Trensurb busca novos trens

Trens terão 6 vagões e serão climatizados

O presidente da Trensurb, Marco Arildo Cunha, afirmou que já foi solicitado ao Ministério das Cidades recursos para a compra de novos trens, face à expansão da linha, que irá até Novo Hamburgo. A construção da nova estação foi confirmada ontem durante a solenidade que celebrou os 25 anos de atividade da Trensurb. Além disso, até o final de 2011, São Leopoldo deverá ganhar mais uma estação.

Arildo Cunha disse que a ampliação da frota atual – 25 trens com 4 vagões – para 32 trens de seis vagões aumentaria a capacidade de transporte em 50%. “Queremos trens climatizados, que proporcionem maior conforto. Com a questão da gripe A, isso se tornou uma necessidade”, observou.

O ministro das Cidades, Márcio Fortes, parabenizou a direção e os funcionários e enfatizou que existe a possibilidade de renovação da frota. A festividade reuniu a direção da companhia, funcionários e diversas autoridades, além do mascote da companhia, o Zurbinho.

Os representantes de quatro cidades atendidas pelo serviço de transporte – Porto Alegre, Canoas, Sapucaia do Sul e Novo Hamburgo – compareceram ao evento.

Criada em 1980, a Trensurb começou a operar em 1985. O número de passageiros transportados até agora superou 956 milhões. A distância percorrida pelos trens nesse período equivale a 58,9 milhões de quilômetros. A primeira etapa da linha totalizava 27 quilômetros e 15 estações, saindo da Capital rumo a Sapucaia. Após alguns anos, a distância foi ampliada para 33,8 quilômetros, abrangendo São Leopoldo. A última etapa, que irá até Novo Hamburgo, está em andamento.

 Correio do Povo



Categorias:Metro Linha 1

1 resposta

  1. Na verdade me causa muito espanto que só agora, depois de 27 anos de existência, a Trensurb venha a lembrar do seu passageiro.
    Utilizo esse transporte diariamente, desde de o inicio da operação do mesmo, sofrendo o imenso desconforto com a falta de climatização destas composições.
    Imagine-se no interior de uma “caixa” de metal, com a temperatura externa próxima dos 40 graus (a temperatura interna sem dúvida é muito mais elevada), e com o barulho intenso da ventilação forçada, durante uma viagem de mais de 30 minutos.
    Sempre que estou no interior do trem, com o suor escorrendo pelo corpo me pergunto:
    – Quanto fizeram a licitação internacional para compra das atuais composições não pensaram neste detalhe?
    – porque ainda não climatizaram as atuais composições (poderiam trocar espaço publicitário no interior dos vagões com empresas particulares que assumissem os custos da climatização dos mesmos)?
    – Porque não colocam um filme, tipo “insulfilme”, nas janelas e portas do trem, minimizando os efeitos do sol sobre os passageiros?
    – a utilização da ventilação forçada em dias de temperatura elevada tem alguma efeciência na atenuação do calor ou só causa mais incomôdo devido ao ruído intenso?
    – Porque não fazem uma cobertura sobre o pátio onde os trens ficam estacionados, para que não venham “fervendo” para a linha?
    – Porque não há bebedouros de água nas plataformas das estações?
    – Porque não fiscalizam a observação da proíbição do fumo nas plataformas?
    – Porque não coibem o comércio e a mendicância no interior das composições?

    Realmente a TRENSURB tem muito o que fazer no sentido de melhor atender seus usúarios.
    Gostaria de lhe propor que realiza-se uma pequena viagem de TRENSURB, numa tarde quante deste mes de março, para avaliar o desconforto que passamos diariamente neste trem.

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