Guerra de energia

Definidas as datas dos leilões de energia pré-eleitorais, agora investidores e moradores de áreas potencialmente beneficiadas se focam nas regras.

Defendida pelo Fórum dos Secretários de Energia, presidido pelo gaúcho Daniel Andrade, a regionalização da disputa ganha força diante da concentração de usinas que os incentivos fiscais vêm garantindo para o Nordeste.

Pode ser bom para a região, mas nem tanto para o país, que ainda enfrenta a concentração da geração em grandes usinas.

E muito menos para o Rio Grande do Sul, que nos últimos anos perdeu a térmica de Uruguaiana, literalmente sem gás para operar, e não ganhou nenhum grande projeto alternativo.

Não é à toa que os projetos de energia do bilionário Eike Batista saíram antes no Nordeste do que por aqui – mesmo que o carvão consumido por lá venha da Colômbia, enquanto no Rio Grande do Sul brota do chão.

Na portaria que definiu as datas, não há menção sobre esse critério, que ainda poderia ser adotado nas normas seguintes, de sistemática, e nos editais.

ZH



Categorias:Economia Estadual

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