Sucessão estadual dá nó no projeto Portais da Cidade

O prefeito José Fogaça não está entendendo a sucessão de entraves imposta pelo governo federal ao seu projeto Portais da Cidade.

A coisa começou com a orientação do ministério da Fazenda para que a prefeitura trocasse o agente financeiro, no caso o Banco Mundial, o que foi feito.

Quando se imaginava que o impasse desataria o nó, eis que a Cofiex avisou: “Não dá para aprovar o aval ao pedido de financiamento porque existe colisão nos traçados das rotas dos Portais e do Metrô (a hipotética linha 2 que construiria a Trensurb, que é federal).

– O editor acha que seria melhor o prefeito sair da órbita do duríssimo neotrotskista gaúcho Arno Augustin e tentar ingresso no quadrante da também gaúcha Dilma Roussef. Afinal, são softs as relações entre Fogaça e Dilma.

Políbio Braga, 29/04/2009

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Se tivermos que optar pelos Portais ou Metrô Linha 2, fico com o segundo! Talvez o governo federal não queira investir nos 2, embora os Portais sejam para a iniciativa privada. Mas prefiro o Metrô.



Categorias:Metro Linha 2, portais da cidade

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2 respostas

  1. Acho que possível conciliar metrô com um bom sistema de transporte por ônibus. Aliás, mesmo se tivessemos todo o dinheiro do mundo, seria impossível ter uma rede de metrôs que atendesse toda a cidade.

    São transportes complementares que devem ser tratados em conjunto.

    Mas, as disputas e radicalismos políticos do RS não permitem que venha a ocorrer uma discussão racional sobre o assunto.

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  2. Poxa, será que o prefeito não enxergou esse detalhe do projeto?

    Tomara que agora ele se dê conta que não precisa de uma obra tão grande e tão permanente (os portais) para resolver o problema do transporte coletivo em POA.

    É bem simples: sistema tronco-alimentador, baldeação distribuída ao longo do corredor, passagem integrada por tempo. Custo = zero.

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