Órgãos públicos preparam plano para evitar colapso nos transportes na Região Metropolitana

Plano Integrado de Transporte e Mobilidade Urbana aponta metrô como prioridade

 

Assis Brasil perto do colapso. Foto: Jefferson Botega

 

Estudo assinado em conjunto por EPTC, Metroplan e Trensurb faz projeções sobre o crescimento da frota de veículos e aponta uma proposta capaz de fazer frente ao agravamento previsto para as condições do trânsito e do transporte público em 13 municípios da Região Metropolitana que concentram quase um terço da população do Rio Grande do Sul.

Projeções indicam que, em um período de 30 anos, o número de automóveis na Grande Porto Alegre deverá mais do que dobrar. No intervalo entre 2003 e 2033, a quantidade de veículos pode crescer 122% e transformar a organização do trânsito em um dos principais desafios para o desenvolvimento da região. Conforme o Plano Integrado de Transporte e Mobilidade Urbana (PITMurb), estudo para apontar saídas a essa revolução automobilística, um metrô subterrâneo será fundamental para manter as vias desimpedidas.

> Confira mapa com o sistema viário proposto

O levantamento projeta o futuro do trânsito na Capital e em outros 12 municípios que formam uma única zona de urbanização (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Esteio, Canoas, Gravataí, Viamão, Alvorada, Cachoeirinha, Guaíba, Eldorado do Sul e Nova Santa Rita). Pela primeira vez, o trabalho apresenta um plano de ações para a Grande Porto Alegre com a meta de reorganizar e preparar o trânsito para a invasão de carros.

Uma das principais conclusões do material elaborado por Metroplan, Trensurb e EPTC é de que a construção de um metrô subterrâneo em Porto Alegre é fundamental para a mobilidade de toda a região. A implantação de uma linha em formato circular seria o pilar de um novo sistema que interligaria ainda os trens subterrâneos a novos corredores de ônibus, à linha existente do Trensurb (ampliada até Novo Hamburgo) e a serviços complementares como as lotações da Capital.

Após avaliar custos, capacidade e impactos ambientais, o trabalho propõe um metrô majoritariamente subterrâneo, com uma linha circular de 37,4 quilômetros e média capacidade – o suficiente para transportar de 20 mil a 40 mil passageiros por hora.

Conforme o superintendente de Desenvolvimento e Expansão da Trensurb, Humberto Casper, como a proposta é interligar o metrô a uma rede ampliada de 55 quilômetros de corredores de ônibus na Capital, além de outros 27 quilômetros em municípios vizinhos, não haveria antagonismo em relação a projetos como o Portais da Cidade, defendido pela EPTC.

Prefeitura procura viabilizar o metrô

A tentativa de incluir o projeto do metrô nas obras da Copa 2014 não prosperou, e atualmente Porto Alegre tenta garantir recursos junto à União para iniciar a implantação de uma primeira linha de 12 quilômetros e custo de R$ 2,5 bilhões no eixo Farrapos-Assis Brasil.

— Estamos estudando que modelo o projeto deverá ter para ser sustentável. Mas já está decidido que terá dinheiro da União, da prefeitura e de uma empresa escolhida por licitação — afirma o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, que está no México.

Se as principais recomendações do plano fossem seguidas, resultariam em um custo calculado para o ano-base de 2003 de aproximadamente R$ 7 bilhões. Se esse valor fosse corrigido para hoje apenas com base na inflação do período, chegaria a cerca de R$ 10,5 bilhões.

Em 2033, as ruas terão 722 mil veículos a mais

Até 2033, a Grande Porto Alegre terá a missão de encontrar lugar para 722 mil novos automóveis em ruas já congestionadas. Conforme as estimativas do PITMurb com base em tendências de crescimento da frota de veículos leves e utilitários – desconsiderando caminhões, ônibus e reboques, por exemplo –, Porto Alegre e os 12 municípios mais próximos deverão contar com 1,3 milhão de carros. Em 2003, esse contingente era inferior a 600 mil unidades.

Em comparação, no mesmo período em que a frota deverá se ampliar em 122%, o crescimento da população deverá ficar abaixo de um terço – somando 4,4 milhões de habitantes. O levantamento chama a atenção ainda para o crescimento automotivo vertiginoso que deverá atingir algumas cidades da região.

Embora Porto Alegre deva registrar um dos menores crescimentos percentuais, por ter uma população estabilizada e uma frota já considerável, outros municípios de menor renda per capita como Viamão deverão liderar a expansão sobre quatro rodas.

As vias viamonenses, segundo as projeções, devão aumentar em 269% a quantidade de veículos leves, chegando a 124 mil unidades em 2033. Outros índices expressivos foram verificados em Alvorada e Eldorado do Sul (222%).

O alto volume de tráfego que essa tendência deverá gerar estimula a busca por soluções regionais como a ligação com Porto Alegre por meio de corredores de ônibus – outra medida prevista pelo estudo da EPTC, da Metroplan e da Trensurb.

As prioridades
LINHA CIRCULAR DE METRÔ (METRÔPOA)
O trabalho sugere a adoção de um conjunto de medidas a serem adotadas, de forma integrada, até 2033:
– O que é: implantação de linha de metrô na Capital com 37,4 quilômetros – sendo 26,4 subterrâneos, 9,2 em elevação e 1,8 em superfície.
– Vantagens: é a principal intervenção a ser feita para aliviar as vias engarrafadas e, por sua capacidade e versatilidade, servir como referência para a interligação de vários modos de transporte. Além de transportar mais pessoas do que um corredor de ônibus, tem menos impacto por ser majoritariamente subterrâneo.
– Dificuldades: a maior é o custo. A linha subterrânea envolve valores próximos a US$ 100 milhões por quilômetro. Assim, só os 26 quilômetros previstos sob a terra sairiam por US$ 2,6 bilhões, ou R$ 4,4 bilhões.
CORREDORES DE ÔNIBUS
– O que é: implantação ou ampliação de corredores com faixa exclusiva para ônibus em oito eixos viários da Capital e outros quatro eixos metropolitanos.
– Vantagens: o custo de implantação é mais baixo do que o do metrô – o levantamento estima que a construção da rede sairia por aproximadamente R$ 2 bilhões, com base em valores de 2003.
– Dificuldades: o funcionamento ideal dependeria da implantação de um sistema de bilhetagem eletrônica integrado para todos os municípios da região. Tem uma capacidade de transporte inferior à do metrô, além de ter um impacto maior sobre a cidade ao ocupar faixas de tráfego e gerar poluição.
EXTENSÃO DA LINHA UM DA TRENSURB
– O que é: construção de 9,3 quilômetros a mais no traçado atual do trensurb, que vai de Porto Alegre até São Leopoldo, estendendo os trilhos até Novo Hamburgo. O trecho contará com quatro novas estações.
– Vantagens: a extensão facilita a ligação de um dos mais importantes municípios do Vale do Sinos com a Capital e ajuda a desafogar a BR-116. Além disso, o projeto prevê a integração da linha atual do trensurb com o futuro metrô da Capital, o que facilitaria ainda mais o deslocamento.
– Dificuldades: em princípio, não encontra obstáculos. A obra já está em andamento, e o novo trecho deverá entrar em operação em 2012, conforme previsão da Trensurb.
MELHORIAS VIÁRIAS
– O que é: um conjunto de melhorias, duplicações ou prolongamento de vias. Em Porto Alegre, são sugeridas intervenções em um conjunto de 93 quilômetros de ruas e avenidas, como Assis Brasil, Protásio Alves, Manoel Elias e Wenceslau Escobar. Na Grande Porto Alegre, em outros 49 quilômetros.
– Vantagens: as intervenções podem ser feitas em parte, conforme a disponibilidade de recursos, com capacidade de facilitar a circulação de ônibus e veículos de passeio.
– Dificuldades: embora não existam cálculos para cada obra, costumam envolver recursos significativos. Algumas das intervenções, como a duplicação da Avenida Beira-Rio, já estão em andamento.
O que é o plano
– O PITMurb é um estudo que, além de trazer um diagnóstico da situação atual do transporte na Grande Porto Alegre, faz estimativas para um período de três décadas e, com base em simulações técnicas, aponta quais seriam as obras mais importantes para reorganizar o trânsito na região. Resultado de um trabalho de integração e planejamento que teve início em 2001, o plano foi realizado sob coordenação conjunta de órgãos representando três níveis de governo – EPTC (Porto Alegre), Metroplan (Estado) e Trensurb (União). O trabalho serve como uma proposta de ação integrada para os atuais e futuros gestores, mas não tem obrigatoriedade de aplicação.

Zero Hora

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11 respostas

  1. É exatamente isso que eu penso Julião! Esse sujeito não vive aqui pra saber como são as coisas, logo, a opinião dele é a maior furada. Me admira darem repercusão ao que esse cara diz!

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  2. Li a reportagem do terra e não gostei.

    “Esqueçam o metrô”, diz o arquiteto espanhol; então esqueçam uma cidade moderna, digo eu.

    “Vou ser muito direto: se com um acontecimento da importância da Copa e com a imagem que ela trará vocês chegaram a conclusão de que, agora, não podem fazer o metrô, que é um projeto emblemático, de imagem, quer dizer que ele não é muito necessário”

    A questão é que não foi a cidade que chegou a conclusão de que agora com a Copa não poderíamos fazer o metrô, mas o governo federal que tomou essa decisão sozinho.

    O que talvez esse arquiteto não saiba é que o nosso federalismo, diferentemente do espanhol, é uma fraude, pois os poderes políticos locais e regionais não podem decidir sobre o que é melhor para suas cidades e seus estados, já que a União domina 70% dos impostos, tem baixo poder de investimento (O PAC é uma mentira – 1% do PIB) e seus recursos são distribuídos conforme injunções políticas e interesses eleitorais.

    Perdemos a oportunidade da Copa, mas a necessidade de metrô em Porto Alegre não pode ser esquecida de jeito algum, nem substituída por ônibus mais modernos.

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  3. Vejam só:

    “Porifissionais e estudantes de vários países discutem em Porto Alegre as obras do mundial”

    http://deolhoem2014.terra.com.br/blog/poa

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  4. Ontem, no programa Conversas Cruzadas um representante da Trensurb anunciou a compra de novos vagões para atender a maior demando do trem com a extensão da linha até Novo Hamburgo a ser concluída em 2012.

    Como o Trensurb passará a receber passageiros que utilizaram a linha de quase ponta a ponta (40 km), permanecendo sentados o tempo inteiro, entendo que essas novas composições, se possível a adequação do sistema, deveriam ser de vagões de 2 andares.

    Me lembro de ter andado nesse tipo de vagão no RER de Paris (trens da região metropolitana de Paris parecidos com Trensurb), que me parecem serem mais convenientes para essas distâncias, quando muitos passageiros que não descem nas próximas estações podem usar a parte de cima até a sua parada.

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  5. Além das ciclovias, que poderiam ter trechos tanto em superfície quanto em túneis e vias elevadas (no caso, passarelas para pedestres mais largas para comportar uma ciclofaixa), o metrô é realmente essencial para movimentar um grande fluxo de passageiros com um impacto ambiental menor que ônibus (além de ser movido a eletricidade não usa pneus passíveis de serem descartados de forma incorreta) e contando com a segurança de uma via segregada, totalmente adaptada ao único tipo de veículo que a ocuparia podendo proporcionar um bom nível de segurança e conforto. No centrão uma zona de restrição onde o tamanho dos veículos de carga seria limitado aos padrões dos VUCs (embora possa parecer ineficiente por acabar aumentando o número de veículos de carga ainda que estes sejam mais compactos, são mais facilmente manobráveis em espaços reduzidos e por serem mais leves danificam menos a pavimentação) seria uma boa alternativa. Algo que o governo estadual petista provavelmente seria contrário poderia ser a redução do IPVA para aqueles triciclos de carga que estão até relativamente se popularizando em Porto Alegre (com a capacidade de carga próxima a uma Pampa velha ou uma Saveiro quadrada mas menor e mais fácil de manobrar que um Ford Ka ou uma Towner), mas como 50% do IPVA é recolhido pelo município nada impediria a prefeitura de beneficiar tais veículos com uma bonificação especial por reduzirem a ocupação das faixas de rodagem e áreas de estacionamento. Há que se considerar que alguns veículos acabam bastante subaproveitados carregando apenas o condutor e esporádicamente duas ou 3 pessoas que poderiam ser bem atendidas por um veículo menor, e isso deve ser estimulado através de benefícios fiscais. Embora eu seja contrário a qualquer política “caça-níqueis” às vezes eu vejo a implantação de um sistema de pedágio urbano como o de Londres, mas escalonado de acordo com algumas categorias específicas referentes ao cumprimento de normas ambientais (no caso, um veículo cujas emissões fossem enquadradas nas normas Euro 5 teria uma tarifa menor que outro homologado pela Euro 4 ou inferior, ainda que alguns fatores como o uso de combustíveis alternativos como o etanol, gás natural ou biodiesel pudesse servir como forma de enquadrar os veículos em categorias de emissões mais restritas com uma tarifa menor), bem como pelo tamanho e peso bruto total dos veículos (vale lembrar que alguns modelos oferecidos como pickups como a Ford F-250 e a Dodge Ram são na verdade homologadas como caminhões em função do PBT, mas não é tão raro encontrar modelos dessa categoria sendo usados como “carrinhos de passeio” – nesse caso a placa cinza deveria servir de parâmetro para o pagamento de uma tarifa superior a caminhões com placa vermelha, que não deveriam ser isentados de cumprir normas referentes ao tamanho para serem enquadrados na categoria de VUC).

    Eu até já cheguei a comentar sobre os triciclos no meu blog em algumas ocasiões, inicialmente apenas pela curiosidade sobre esses veículos mas depois comecei a me interessar pelas possibilidades desses veículos na prática.

    http://cripplerooster.blogspot.com/2008/12/expanso-do-mercado-de-triciclos-em.html

    http://cripplerooster.blogspot.com/2009/12/triciclos-dificil-entender-como-o.html

    http://cripplerooster.blogspot.com/2010/11/triciclos-algumas-vantagens-se-mostram.html

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  6. Pois é Olavo, esse é o modus pensanti dos gestores. Completos imbecis.

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  7. Eu fico impressionado com as afirmações:

    “um metrô subterrâneo será fundamental para manter as vias desimpedidas.”

    “um plano de ações para a Grande Porto Alegre com a meta de reorganizar e preparar o trânsito para a invasão de carros.”

    “Até 2033, a Grande Porto Alegre terá a missão de encontrar lugar para 722 mil novos automóveis em ruas já congestionadas.”

    Minhas afirmações seriam:

    1) Metrô é fundamental para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

    2)Um plano de ação para não permitir uma invasão de carros

    3) Até 2020 Porto Alegre tem a missão de melhorar o transporte público de tal forma que impeça o aumento da frota de carros, com soluções que façam inclusive ela diminuir em pelo menos 60% do valor atual.

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  8. Esse projeto de metrô circular é uma piada, na minha opinião. Ignora completamente o crescimento da densidade do coração geográfico de Porto Alegre, passando ao largo dele.

    Um projeto mais razoável, ao meu ver, seria aproveitar um pouco da estrutura já existente da linha 1, fazendo, nessa ordem:

    1) estender o Trensurb sob a freeway após a estação São Pedro, junto à Free-Way, passando pela futura Arena do Grêmio (contribuindo para revitalizar o Humaitá). Essa extensão seguiria depois ao leste, cruzando a linha 1 na estação Anchieta, e acabando em uma nova estação próxima à Coca-Cola. Dessa estação partiriam ônibus mais locais (Nordeste de POA, Gravataí, Cachoeirinha, Alvorada).

    Eu comecei a pensar nisso depois de constatar que os ônibus da linha “diretão freeway” chegam consistentemente lotados ao centro. Eles trazem o pessoal do Rubem Berta, Sarandi, Parque dos Maias e afins. Uma linha de Trensurb – mesmo com baldeação na ponta, atenderia eles muito melhor que os diretões. Adicionalmente, as linhas de Cachoeirinha e Gravataí podiam baldear no mesmo local. Em algum futuro, quando o dinheiro permitir, a linha poderia estendida ou bifurcada.

    2) Corredor BRT na Farrapos, seguindo pela Sertório. Os ônibus sairiam do Mercado, pela Júlio de Castilhos, passariam por um túnel sob a Rodoviária até a Barros Cassal. A Farrapos passaria a ter: corredor de ônibus com embarque central, ciclovia e 3 pistas centro-bairro para carros. O sentido bairro-centro seria feito todo pela Voluntários da Pátria. Isso até o cruzamento com a Franklin Roosevelt. Dali em diante, teríamos 3 pistas bairro-centro, ciclovia e corredor. O fluxo centro-bairro seria desviado pela Pernambuco. Isso criaria um binário, que é um modelo muito mais amigável para os motoristas.

    3) construir o metrô subterrâneo sob a Assis Brasil, até o Triângulo. Isso é primordial e já está em qualquer projeto que se preze. No entanto, eu acredito que a linha deva começar na Estação São Pedro, seguindo sob a Av Cairú, e depois sob a Av. Assis Brasil. O meu ponto principal é que a escavação poderia ser realizada a céu aberto, dispensando o uso de Tatu, e permitindo que a obra seja feita em vários lugares ao mesmo tempo. Para o período da obra, a Cairú é facilmente desviável. Já para Assis Brasil, poderíamos fechar um sentido de carros e o corredor. Os ônibus passariam a vir perpendicularmente, após integração na Sertório. Alguns ônibus integrariam no Cairú e outros no Triângulo. Os veículos particulares, durante a obra, sofreriam. Paciência.

    4) construir uma linha LRT (Light Rail) na Terceira Perimetral. Poderia começar na Estação Aeroporto do Trensurb e ir até a Oscar Pereira. O corredor é largo o suficiente para se fazer isso sem muita mágica. Algumas interseções seriam de nível, o que não é um problema quando falamos de LRT.

    Isso atenderia toda a Zona Norte. Paralelo a isso, seriam construídos corredores BRT para Borges, Érico Veríssimo/Tronco, João Pessoa/Bento, Oswaldo/Protásio/Nilo. A Independência e a Cristóvão poderiam ter bondes modernos, que se estenderiam até a Terceira Perimetral ou talvez até o Obirici.

    Com o tempo (e com mais calma), os BRTs mais saturados poderiam ser substituídos por metrô, escavado com tatu. Uma parte estrutura do BRT (estações) seriam transformadas em estações de integração metrô/ônibus-local, enquanto que a faixa antes reservada aos ônibus viraria canteiro ou ciclovia.

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  9. Também faltou a previsão de linhas de Barco para a Guaíba, Eldorado, zona sul/POA.

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  10. Nesse Plano de transporte e circulação metropolitano está faltando também a previsão de linhas de trens (de superfície, tipo o Trensurb, e/ou subterrâneo) para Viamão, Alvorado e Cachoeirinha/Gravataí, bem como para a zona sul – Restinga.

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  11. Ciclovias nem pensar né? Lamentável.

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