O centro parece que volta a respirar, mas …

Ainda há diversos problemas a resolver, e não simplesmente varrer pra baixo do tapete. Exemplifico com estas fotos, de prédios que são belos espécimes do patrimônio histórico e estão agonizando (ou não, mas estão deteriorados), alguns inclusive em poder da iniciativa privada. Vejam:

Este prédio na Andradas:

E este famoso prédio (somente a fachada) que está por desabar … o que se faz com ele ?

E o nosso famoso esqueleto …  vai continuar igual ?

Fotos: Gilberto Simon (as duas primeiras, de celular)



Categorias:Revitalização do centro

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4 respostas

  1. Acompanhado de turistas, tentei almoçar no Mercado Público no feriado de Tiradentes. Estava fechado. Segui pela Júlio de Castilhos, e entrei à direita na Rua Marechal Floriano (quase invisível, espremida pelas bancas de frutas da ex-Praça Pereira Parobé), e estacionei diante do “Esqueleto XV de Novembro”, o que já me rendeu algumas explicações… mas a idéia era surpreender com o bucólico Chalé da Praça XV, que estava aberto. Infelizmente, um festival de umbanda ocorria no democrático Largo Glênio Peres. Com todo o respeito, eu me recusei a almoçar ouvindo gritos e batuques. Olhei decepcionado para os amigos e corri pro BarraShopping. A gente tenta ajudar o Centro, mas é difícil. Como é que um lugar assim vai ser “point”? É duro.

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  2. Não vejo oq fazer com esses prédios degradados a tal ponto a n ser construir outros em seu lugar com base na planta original como vem acontecendo em Berlin e seu famoso palácio da república que será recosntruido nos moldes originais, mas isso tudo a custos elevados. Nos casos citados aqui, a dmoliçao dará o mais rápido resultado positivo do que deixar esses prédios anos atirados as traças e ainda correndo o risco de desabar sobre alguém, vendo que a sua arquitetura original já está toda desfigurada com janelas já preenchidas por tijolos, e detalhes arquitetônicos das sacadas quase todos destruidos,mais parecem ruinas, e isso não combina com um centro que tem tudo para voltar a ser bonito outra vez…

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  3. E na Andradas mesmo, quase em frente a Igreja Anglicana, ao lado do Hotel Açores, há uma casa que não sei como ainda não caiu. O dia que der uma tragédia veremos um bando de urubus que se diziam preocupados com a situação destes prédios capengas.

    Janelas vazias

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  4. Concordo totalmente. Entre o MUITO a se fazer no Centro, há essas verdadeiras vergonhas.
    O Esqueleto inclusive está virando atração turistica (que vergonha…). Em um fórum de arquiterura, um turista brasiliense tirou fotos de seu passeio pela Capital da Resistência e, entre elas, estava uma foto do Esqueleto.
    Não preciso dizer mais nada.

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