Porto Alegre carece de um Prefeito, de um ADMINISTRADOR PÚBLICO

Quem sabe o Fogaça não deve se lembrar do motivo pelo qual senta na cadeira do pequeno palácio em frente à Praça Montevidéo: para representar o povo, ‘executar’ a cidade. Decidir, estudar, propor a cidade.

E não dizer: “sou incapaz de decidir coisas. Sou incapaz de governar. Sou incapaz de ser prefeito.”

Quero só ver qual será a próxima palhaçada: um referendo popular para decidir se deveremos trocar ou não as tampas quebradas de bueiros da cidade? Se devemos ou não pintar as faixas de trânsito apagadas?

Pelo visto Porto Alegre carece de um Prefeito, de um ADMINISTRADOR PÚBLICO.

Rodrigo Marques, MOVE-POA



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