Beto Moesch pede explicações sobre a nova Beira-Rio

O vereador Beto Moesch (PP) enviou um pedido de explicações à Prefeitura sobre o projeto de duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva – a avenida Beira-Rio. Segundo Moesch, na licença de instalação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) que permite o início das obras de alargamento da pista não constam aspectos importantes de impacto ambiental. ‘Conforme estabelece a legislação estadual e a municipal, antes da licença deveria haver uma audiência pública com a sociedade e o Estudo Prévio de Impacto Ambiental, o Eia-Rima’, cobrou.

A duplicação da avenida atingirá o Parque Marinha do Brasil e a orla do Guaíba. ‘A obra apresenta alto potencial poluidor. Por isso, é preciso levar em conta a preservação de vegetais e a destinação adequada dos resíduos gerados pela obra’, enfatizou. Moesch enviou ofício sobre isso a todos os integrantes do Conselho Municipal do Meio Ambiente. ‘Um projeto desse porte precisa da participação da sociedade para definir as medidas de mitigação e compensação ambiental’, alertou.

O secretário do Meio Ambiente, Professor Garcia, afirmou que ainda não recebeu a solicitação do vereador, mas antecipou que o Eia-Rima do Parque Marinha do Brasil foi feito porque a duplicação atingirá uma área do parque. ‘A primeira fase do alargamento da pista será da altura do Estádio Beira-Rio até a avenida Ipiranga. Somente na segunda etapa da obra é que serão feitos os estudos de impacto ambiental no Parque da Harmonia e na Usina do Gasômetro’, esclareceu.

Garcia acrescentou ainda que a obra faz parte do planejamento de ampliação de vias como a avenida Tronco, na Vila Cruzeiro do Sul, e a avenida Voluntários da Pátria, no bairro Floresta. ‘Porto Alegre está se antecipando para ser uma das primeiras cidades-sede da Copa de 2014 a receber recursos federais do chamado PAC da Copa’, salientou. 
 
Correio do Povo



Categorias:COPA 2014, Meios de Transporte / Trânsito

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5 respostas

  1. Acho que não vou mais acessar esse site para não ficar sabendo da calamidade que se passa em Porto Alegre ante seus projetos tão necessários e bonitos para a cidade. Pessoas como B. Moesch simplesmente deveriam ser expulsos da cidade sem direito a retorno, são esse tipo de parasitas que infestam as pessoas que nada entendem e acabam se deixando influenciar. A cidade está sendo governada pelos ecoxiitas, eles tomaram conta e nada mais sairá. Fogaça! Tome vergonha nessa cara e comece a governar essa cidade, não deixe que essa menoria que votou CONTRA o PONTAL comece a votar contra tudo que for apresentado, voce sabe disso, portanto NÃO a consulta popular ou nada mais será construido de importante nessa cidade até que essa raça se extermine…

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  2. Afinal…. o que o Beto Moesch quer??? Eu não consigo entender. Foi ELE que começou todo aquele movimento contra o Pontal, e agora ele é contra qualquer coisa boa para Porto Alegre. Acho que os porto-alegrenses deveriam considerá-lo persona non grata. Ele é contra Porto Alegre e contra o Rio Grande. Enquanto POA retrocede com poucos que infelizmente tem mais voz do que 1.400.000 habitantes, a RM esbanja vigor e crescimento. Nós, como moradores da RM, gostaríamos que capital e RM crescessem juntas.

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  3. O mais triste eh saber que os 18.000 ecoxiitas tem mais voz e poder do que os outros 1.400.000 habitantes da cidade.

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  4. Se a coisa continuar do jeito que está… Porto Alegre vai perder uma chance de ouro (Copa 2014) de mudar o perfil da cidade. Os contra-tudo estão boicotando TODOS os projetos!!!

    Não querem a duplicação da Beira-Rio, não querem a construção de prédios arrojados no Pontal e Caís do Porto, não querem melhorias na cidade…

    Que tristeza…

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  5. Falando sério, é claro que toda obra preisa de estudos, e ninguém deseja efeitos maléficos des empreendimentos que são feitos na cidade.

    Mas Beto Moesh e outras pessoas não buscam somente o legítimo, que são os estudos de impacto. Se observarem suas palavras, seus discursos, há a mensagem clara de que ele:
    1) previamente ele já é contra os empreendimentos
    2) já entra condenando, criticando e julgando os empreendimentos como coisa o diabo
    3) dá a mensagem de que, como todo empreendimento, já por principio, é algo condenável, maléfico, fruto de ganancia da burguesia e ganância do Governo do Mal
    4) portanto, face ao caráter completamente nocivo e pecaminoso de qualquer empreendimento, devem ser condenados e proibidos

    tudo isso, previamente. Analisem o discurso dele e verão.

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