A área mais valorizada do projeto Cais Mauá vai do Mercado até a Rodoviária

O Sinduscon está convencido de que a primeira área de grande revitalização da zona central de Porto Alegre será aquela que vai do Mercado Público até a Rodoviária. Foi o que ficou sabendo o prefeito José Fortunati, cujo apoio ao projeto é completo.

Tudo isto em função do Projeto Cais Mauá.

O Projeto Cais Mauá, deslanchado por Yeda,  dará a Porto Alegre uma espécie de Puerto Madero. A área engloba toda a zona central.

Em outubro será aberto o edital para a escolha da empresa ou consórcio que implementará todo o Projeto Cais Mauá. Estima-se que o empreendimento todo envolverá investimentos da ordem de R$ 500 milhões.

www.polibiobraga.com.br



Categorias:Projeto de Revitalização do Cais Mauá

Tags:, , , ,

9 respostas

  1. Não tem categoria para debater quem vê falcatruas em tudo, quem mente para a comunidade para obter seu apoio, quem trabalha para retrocesso no desenvolvimento da cidade, que acha que os outros são sempre os mal intencionados, quem chama cidadãos que não querem um muro inútil de idiotas, etc…

    Curtir

  2. Realkmente voce´não tem categoria para debater.
    Lamento te-lo tratado bem e me interessado pelo que escreveste.
    Diga o que quizer, mas para mim voce não é mais anônimo.
    Não mais lhe responderei por considera-lo desclassificado para debate.

    Curtir

  3. A base de mentiras, falsidades e exploranda a ignorância da maioria das pessoas é fácil conseguir até 100 mil assinaturas.

    Por acaso foi explicado para as pessoas que assinaram essa lista contrária ao projeto que esse empreendimento geraria empregos para seus parentes, que seus filhos poderiam se divertir num local seguro e confortável, que eles poderiam jantar com amigos vendo o por-do-sol do Guáiba, que seriam gerando milhões em impostos para que Prefeitura possa investir no posto de saúde de seu bairro.

    Então, nos diga que falcatruas estão havendo? Que falcatruas podem ocorrer numa licitaçao pública e aberta?

    A menos que falcatrua para você e seu bando de ecoxiitas tem o mesmo significado de “especulação imobiliária” e demonstrando com clareza o RADICALISMO das suas ideias.

    Curtir

  4. Ora Jubião
    Apresente quantas assinaturas voce tem que sejam favoraveis a edificios de 100 m no Cais.
    Em um dia conseguimos as que te citei.
    Agora a ANTAQ entrou em Juízo (10/08/2010) contra o Estado, dando 10 dias para que se explique sobre a legalidade do EDITAlL.
    As falcatruas só não vê quem é mal intencionado ou não quer ver.
    Vamos aguardar pala justiça.
    Como te disse anteriormente, sou a favor das Leis e da técnica. No caso o principal são as Leis e estas não discuto quero que cumpram.

    Curtir

  5. É engraçado um engenheiro ou corporações de engenheiros e arquitetos ser contra um projeto que fomentaria investimentos, empreendimentos e obras que gerariam centenas de empregos para esses profissionais

    Só mesmo o engajamento ideológico e deturpada disputa política brasileira para explicar uma situção como essas.

    Consequências negativas do desenvolvimento e de investimentos produtivos devem se amenizadas ou solucionadas através de outras medidas e contrapartidas, mas ao negar o PROGRESSO estamos gerando muito mais efeitos negativos (miséria, desemprego, fome, menos impostos e consequentemente menos educação, saúde, saneamento…), que dificilmente poderão ser amenizados de outras formas.

    Por outro lado, 35 mil assinaturas colhidas sem isenção e com base em falsidade frente a um iniverso de mais de 4 milhões de pessoas beneficiadas na região metropolitana tem valor ZERO ou de menos de 0,01.

    Curtir

  6. O Tarso nada tem a ver com isto.
    A comunidade com mais de 35.000 assinaturas, coletadas em um dia na Redenção já disse que não quer ocupações na orla do Rio Guaíba.
    Sou Engenheiro e me sinto constrangido com a posição do Sindiscon que nada tem á ver com os Engenheiro, pois é uma associação mantida por empreiteiros e especuladores imobiliários.
    A posição do Sindicato dos Engenheiros já se pronunciou no passado contra a ocupação da orla.
    Fogaça, Yeda e Fortunati estão marcados como destruidores da orla e incentivadores da destruição das Lei, do Código Ambiental do RS, da Lei Orgânica do Município e do Códifgo de Postura de POA.
    Ainda bem que existem autoridades e a ANTAQ, a AGU, o MPF e MPE e muitos abnegados que estão em Juízo junto com ONGs tentando evitar esta farra nas margens do Guaíba e destruição de Leis, passando por cima da Constituição Federal e Estadual.
    O CREA – Conselho de Engenharia e Arquitetura esta omisso até o presente.
    Firma de Engenharia, hoje no Brasil, pode usar o nome desde que um engenheiro tenha 3% do Capital e muitos se prestam para acobertar os especuladores, infelizmente.
    O meu posicionamento não é só contra as obras em si mas pelas conseqüência delas no trânsito, no esgoto e na aglomeração que acarretarem uma área que é um funil e hoje já problemática e também, principalmente, por contrariarem Leis existentes, tanto ambientais, constitucionais e de bom senso.
    Ou se revogam estas Leis ou não podem fazer as grandes obras de 100 m de altura, pois se tal ocorrer fica toda orla liberada para construções e inclusive dentro do Rio.
    Fogaça e Yeda não serão eleitos pela adesão que deram á estas obras. No interior o povo tem visto e tem analisado esta índole destruindo o Rio Guaíba e o povo de interior é cauteloso e defensor das Leis.

    Curtir

  7. Talvez essa seja ideia mesmo do projeto do Cais do Porto; descamascarar em praça pública a TURMA DO ATRASO.

    Aqueles mesmos que mandaram a Ford para a Bahia e agora não querem que Porto Alegre se desenvolva.

    Curtir

  8. Quem deve decidir isso – o que fazer com o Cais da Mauá – deve ser a comunidade porto-alegrense e não uma entidade de Brasília que não sabe nada o que está acontecendo aqui no sul do Brasil.

    Chega desse império de Brasília que leva leva 2/3 dos nossos impostos e quando queremos um ponte temos que implorar; se queremos uma linha de metrô, dizem que não é com eles; se queremos incentivar o turismo num região nobre e abandonada da cidade, temos de pedir autorização.

    Curtir

  9. O cais do porto é uma área relegada para operação pela ANTAQ.
    A ANTAQ até inicio de agosto não havia dado licença para o Estado licitar a área.
    Veja cópia de documentos da ANTAQ encaminhadas ao Ministério Público, em: http://docs.google.com/uc?export=download&id=0B_79qthrNTZuMjRkODQzNTMtNzJmNy00YmNhLTkyYzctNGIxOGVhYmE0YjQx
    Como vemos falta licença da ANTAQ, além da ANTAQ estar analisando um processo cautelar contra o Convênio hoje existente com o Estado do RS, cuja validade ainda tem 12 anos e é no sentido de operação da área portuaria. Por outro lado pergunto, porque a ANTAQ faria um novo convênio com o Estado para que este licitasse toda a área? Qual a vantagem da ANTAQ? Porque faria isto se pode fazer diretamente?
    Ora tudo não passa de blefe político.
    A data marcada da Licitação é 8 de outubro, o resultado será após 16 de novembro, depois das eleições. Dá para entender?
    Lançam um Edital, divulgam inclusive no Blog da Yeda (retiraram do ár depois da denúncia) ganham adeptos, sai a licitação e em novembro anulam tudo. Ao anular já siu o segundo turno e nada mais interessa.

    Curtir

%d blogueiros gostam disto: