RUMO A 2014 – Preparativos gaúchos para a Copa

Representantes do Estado e do município de Porto Alegre mostram no Rio projetos viários, arquitetônicos e de segurança

O Comitê Organizador Local (LOC), que faz o planejamento do Mundial de Futebol de 2014, no Brasil, deverá conhecer hoje um pouco mais do que os gaúchos preparam para a competição. Representantes do município de Porto Alegre e do Estado do Rio Grande do Sul, vinculados às secretarias extraordinárias da Copa, participarão de reunião na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, na qual começa a ser definida metologia de trabalho e acompanhamento dos projetos previstos para a competição.

Planos não faltam. Se todos se confirmarem, Porto Alegre, uma das 12 cidades-sede do Mundial, sofrerá uma metamorfose em menos de quatro anos.

Estão previstas duplicações de avenidas, multiplicação de corredores de ônibus, ampliação do aeroporto e reforço no policiamento, entre outras maravilhas.

Para a primeira reunião, cada sede respondeu a um questionário com perguntas referentes à preparação nessas áreas.

O governo do Estado, por exemplo, promete mais policiais militares e financiamento para obras no setor energético que evitem um apagão durante a competição, o que será detalhado pelo secretário-adjunto da Copa, Luís Fernando Krieger.

Ação conjunta para garantir realização de obras

A prefeitura de Porto Alegre garante conclusão de projetos viários. Juntos, Estado e município também aproveitaram para anunciar a reforma do Aeroporto Internacional Salgado Filho, com suporte de verbas federais.

– Não existem grandes novidades, mas as obras estão andando. Trataremos, basicamente, de entrosar formas de monitorar os projetos previstos – antecipa o secretário extraordinário da Copa, Ricardo Gothe.

A previsão é de que as reuniões sejam quinzenais.

Zero Hora



Categorias:COPA 2014

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1 resposta

  1. Puxa vida!

    Por que nunca lembram do ciclista?

    Eu sou primeiro flautista da nossa querida Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.

    Ontem apresentamos a mais complexa Sinfonia de Mahler com o Isaak Karabchevsky que é o maior maestro brasileiro e um dos melhores do mundo.

    Eu fui de bike vestido com o fraque numa boa, apresentei minha parte de primeira flauta com primazia e depois voltei numa boa sendo que na volta já perto de casa vi um acidente em que uma camionete da Mercedes entrou com tudo em uma árvore. Parei ali onde já tinham várias pessoas, o carro dos bambeiros, da polícia e da EPTC e por eu estar de bicicleta pude conhecer mais alguns vizinhos com quem acabei conversando por quase uma hora. Se estivesse de carro eu não teria conhecido essas queridas pessoas.

    Bicicleta e coletivo = integração social = entendimento = paz.

    Se um músico que tem um cargo extremamente exigente em uma grande orquestra pode ir numa boa de bicicleta ao trabalho muitas outras pessoas também podem e de fato vão já hoje ao trabalho de bike. Todos dias eu passo e cumprimento dezenas de outros ciclistas. Por que não investir em estrutura cicloviária garantindo assim a nossa segurança e tranquilidade?

    Talvez seja o óbvio. Governo e indústria tem medo que as pessoas descubram esse fantástico meio de transporte e deixem de ser loucas por automóvel. Acontece que quem usa a bike não deixa de ter carro e não deixa de ser uma pessoa refinada que valoriza um bom veículo, não se preocupem.

    Se um dia chegarmos perto de nos tornarmos uma sociedade democrática em que o governo se esforça pelo bem de todos a violência hoje considerada normal se tornará irrisória pois mesmo a pessoa que se transporta pela calçada, de bicicleta ou coletivo se sentirá um cidadão valorizado, respeitado e por isso estará em paz. Sem contar todos outros aspectos, obvio, mas transporte, ao meu ver, é crucial.

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