Rede gaúcha de hotéis Intercity vai construir hotel de 30 andares!!!

EM  SALVADOR  !

salvadorJá está em construção o 15º hotel da rede gaúcha Intercity. Ele sai em Salvador. O empreendedor é o grupo espanhol Syena, que investe perto de R$ 200 milhões num complexo de quatro torres ao lado do Salvador Shopping. Ali saem residências, empreendimentos comerciais e hotel. A torre do hotel terá 30 andares, mas até o 17º andar funcionarão lojas e escritórios.

Em abril, ingressou na rede o hotel de Fortaleza, o Golden Fortaleza Flat, na praia do Mucuripe.

No ano passado, o grupo Intercity faturou R$ 55 milhões. São 14 hotéis, três dos quais em Porto Alegre. O hotel mais antigo da rede é o Bavária, de Gramado, criado pela avó (dona Frida) do atual CEO e um dos acionistas do Intercity, Alexandre Gehlen.

A rede Intercity começou de verdade pelas mãos do mitológico empreendedor gaúcho Ernesto Corrêa, que se aliou a outros investidores e em 1999 criou o Intercity de Gravataí. Depois também bancaram o Intercity Express, de Porto Alegre e os hotéis de Florianópolis e Caxias. Só a partir daí a rede adotou a fórmula do flat, um sistema de condomínio residencial, como que um pool de locação. Foi como saíram os demais hotéis. Nesse sistema, os investidores compram os apartamentos e eles são administrados pela bandeira hoteleira.

No ano passado, segundo Alexandre Gehlen, a rede do Intercity registrou taxa de ocupação média de 73% (em Porto Alegre, a média foi de 76%). “Foi um belo ano”, disse o CEO do Intercity. A receita por apartamento disponível, índice que mede a saúde do negócio, foi igual a 5% na média brasileira; 6% a 7% em Porto Alegre e mais do que isto na rede administrada por Alexandre Gehlen.

A rede Intercity acaba de lançar um cartão inteligente da bandeira GoodCard, que serve para liquidar as contas dos hóspedes, mas pode também ser usado como chave para os apartamentos.

Polibio Braga



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5 respostas

  1. Prezado senhores:
    Boa tarde.

    Tenho uma área de 70000m² de frente para o mar Ilha de Santo Amaro – Gurujá -SP conhecida com o PRAINHA BRANCA, é ultima área fechada com acesso restrito.
    Tenho intensão de vender, ou fazer uma composição de negocio.
    Caso tenham interesse esta área por ser vista atraves de fotos via satilite, é ultima praia da ilha antes da desembocadura do canal da Bertioga, mar grosso.
    Hoje o valor do m² em loteamente próximo gira em torno de $1.500,00 0 m², como minha área ainda esta cadastrada como rural, a base de negociação é de $500,00 0 m².
    Caso desegem um contato ( 019 – 3585 44 48 / 3581 59 92)
    Grato.

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  2. ^^ Pelo amor de Deus!!
    Ta mais do que na cara de que isso eh um projeto craido por uma crianca de 12 anos de idade.
    Piada.

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  3. Alguém sabe alguma coisa sobre o novo plano diretor de Fortaleza? olhem isso : http://www.blogdotiago.com/2009/03/31-de-marco-de-2009-fortaleza-tera.html

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  4. Renato, é impossível calcular o número de investimentos que POA perde a cada ano, devido a essa limitação ridícula de altura das construções (que agora querem diminuir para cerca de 30metros no máximo).
    A verticalização é algo irreversível em qualquer grande cidade do mundo, menos aqui! Porto Alegre tem 40% de sua área constituída de morros ou “zonas rurais”, onde é proído construir qualquer coisa!!

    A forma que os políticos encontram de evitar grandes investimentos públicos na nossa cidade é evitar, também, os grandes investimentos privados.

    Pense comigo: a construção de grandes prédios (comerciais ou residencias) aumentaria em muito o fluxo de pessoas em determinadas regiões da cidade. Isso demandaria, por parte do poder público, melhorias na infra-estrutura da região, como alargamento de vias, novos acessos, construção de metrô, etc…coisas caras, porém importantíssimas.

    Então, é muito mais cômodo e simples para o governo proibir as grandes construções, empurrando com a barriga um DEVER deles.

    É muito mais fácil assinar um documento que proíbe TUDO, do que investir nas necessidades de nossa capital.

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  5. Eu sugiro outro assunto para debatermos: o limite de altura nas construções da Av. Carlos Gomes.

    Eu sou a favor de ilimitar o tamanho das edificações, por 2 motivos:

    1) Muitas pessoas, de bairros afastados, estão reclamando que as “Goldszteins” da vida estão invadindo seus bairros com construções. É notável que chega a um ponto que não há mais espaço, ou seja, ao ilimitarmos, os edifícios cresceriam “para cima” ao invés de “para os lados”.
    2) A Av. Carlos Gomes é a “Avenida Paulista” dos gaúchos, não limitando a altura dos prédios faremos uma avenida como tal, que eu, estudante de engenharia, acho bonito. São desafios para a engenharia, prédios altos com arquiteturas incríveis. É um grande aprendizado também.
    Vejo cidades nos EUA, que são menores que Porto Alegre, mas ostentam grandes edifícios.

    Acho interessante lançar um post sobre isso. Um abraço à todos leitores deste belo blog.

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