Ospa agora é patrimônio imaterial de Porto Alegre

Além dos concertos oficiais, orquestra se apresenta em parques, igrejas e museus.

Porto Alegre – A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) foi registrada pela prefeitura como Bem Cultural de Natureza Imaterial da Capital gaúcha, em acordo com a Lei nº 9.570, do município. A comunicação oficial do fato será feita pelo prefeito José Fortunati e contará com a presença do secretário municipal da Cultura, Sergius Gonzaga, durante as comemorações do 60º aniversário da Fundação Ospa, terça-feira, em concerto da orquestra às 20h30, no Salão de Atos da Ufrgs.

Esse registro agora por parte da Secretaria Municipal da Cultura, que eleva a Ospa à qualidade de Bem Imaterial de Porto Alegre, equivale ao conhecido tombamento, termo aplicado aos bens imóveis. Já fazem parte dos patrimônios imateriais da cidade a Feira do Livro e a Festa de Navegantes.

Segunda orquestra mais antiga do país em atividades ininterruptas, a Ospa foi fundada em 1950. Completa, portanto, neste ano de 2010, 60 anos de um importante trabalho cultural de formação e ampliação de platéias e de disseminação e divulgação da música erudita.

Sempre buscando a excelência na sua qualidade musical, a Ospa também desenvolve projetos educativos culturais dirigidos especialmente a estudantes e professores da Capital e do interior do Estado. Assim, além dos concertos oficiais, realizados em salas adequadas para essa finalidade, a Ospa tem realizado, ao longo de sua história, concertos em parques e praças públicas, igrejas, museus, escolas, ginásios, atingindo um público anual médio de 100 mil pessoas.

Entre os projetos de cunho social, vale destacar as iniciativas ‘Poema’ e ‘Ouvir a Vida’, voltados para a inclusão de crianças carentes das periferias, com um papel complementar na educação musical dos alunos da rede de ensino. Em reconhecimento ao trabalho realizado pela inclusão social e musical, o “Ouvir a Vida”, criado em 1999, recebeu em 2001 o Prêmio Líderes e Vencedores, da Federasul e, em 2002, a Menção Honrosa do Prêmio Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, entre várias outras homenagens.

Jornal NH

 

Share

Enquanto isso, a parte “material” não existe ainda. Pelo menos a sede. Até quando ?

 

Há quase 1 ano atrás posti esta foto no Blog, neste post: https://portoimagem.wordpress.com/2009/12/02/sala-sinfonica-da-ospa-quando-iniciam-obras/. Ela já tem área pra ser construída.



Categorias:Cultura

Tags:,

17 respostas

  1. Estava lendo teu post e me deparei com a parte dos cabos, mesmo o assunto não sendo este. Muito bom! Wilson

    Curtir

  2. Cobertura de madeira? Outra gambiarra, fora isso eu não duvido nada que acabe sendo roubada e usada para a montagem de malocas em alguma vila. Quanto a transformar num “mendigódromo”, já está transformado a algum tempo. Tem que ser tomada uma providência urgente, esses mendigos SÃO MESMO UMA AMEAÇA à segurança no entorno do Bom Fim, ficam fumando crack e perambulando “pedindo” dinheiro, comidas e bebidas de forma intimidadora, principalmente para idosos. Volto a afirmar que mendicância É CRIME, além de encobrir outros crimes como assaltos e tráfico de drogas.

    Curtir

  3. Essa conversa do novo Araújo Vianna se arrasta há muitos anos. Gilberto…tem alguma foto do projeto vencedor da licitação?

    Já que a prefeitura fez um camelódromo no centro, poderia transformar o Araújo Vianna num mendigódromo. A ideia de reunir todos os moradores de rua num lugar só…não me soa mal. Se bem que…pra caber todos eles, o novo teatro teria que ser umas 100 vezes maior.

    Curtir

  4. Frank, adorei a pérola do teu tio. (rs)

    Gilberto e Daniel, acho que a nova cobertura do Araújo será fixa e de madeira, se não estou enganado.

    Sabem o que seria ótimo ali? Uma torre panorâmica! Podiam até deixar o Aráujo, mas construíssem uma torre panorâmica atrás dele. Vocês conhecem o restaurante giratório de Veranópolis?

    Vejam o link: http://mirantedaserra.webs.com/

    Esta torre da serra gaúcha é bem simples, mas é um baita ponto turístico. Já pensaram em almoçar num restaurante giratório no coração verde de Porto Alegre. Seria o máximo!

    Curtir

  5. Só vinho português… Brincadeiras à parte, eu sinceramente não gosto do Araújo Viana do jeito que é, acredito que seja melhor um teto de verdade ao invés de uma cobertura de lona, e algum tratamento acústico para que o som não seja propagado para fora do auditório com tanta intensidade.

    Curtir

    • Eu detesto a cobertura atual também. Acho que deveriam aproveitar a reforma e mudar radicalmente. Aquilo tem jeito de quiosque na beira-mar… tem jeito de provisório… e que realmente não dura muito. Horrível.

      Curtir

%d blogueiros gostam disto: