Estádio Olímpico remodelado

Conselheiros defendem a manutenção do estádio do Grêmio na Azenha   

Estádio Olimpico pode ser remodelado

Estádio Olímpico pode ser remodelado

Na próxima terça-feira, o Conselho Deliberativo do Grêmio decide se aprova ou não o projeto de construção da arena. Não deve, no entanto, ser o único estudo sobre o estádio a ser analisado no clube em um futuro próximo. Um grupo de conselheiros deve apresentar um plano diretor para a área onde hoje está o Olímpico. De autoria do arquiteto Plínio Almeida, o projeto prevê a remodelação do estádio com a construção na área da Azenha de um centro de eventos, um prédio comercial, um centro comercial, um prédio residencial e um estacionamento com vaga para até 2 mil carros. Tudo interligado.
O estudo prevê também o rebaixamento do gramado em 1,5 metro, o que poderia aumentar a capacidade de público entre seis e 16 mil torcedores. A previsão é de que o público total fique em torno de 60 mil pessoas. Almeida também sugere que a atual marquise seja substituída por uma estrutura metálica translúcida que poderia avançar até 8 metros a mais do que atualmente. Dessa forma, se evitaria problemas com infiltração.
O principal diferencial do projeto, segundo seus defensores, não é qualquer aspecto técnico da obra, mas sim a autonomia do clube. Enquanto a arena no bairro Humaitá seria gerida pela Grêmio Empreendimentos e construída pela OAS, o projeto dos conselheiros aponta para diferentes parceiros em cada uma das obras. Ou seja, o centro de eventos poderia ter um construtor diferente do centro comercial. Os envolvidos preferem não estabelecer um prazo para a conclusão da obra, mas lembram que ela pode ser desenvolvida sem prescindir de jogos no Olímpico. Basta dividir o estádio em módulos e realizar um por vez. E o prazo para sediar a Copa do Mundo? ‘Não estamos preocupados com a Copa do Mundo. Nos interessa que seja um bom negócio para o Grêmio’, afirma o conselheiro Flávio Jacobus.
Os primeiros esboços de Plínio Almeida datam da primeira metade da década de 70. Ainda assim, em síntese o projeto já apresentava semelhanças com a Arena. ‘Nossa solução é simples e dentro da realidade brasileira’, observa o arquiteto.
O estudo chegou a ser apresentado no início de 2000 no clube, mas foi praticamente ignorado. ‘Nunca quiseram nem tomar conhecimento. Foi apresentado, mas a diretoria não deu bola na época’, afirma Almeida.
 
Correio do Povo, 14/12/2008



Categorias:Grêmio e Inter

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5 respostas

  1. O Olimpico tem mais de 54 anos de existência, ja comportou no passado mais de 75 mil pessoas, e hj devido aos problemas estruturais, que até levou a interdição do estadio em 1990, só comporta 46 mil torcedores. Se colocarem cadeiras no anel inferior ficará reduzido a 35 mil lugares. Vamos pensar pra frente, chega de viver de passado, se fosse por esses retrógrados o Grêmio ainda estaria na Baixada.

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  2. Se Porto Alegre perder a Copa, os contra-tudo vão fazer uma baita festa para comemorar.

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  3. A área do Olímpico não comporta um empreendimento desses… e o estádio continuaria com seus problemas estruturais. A arena tem que ser no Humaitá! É bom pro Grêmio e pra Porto Alegre. SÓ NÃO ENTENDO PQ O CORREIO DO POVO, ao que parece, TB É CONTRA A ARENA… COMO FOI CONTRA O PONTAL… MUITO ESTRANHO….

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  4. É verdade, só querem é derrubar a arena, por questoes pessois.. não querem q o odone tenha seu nome eternizado no clube…

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  5. Porto Alegre mais uma vez dando sinais de atrazo, de volta no tempo. Vamos perder a Copa para uma cidade bem inferior a Poa se continuarem assim…

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