Trensurb e Aeromóvel assinam contrato hoje

Ministro das Cidades, Marcio Fortes, participa às 15h desta quinta (02) da cerimônia de assinatura do contrato entre a Trensurb e a Aeromovel do Brasil para a implantação da linha de integração da Estação Trensurb ao Aeroporto Internacional Salgado Filho.

Trata-se de uma das primeiras obras de infraestrutura com recursos liberados pelo Governo Federal para a Copa 2014 e deverá entrar em operação no segundo semestre de 2011.

Orçado em R$ 29,8 milhões, o projeto usa tecnologia 100% nacional e será totalmente desenvolvido no RS. Os veículos suspensos, movidos a ar, permitirão integração e acesso rápido e direto dos usuários ao terminal. O trajeto de 944 metros, com duas estações de embarque, será percorrido em 90 segundos. A linha contará com dois veículos, um com capacidade para 150 pessoas e outro para 300.


Aeromóvel no Aeroporto vira realidade em 2011

www.affonsoritter.com.br



Categorias:Aeromóvel, aeroportos brasileiros, COPA 2014

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48 respostas

  1. Muito bom o post! Achei bem interessante. Me chamou a atenção principalmente a parte que você comenta sobre os cabos. Um abraço! Wilson

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  2. Prezados Senhores,

    Li todos os comentários acima e fique pasmo com a qualidade do debate. Mas quero humildemente falar de um comentário a respeito de quantos passageiros o aeromovel irá atender no aeroporto. Na minha modesta opinião ele irá atender a todo o Estado do RS. acho que estou desatualizado, mas creio eu que sejamos hoje 9 milhoes de gaúchos. Digo isto porque eu poderei sair da cidade de Quaraí, e pegar , como disse o Sr. Abs, um “modal” chamado ônibus interestadual; e ao chegar na estação rodoviária de Porto Alegre, ali irei pegar outro modal, chamado metrô; e ao chegar na estação aeroporto do metrô, utilizarei o modal aeromovel ligando, em fim, Quarai ao aeroporto. Com isto poderei chegar ao Rio de Janeiro meu destino final.
    Para mim não há interesse se ele é eficiente, o que realmente importa é que eu poderei ter uma ligação de qualquer parte do Estado com o aeropoto. o aeromovel ligou o interior do RS a Europa, EUA , enfim ao mundo.

    Acho que o investimento foi bem aplicado. quanto a parte tecnica deixo para os tecnicos eu fico com a melhor parte do bolo. ou seja serei um feliz usuário.

    abraços
    Leandro Ecker

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  3. Prezados,

    Apenas peço que com o mesmo saudável cetismo com o que são recebidas as informações “oficiais” do site da Coester seja também aplicado osa outros sites da internet, de onde são tiradas as citações aqui reproduzidas.

    Com relação ao custo das tarifas, cito o exemplo da recentemente inaugurada linha de 800 metros em Veneza (Itália) com a tecnologia de propulsão por cabos da DCC (Doppelmayr Cable Car): um Euro.

    Fico feliz de ver o súbito interesse dos colegas na linha da Indonésia e a devoção à busca de informações complementares. Sugiro uma visita à Taman Mini Indonesia Indah para que possam tirar suas próprias conclusões, através de uma experiência real.

    Talvez os colegas devessem expandir seus interesses e pesquisar também sobre os Automated People Movers, classe de transporte ao qual o Aeromovel pertence, para investigar o seus custos médios de implantação por quilômetro.

    Forte abraço
    Diego

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  4. Seria interessante saber se os métodos usados na Indonésia, serão os mesmos no Brasil.

    “This transportation system is similar with the elevated trains utilized in
    the Miniature Indonesia Park built in the early 1970s by Tutut’s mother,
    the late Mrs. Tien Suharto, with controversial “donations” from the private
    sector and Indonesian taxpayers. “

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  5. O general Suharto, ditador da Indonésia por mais de 30 anos, e autor de um genocídio de mais de 3 milhões de pessoas, todo o mundo conhece.
    Poucos conhecem sua filha mais velha, “it surprises nobody that Suharto’s eldest daughter, Siti Hardiyanti Rukmana, also known as Tutut, asked Jopie to join her consortium to build an aeromovel (wind-powered) transportation system in Jakarta. ”
    Esta é a melhor referência do aeromóvel em todo o mundo, para não dizer a única.

    Quem ainda tiver dúvidas, leia em:
    http://www.hamline.edu/apakabar/basisdata/1997/09/05/0017.html
    como a empresa Coester age para vender o seu produto, cuja aceitação não é das melhores.

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  6. Vejam estes preços dos vários meios de transporte no parque Taman em Jacarta:
    http://www.tamanmini.com/index.php?modul=fasilitas&cat=FTransportasi

    SHS 23 Aero Movel Indonesia

    Technology use wind to push the vehicle “Mono Rail”, which was first used in Brazil is applied at TMII. SHS-23 vehicle technology or Titihan Samirono Aeromovel Indonesia is an opportunity for Indonesian engineers to develop it for use in Indonesia. This technology not only give priority to engineering, but also discipline and timely comply with the rules of traffic. Safety of passengers demanding observance and compliance with rules and discipline.

    TMII around with Titihan Samirono an exciting experience. With this titihan passengers will be taken to see the Taman Mini “Indonesia Indah” from a height, thus providing an amazing charm. Samirono Titihan Laboratory provides facilities for student practical work and college circles. As the technology is relatively new in Indonesia, titihan samirono provide opportunities for experts in the field of transportation engineering to master and develop this advanced transportation technologies.

    Ticket Prices:
    Average Rp.8.500, – (Operation Saturday & Sunday)

    Kereta Api Mini

    There are two kinds of miniature trains. More Mini, with a very limited mileage there is in the Indonesian Children’s Palace. Mini Train others around TMII thoroughly. This is very useful means of transport to get around and look more relaxed pavilion, museums, parks and other buildings from the outside.

    Enchantment of the mini train is obtained also from a series of train and locomotive with a smaller size than the actual train, but the authenticity of the atmosphere show the train. Add to cart bells around TMII pleasure, as though around Indonesia within a few minutes. Experience is worth a try.

    Ticket Prices:
    – On average, Rp. 4000, –

    O aero movel custa mais do que o dobro do que um trenzinho a vapor… e o aero movel só opera aos sábados e domingos…
    Belo produto, estamos descobrindo porque até hoje ninguém mais quis esta inovação.

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  7. Please look at this site, and compare the reality of Indonesia movers.

    http://www.expat.or.id/info/traditionaltransport.html

    Is this a good reference for your product?

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  8. Joris,

    Obrigado pelos teus comentários.

    PS: Existem diversos engenheiros que seguem no Grupo Coester há mais de 20 anos. Alguns, há mais de trinta.

    PS2: Os escritórios de patentes não julgam o quanto uma invenção é boa ou não, apenas se é inovadora (inédita, sem anterioridade). É isso que estava em discussão.

    Todo mundo tem o direito democrático de discordar do projeto, dentro de bases científicas e argumentos embasados e não apenas provocações. É de muito bom tom tê-los e fico feliz quando vejo argumentos bem construídos e elaborados que enriquecem o intelecto e fomentam o livre pensamento, como o teu.

    Forte abraço
    Diego Abs

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  9. Sr. Diego Abs:
    Farei alguns comentários sobre seu texto abaixo reproduzido:

    “A grande verdade é mais de mais de cinqüenta professores doutores e pesquisadores (quase todos engenheiros) da UFRGS e PUCRS são então burros e ignorantes. E assim o são todos os engenheiros da Trensurb. E do Ministério das Cidades. Da equipe da Indonésia. Da FINEP. Da Coester. Do Ministério da Ciência e Tecnologia. Do IPT. Do grupo saudita-americano (que deve gostar de rasgar dinheiro, pelo visto). Dos escritórios de patentes do mundo todo etc etc. Todas as centenas e mais centenas e centenas de técnicos que um dia se envolveram ou ainda se envolvem com o projeto de uma forma ou doutra, todos sem qualquer medo de macular sua carreira associando sua imagem a um projeto “fracassado” e “fajuto”. ”

    O fato de pesquisadores estudarem 0u emitirem conceitos sobre fatos do dia-a-dia, não os compromete em termos de apoio a estas idéias. Sabido é, que os pesquisadores em todo o mundo, normalmente vivem em redomas, alienados da realidade comercial e operacional da sociedade. E gostam de desenvolver teses pontuais sobre assuntos polêmicos, com análises nem sempre práticas. Essa é a vida de pesquisador. Não são, via de regra, burros ou ignorantes, conforme o SEU raciocínio antes postado.
    Quanto a escritórios de patentes, pagando bem eles sempre são solícitos para qualquer serviço. A eles não compete julgar se o invento é ou não factível.
    Nos outros órgãos, em que é citado uma unanimidade ” todos engenheiros do Trensurb”, tenho certeza pessoal de que não é verdade. A generalização aqui, é imprópria e comprometedora, tentando fazer crer que toda a sociedade organizada apóia o aeromóvel. Isto é uma falácia.
    Quanto às centenas e centenas de técnicos que se envolvem, talvez sua experiência seja pequena, e não chegou a conhecer as centenas e centenas de técnicos que vieram trabalhar ou ajudar, e logo se afastaram, por motivos os mais diversos. Na própria Coester, nestes 30 anos, foram dezenas de engenheiros e técnicos que chegaram e se afastaram. Não há nenhum que tenha permanecido desde o início, tirando o próprio inventor. Talvez por ser uma tarefa árdua, a de vender uma idéia revolucionária.
    O que é preciso mudar, é a postura, de achar que todo o mundo que emite uma crítica ou dúvida, tem ligação com grupos opositores. Isto, pelo menos no meu caso não é verdade. Não tenho ligações com nenhum grupo, nem de transportes, nem de nada que tenha ligações ou competição com o grupo Coester.
    Mas tenho o direito de discordar de várias incoerências que são publicadas, sem respaldo técnico ou científico, e de achar que o mercado, é mestre na condução dos bons negócios. Se até agora o aeromóvel não emplacou, é porque tem fortes impeditivos técnicos. Não é ideologia, não é cartel, não é lobby, nada disso.

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  10. Raimundo: obrigado por postar novamente uma das poucas e raras manifestações recentes contrárias ao projeto! Abraços

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  11. Salomon: esta estrutura empresarial citada foi criada para implantações em solo americano, que exigem antedimento a normas e padrões específicos, exigindo assessoramento de especialistas neste requisitos particulares. Para a obra no Aeroporto, a cadeia produtiva será 100% nacional. Abraços.

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  12. Fortes alianças com empresas comprovam a tecnologia “nacional” que vai ser utilizada.
    Como brasileiro, me sinto orgulhoso de tanta empresa gaúcha e brasileira fornecendo tecnologia de ponta para um projeto vanguardista e legitimamente gaúcho. Para estas empresas, seria remetida uma boa parte dos 29 milhões que o empresário definiu como o preço para uma obra pública.

    Do site http://www.aeromovel.com/company.htm :

    Strategic Alliances with Industry Partners:

    “AEROMOVEL® has forged industry relationships with several key manufacturers, vendors, engineers, contractors, and financial institutions. AEROMOVEL® has developed alliances with the following industry members:Rockwell Automation-Rockwell’s Allen-Bradley and Reliance Electric divisions are providing design, manufacturing, and installation services for the new generation AEROMOVEL® System’s automated train control system and power propulsion unit respectively.

    Parsons Transportation Group, the engineering division of Parsons Corporation specializing in transportation projects, has evaluated AEROMOVEL®’s technology and has been retained to upgrade the Company’s basic engineering package and serve as the “engineer of record.” Parsons is responsible for ensuring AEROMOVEL®’s compliance with U.S. regulations and codes, in addition to providing general planning and engineering consultation services.

    J.P. Morgan Chase- J.P. Morgan Chase has provided the Company with financial advice with respect to its capital structure and specific deployments of the AEROMOVEL® System.

    © Copyright 2002 Aeromovel Inc.”

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  13. Temos comentários sim, e vamos enumerar os links sugeridos, da maior importância para o entendimento da viabilidade do aeromóvel:

    1) Revista Popular Science:
    “The first aeromovel, a 3,200-foot-long pilot project, was built in 1987 in São Paulo.”
    Pela imprecisão da sentença, já se vê que não tem credibilidade nenhuma.

    2) Tese do IME:
    Trata-se de trabalho acadêmico, com a finalidade de obtenção de grau de mestre, e não de comprovar a viabilidade de uma idéia. De qualquer sorte, a conclusão é inteligente:
    ” A conclusão básica que se chega sobre o sistema aeromóvel, é que este se encontra ainda em fase de desenvolvimento tecnológico, e existem vários estudos e aperfeiçoamento que podem ser realizados para que o sistema atinja uma maior eficiência, antes de se decidir pela continuidade ou não do projeto de pesquisa”
    Ou seja, a eficiência deixa a desejar, e não é clara a viabilidade da continuidade do projeto de pesquisa. Em nenhum momento é declinada a “implantação” do projeto. E o aspecto de manutenção também não é abordado, limitando-se o estudo à teorias de cinética e energética, e não a um sistema operacional como um todo.

    3) Tese da UNB – Infelizmente o link não está atualizado e não está disponível.

    4) Artigo dos doutores de reputação ilibada: Correta a citação, de que ” em estudo preliminar” , ou seja, ninguém está assumindo que o sistema de motor estacionário é melhor, é só uma tese preliminar… na contramão da história do desenvolvimento. Não é correto afirmar que não seja viável, mas a praxis indica o sentido oposto.

    Mas o volume avassalador de passageiros transportados – e a informação que constava do site http://www.e21digital.com.br/clientes/aeromovel/historico.html , oportunamente retirada, de um volume de transporte de 427.000 passageiros/mês em Jacarta, continua na minha memória. Qual será o novo número que irão divulgar? Só para comparação, o Trensurb com toda a sua logística, transportou 3.700.000 passageiros por mês em 2009.

    Ainda aproveitando a oportunidade, sugiro a leitura de artigo publicado nos anais da Assembléia Legislativa do RS, do renomado jornalista Adão Oliveira:
    http://www.al.rs.gov.br/Dep/site/materia_antiga.asp?txtIDMateria=220876&txtIdDep=94
    Repito aqui um pequeno trecho deste artigo:
    “Até hoje, o Aeromóvel e as colunas que sustentam os trilhos do veículo lá estão, ligando nada a lugar nenhum, constituindo-se num verdadeiro monumento à incompetência e à irresponsabilidade governamental.
    Nessa época, todos os organismos técnicos ouvidos deram pareceres desfavoráveis a sua construção. O ministro Cloraldino Severo, dos Transportes, mostrou isso numa audiência pública, realizada no plenarinho da Assembleia Legislativa. Alguns deputados chegaram a afirmar que Severo havia “desmontado o trenzinho”. Os anais da Casa estão lá para confirmar o que estou escrevendo.
    Agora, 25 anos depois, em plena crise econômica mundial, o governo volta ao assunto, pretendendo gastar R$ 21 milhões num projeto que ele nem sabe se terá usuários. É um desperdício! O Aeromóvel, decididamente, não é obra prioritária. Longe disso!
    Bem que o operoso ministro Márcio Fortes, sempre preocupado que obras governamentais atinjam o maior número de beneficiados, liberte-se das pressões provincianas e repense sua decisão.
    Ainda é tempo!”

    Notem, que à época, o orçado do trecho Trensurb- Aeroporto, era de 21 milhões. Hoje já subiu para 29 milhões. E agora, com a utilização do terminal antigo, quanto custaria?
    O bom senso vai imperar, mesmo que demore um pouco!

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  14. Raimundo Barbosa: comentários sobre o material técnico apontado pelos links acima?

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