Nova colunista do Porto Imagem fala sobre a Licitação do Projeto do Cais Mauá

Adriana Schönhofen Garcia

Adriana Schönhofen Garcia, portoalegrense, mas residindo em Miami, EUA, Engenheira Civil, Engenheira de Produção e Arquiteta é a nova colunista do Site Porto Imagem. Ela fala sobre o processo licitatório para a revitalização do Cais Mauá e pontos preocupantes em relação ao evento.

“É motivo de preocupação a maneira como a licitação do Cais Mauá está sendo apresentada e divulgada; como está sendo conduzida e, principalmente, como está redigida. Para o choque geral da nação de profissionais interessada no assunto, o documento da licitação disponível para download no website do governo está incompleto. Faltam anexos ao qual se refere o texto no corpo do documento.”

Para ler o artigo completo, no site Porto Imagem, clique aqui.

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Categorias:COPA 2014, Projeto de Revitalização do Cais Mauá

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2 respostas

  1. Aqui em Porto Alegre somos tão carentes desses grandes projetos, tal o nível e restrição e radicalismo dos ecoxiitas que qualquer empreendimentos desse que aparecem nem se preocupamos muito com a parte arquitetônica ou estética.

    Por exemplo, eu sou um fervoroso defensor da construção da Arena pelo meu clube, o Grêmio. Um projeto fantástico que elevará o Grêmio a um novo patamar entre os clubes brasileiros, trará receitas extraordinárias e fará com o o clube se profissionalize, mas muitos são contra, inclusive gremistas.

    Outras gremistas que apoiam essa ideia criticam a falta de um projeto arquitetônico que se destaque na paisagem porto-alegrense para o novo estádio. Para mim, se ele for erguido frente a tantas dificuldades e preconceitos já será uma vitória.

    Claro que eu queria que ele fosse um novo Allianz Arena ou Soccer City, mas sei que esses estádio custaram mais de 1 bilhão de reais e o que temos é um projeto de 350/400 milhões, que não pode se dar esses luxos. Apesar disso tudo ainda acho o projeto arquitetônico da nova Arena do Grêmio lindo, ainda comparado a sua volta.

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  2. Acho que a ideia do projeto de revitalização do centro de Porto Alegre, utilizando o Cais da Mauá como ponto de partida (objetivo de tudo,na verdade) nunca foi o de estabelecer um novo marco arquitetônico na região, mas o de proporcionar retorno econômico aos investidores privados que, com recursos próprios, adaptarão o local as necessidades desejadas.

    Se o governo do estado deveria ter incluído, entre os requisitos para escolha do vencedor, o melhor projeto arquitetônico? Acho até que sim, mas é difícil exigir isso de alguém, se, a princípio, o Estado não está entrando no negócio com nenhum centavo de dinheiro público.

    Já se fosse um investimento público de 500 milhões de reais, creio que seria tudo diferente… Até porque, talvez, daí a discussão fosse muito além da questão de se utilizar o cais da Mauá como se pretende (bares, restaurantes, teatros, lojas…), ou NÃO, como acabou se resumindo a história. Aliás tudo em Porto Alegre não passa dessa fase de discussões: sim ou não.

    Só nos resta contar com o bom senso do vencedor da licitação, que, para obter sucesso no seu alto investimento e não sofrer mais essa crítica negativa (além do de ser um nefasto “especulador imobiliária”), também terá de se preocupar com essa questão.

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