Finalmente iniciam obras na Praça da Alfândega

Dez árvores da Praça da Alfândega serão transplantadas por causa de obras

Trabalho faz parte do Programa Monumenta, mas será transferido em caso de chuva

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) autorizou o transplante no fim de semana 10 palmeiras da Praça da Alfândega, no centro de Porto Alegre, para que possam iniciar as obras do Programa Monumenta. Serão transferidas palmeiras da Califórnia. Três árvores serão levadas à Praça Brigadeiro Sampaio e à Avenida João Pessoa. Outras sete serão remanejadas para área dentro da própria Praça da Alfândega. Se chover, o trabalho será transferido.

O Programa Monumenta, que tem por objetivo recuperar monumentos, praças e ruas do país, dará nova cara à Praça da Alfândega, que voltará a ter sua formatação original. Em Porto Alegre, a área do Monumenta tem 24,5 hectares, dentro do quais estão 170 imóveis públicos e privados que compõem o acervo a ser preservado.

Três árvores serão levadas à Praça Brigadeiro Sampaio e à Avenida João Pessoa. Outras sete serão remanejadas para área dentro da própria Praça da Alfândega - Foto: Ronaldo Bernardi - ZH

Três árvores serão levadas à Praça Brigadeiro Sampaio e à Avenida João Pessoa. Outras sete serão remanejadas para área dentro da própria Praça da Alfândega - Foto: Ronaldo Bernardi - ZH

Zero Hora



Categorias:Revitalização do centro

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4 respostas

  1. Talvez eu seja o maior dos saudosista, e esta notícia me chamou a atenção, pois temos praças lindíssimas, restaurá-las como em sua concepção original é simplesmente demais, concordo com a observação que Felipe Mobus (acima) faz, referente a iluminação, e nada mais original do que colocar postes em formato dos antigos lampeões a óleo e com os materiais hoje existentes, isto não seria difícil.
    Outra sugestão é a de confeccionar quiosques (redondos) como o que existia no início do século passado, também se utilizando de materiais e infra-estruturas atuais, os que hoje estão lá, não estão em harmonia com a praça.
    Na europa são restaurados prédios milenares, ruas estreitas casarões são patrimônios mantidos a todo custo, pois o retorno é quase que imediato através do turismo.
    -Vamos pensar em catalogar nossas casa centenários do Centro Histórico.

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  2. Excelente! Porto Alegre precisa observar as outras cidades mais avançadas, que mantém suas praças em meio aos prédios, mas controlam o crescimento das árvores através de poda ou realocações. Isso é importante para manter uma iluminação à noite e para destacar a arquitetura do entorno.

    Mais ou menos relacionado: um pet peeve que eu tenho com Porto Alegre é a forma como executamos a iluminação pública, com lâmpadas potentes *acima* da copa das árvores. Ter as ruas mais arborizadas entre as capitais é bonito, mas gastar energia elétrica para fazer sombra de noite não é nada inteligente, tampouco seguro.

    Há quem alegue que abaixar as lâmpadas facilitaria o serviço de vândalos, mas eu observo que mantê-las altas facilita o serviço dos assaltantes. Uma opção que eu já vi executada em outras cidades (e.g. Capão Novo) é incentivar os proprietários a ter lâmpadas baixas voltadas para rua dentro de suas propriedades, já que as ubíquas grades protegeriam o equipamento. Alguns lugares em Porto Alegre fazem isso (e.g. prédio da Unimed da Farrapos) – talvez só falte algum incentivo fiscal para isso (sim taxa de iluminação pública, estou olhando pra você).

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  3. Tb fiquei muito feliz em imaginar poder olhar o seu entorno e contemplar esses belos prédios escondidos.

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  4. Otima noticia……Nao vejo a hora deles tirarem metade dessa floresta e deixarem os belos predios do seu entorno em destaque.

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