Primeiro Natal com o camelódromo e com as ruas do centro livres

Este final de ano será um marco para a população que circula pelo Centro Histórico de Porto Alegre. Será o primeiro natal sem os camelôs na Praça XV e arredores. Para garantir o bom fluxo e a manutenção do livre acesso às calçadas, o secretário da SMIC, Idenir Cecchim, irá ampliar e intensificar as ações no mês de dezembro, em conjunto com a Brigada Militar e a Polícia Civil, com o intuito de combater furtos e o comércio ilegal, no centro da capital.

Centro sem camelôs. Foto: Gilberto Simon

“Depois da abertura do Shopping do Porto – Camelódromo, ficou mais fácil de monitorar aqueles que ainda insistem em vender mercadorias piratas no centro. Neste natal, a população tem mais uma opção de compras, o camelódromo, que tem preços bons e variedades em mercadorias”, ressaltou Cecchim.  

A Operação Papai Noel, assim chamada a ação especial realizada no mês de dezembro pela SMIC, terá um aumento no efetivo da BM entorno de 50%, devido ao convênio firmado entre a prefeitura e a Brigada Militar.

 Site Idenir Cecchim,  Secretário SMIC



Categorias:Revitalização do centro

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1 resposta

  1. “Ele não sabia que era impossível; foi lá fez”: é um cliche surradíssimo, mas deveria ser o lema dos políticos porto-alegrenses.

    Mas, salvo raras exceções como essas dos camelôs, por enquanto vigora o pensamento de que, se é impossível fazer, melhor nem mexer no assunto.

    – METRÔ: “é muito caro”; “é coisa de cidade rica”; “a União deveria financiar”; “o município é que deveria fazer”; “melhor continuar investindo em ônibus”…

    – FLANELINHAS: “melhor eles estorquindo do que roubando”; “a culpa é do problema social”; “melhor regularizar para poder fiscalizar”…

    – Tratamento do ESGOTO: “nosso governo está fazendo a sua parte, daqui a 100 anos o Guaíba estará limpo”; “custa caro e não dá voto”; “ninguém quer tomar banho no lago, pois todos preferem ir para a praia”…

    – CARROCEIROS; “a culpa é do problema social”; “melhor do que deixar o lixo na rua ou jogá-lo no aterro”; “as pessoas tem direito de sobreviver”; “como vamos negar o lixo para esses pobre coitados”…

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