Tudo leva a crer que incêndio na Aracruz foi criminoso

 

Depois de destruição das pesquisas, empresa agora pode ter sofrido incêndio causado por grupos contra a empresa no Estado

O delegado Cleandro André Jarczweski, responsável pela investigação das causas do incêndio na área de plantio da Aracruz em Butiá, esteve na manhã desta terça-feira no local, às margens da BR-290. Segundo o delegado, o principal indício de que o fogo possa ter origem criminosa é o fato de ter começado simultaneamente em três locais diferentes. Além disso, havia chovido nos últimos dias. Isso impossibilita a hipótese de que o fogo tenha surgido espontanemente, segundo Jarczweski.

O Instituto-Geral de Perícias inicia ainda hoje a análise do local. Também está sendo ouvido o supervisor de vigilância da Aracruz, que foi o primeiro a chegar ao local do incêndio. Não há câmeras de vigilância na área.

O fogo não chegou à vegetação, se restringindo às toras que estavam prontas para serem transportadas à fábrica de celulose em Guaíba. Se for confirmado que houve incêndio criminoso, a Polícia Civil investigará se há vinculação entre esse incidente e outros ataques sofridos pela Aracruz no Rio Grande do Sul.

A empresa calcula preliminarmente em 3 mil metros cúbicos a área que foi consumida pelas chamas — como o custo do metro cúbico é de US$ 20, o prejuízo financeiro pode chegar a US$ 60 mil (R$ 132,6 mil).

ZH



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