Limites para compra de terra inibe investimentos florestais

Nos últimos tres anos o senador Sérgio Zambiasi vinha trabalhando afanosamente para abrir as terras de regiões fronteiriças para empreendedores estrangeiros interessados em investir em atividades produtivas no Brasil. Era um assunto de segurança nacional, mas o caso foi resolvido.

No RS, o grupo mais interessado era a sueco-finlandesa Stora Enso, que parece ter abandonado seus projetos no Estado. Acontece que o governo federal resolveu criar outro embaraço para os empreendedores, já que acaba de contingenciar a compra de terras para estrangeiros, limitando a propriedade a cinco mil hectares. A limitação à compra de áreas por empresas estrangeiras ataca o ramo florestal. A RISI, Agencia Internacional de notícias do ramo florestal, registrou, na semana passada, o fechamento mundial 2009 das indústrias de celulose e papel, ramo industrial no qual o Brasil ocupa a 4ª posição. Com a limitação da venda de terras a estrangeiros, o Brasil pode perder sérias oportunidades de investimentos.

Contingenciamento de terras diminui vantagens brasileiras

As vantagens comparativas e competitivas da cadeia de agronegócios brasileira vinculada ao mercado da celulose é muito  grande quando comparada com os concorrentes internacionais. O contingenciamento para compra de terras reduzirá a vantagem comparativa.

O RS tem programado investimentos bilionários na área.

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