RS recebe nova plataforma de R$ 1,2 bi, a P-63, da Quip

Foi confirmada esta madrugada a próxima construção no RS da plataforma oceânica P-63 da Petrobrás, cujo contrato acaba de ser abiscoitado pelo consórcio Quip, o mesmo que produziu a P-53, este ano, em Rio Grande.

 “Recebi o aviso dos empreendedores as 3h30m da madrugada”, disse  ao editor o secretário gaúcho da Sedai, Márcio Biolchi, que estava de plantão há três meses aguardando a informação. Trata-se de um negócio de R$ 1,2 bilhão e que gerará 2 mil empregos diretos em Rio Grande. Durante a construção, que durará três anos, até 4 mil trabalhadores serão usados.

A P-63 terá seu casco produzido em Singapura, como a P-53, e depois será toda construída em Rio Grande.

A atração da P-53 (Lula veio pessoalmente bater a quilha) e a conquista, agora, da P-63, são desdobramentos de um trabalho continuado iniciado no governo Rigotto e levado adiante com força pelo governo Yeda. Nos últimos três anos, Rio Grande mudou de cara. Apesar dos esforços do Senai e do Sebrae, já falta mão-de-obra especializada.
– A notícia ajuda a consolidar o Pólo Naval de Rio Grande, que vai concluindo o dique seco (ampliado) da W. Torre, já programou estaleiros novos da Wilson Sons e também da W. Torre e garantiu a nova plataforma, a P-63. Em Pelotas a Cia. Câmara trabalha para implantar outro estaleiro.
– O clima em Rio Grande é de muito otimismo, porque além do pólo naval, o município também teve confirmados pelo menos três outros mega-empreendimentos, este ano: 1) o terminal de estocagem e regaseificação, além da usina de 1 mil MW da Gas Energy (US$ 1,2 bilhão). 2) a fábrica da VCP (US$ 1,2 bilhão). 3) o novo porto da Aracruz em São José do Norte (R$ 200 milhões). 

Polibio Braga.

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Uma ótima notícia para o Estado do RS, em meio a outras não tão boas.  Precisamos de investimentos para manter o crescimento do RS, darmos empregos para a nossa gente e mais renda e desenvolvimento para todos.

 



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