Brasil na dianteira: Ceitec produz 15 mil chips para Altus

A Ceitec entrega nesta quinta-feira  15 mil chips GBL para a Altus Sistemas de Informática. O circuito integrado vai ser utilizado na linha de produtos chamada Série Ponto, que serve para automação industrial. A fábrica da Ceitec fica em Porto Alegre. É a única do gênero no Brasil.

É o primeiro lote de chips produzidos em escala comercial em todo o Brasil. Isto é inédito no País. A Ceitec vai produzir chips sempre em grande escala.

O chip da Ceitec foi o primeiro desenvolvido no Brasil em grande volume. As 15 mil peças foram criadas, desenhadas, transformadas em produto e comercializadas no RS. O circuito ganhou o prêmio inovação tecnológica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 2008.

Site: www.ceitecmicrosistemas.org.br

Políbio Braga, 29/04/2009

Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec S/A), em Porto Alegre

Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec S/A), em Porto Alegre



Categorias:Economia da cidade

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1 resposta

  1. Primeiramente parabéns pelo blog, conheci o porto imagens faz algumas semanas e achei exelente as opniões e ideias.
    Sobre o post, assisti uma palestra de um dos diretores contando a história do Ceitec e de como ele veio parar justo em Poa, é digno de um filme de ficção. Foi por muito pouco que o ceitec não foi para São Paulo, na época aqui era o governo Olivio que não viu a importancia que seria esse centro.

    Em 99 uma fabrica da motorola no Texas iria renovar seus equiamentos e resolveu doar parte dos sua tecnologia antiga a alguma instituição, na época trabalhava um engenheiro gaúcho lá que conseguiu fazer a Motorola enviar os equipamentos para cá. O bigodudo do Olivio quase que faz com o ceitec o mesmo que fez com a Ford, havia um enorme interesse entre Paraná e SP para atrair o ceitec e um completo descaso aqui no RS.

    Após uma burocracia sem fim o ceitec ganhou um terreno na lomba do pinheiro em 2001 e veio definitivamente. Nem é preciso falar da localização, longe de tudo. Aquela região tem graves problemas de fornecimento elétrico, quem já estudou no campus do vale sabe muito bem disso. Os cabos da rede eletrica são furtados constantemente, a rede não pode ser ampliada porque passa numa reserva ambiental. O proprio diretor nos contou que eles tiveram que comprar geradores de energia pois cada hora de blackout eram milhares de reais em prejuizo.
    Além da criminalidade altíssima e transporte ruim no bairro.
    O governo insiste em construir polos industriais em locais sem as minimas condições de trabalho. E é interessante, pois o Estado adora construir predios publicos lá no Praia de Belas e nos entornos do aterro dos açorianos. Mas querem que as empresas se instalem na restinga e lomba do pinheiro. Queria ver caso fosse o contrário, imagina o palácio piratini lá no campo da tuca, o tribunal de justiça no morro da Policia, mistério do trabalho na vila dos papeleiros.

    abraços

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