambada de covardes desocupados..

Este foi um comentário realizado pelo leitor Eduardo, que vale estar aqui na parte principal do Blog.

Comentário excelente: CAIS DO PORTO

A intenção de defender a orla do guaiba, as areas culturais, evitando a total privatização das áreas públicas é muito boa e positiva.

Entretanto, quando se fala em ser contra os espigões ocorre é a manipulação das informações, possivelmente, com interesses partidários, algo bastante característico dos portoalegrenses bairristas, tradicionalistas e atrasados.

Vamos ser realistas:
1. O poder público não vai investir na revitalização da orla do guaiba tão cedo. Pelo menos não nas próximas décadas. É importante exigir? Sim, mas com os pés na rocha, sendo realistas.
2. A iniciativa privada está interessada em lucrar com a privatização das áreas públicas? Claro, isso é óbvio. Quem vais investir milhões se não tiver certeza do lucro?
3. O lucro é algo ruim? Deve ser para aqueles que não sabem lidar com o dinheiro, que acham que lucro é pecado, que o lucro é exploração. São idéias criadas por aqueles que desejam manipular o povo ignorante.

Então como privatizar sem prejudicar os interesses da população? Simples, jogando as regras do capitalismo.

Em vez se serem contra os espigões, exijam das incorporadoras áreas de lazer abertas ao público, livre de muros, onde todos tenham acesso. Podem ser praças, parques, calçadões com boa iluminação, fontes e espaços para bares e restaurantes.

Qual o problema de um shopping ao lado do Gasômetro? Em vez de serem contra, exijam que o projeto fique bom, com um design mais artistico, integrado à paisagem, que o público sinta-se bem.

Repito: é manipulação política ser contra os espigões, ser contra a privatização. Sim, defendam a Orla do Guaiba, isto é importantíssimo. Mas defendam com inteligência. O foco não deve ser contra os “espigões”, mas contra os projetos mal formulados, segregadores da população.

Gabriel, Porto Alegre

Surgem os grupos que querem PROIBIR o Cais Mauá

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“Querem mudar seu regime urbanístico para permitir a construção de espigões com até 100m de altura, demolir galpões que não são tombados, construir mais um Shopping Center, bem ao lado do Gasômetro e ainda criar cerca de 5.000 vagas de estacionamento no porto. Claro que também querem residências lá… afinal esse é o filé mignon da construção civil.  A desculpa para isso é a criação de  lojas, bares, restaurantes disponíveis para o povo. Mas nem se fala em usarem os galpões e prédios majoritariamente para uso CULTURAL, que é o que o povo quer e precisa. Pois isso não dá lucro para os que querem sempre privatizar os espaços públicos.

Nós temos posição:  NÃO  AOS  ESPIGÕES  NO CAIS MAUÁ !

O Cais tem que ser recuperado e preservado para usufruto Público e acesso universal, com espaços culturais, lazer e gastronomia a toda população.”

Fonte: http://poavive.wordpress.com/

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Existe ALGUM plano para a orla de Porto Alegre ?

O Distrito Federal decidiu dar um upgrade na orla de seu lago, e permitir que os moradores da cidade possam ter acesso, e qualificado.

E Porto Alegre, tem planos para sua orla ???

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Margens do lago de cara nova

Governo local pretende retomar o Projeto Orla, que tem como essência democratizar o acesso ao espelho d’água.

Para visualizar em tamanho real, clique aqui: http://i243.photobucket.com/albums/ff170/pesquisadorbsb2/pri-0811-conchag.jpg

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Três áreas de lazer estão previstas, ao custo de R$ 20 milhões

Os brasilienses ganharão três novas áreas de lazer à beira do Lago Paranoá até o fim de 2009. O GDF pretende retomar o Projeto Orla, que se arrasta governo após governo há 12 anos. Para isso, contratou uma empresa de arquitetura que reestudou o projeto e propôs novas soluções para a democratização do acesso ao espelho d’água. Em dois anos, sete pólos serão construídos, mas três deles foram eleitos como prioridade: a Concha Acústica, que será revitalizada, o Parque Anfiteatro Natural do Lago Sul, entre as QLs 12 e 14, e o Beira Lago, um espaço gastronômico ao lado da Ponte JK.

http://www.correiobraziliense.com.br/impresso/

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E Porto Alegre, tem algum plano para a sua orla ???

RicardoH

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