Salão Náutico do Mercosul é atração na Capital

Evento começa hoje, sábado, e deve movimentar de R$ 15 milhões a R$ 20 milhões

Estacionamento do BarraShoppingSul recebe as embarcações de 15 estaleiros do Estado, SC e PRFoto: Diego Vara / ZH

O Salão Náutico do Mercosul chega a sua quarta edição de casa nova. A estrutura da marina e a área de exposições estão divididas em dois espaços, no estacionamento do BarraShoppingSul e à beira do Guaíba, em Porto Alegre.

Lanchas, barcos e iates produzidos por estaleiros da Região Sul estarão expostos em terra firme, com uma estrutura montada em frente à Avenida Diário de Notícias. São 15 empresas que apresentam barcos destinados aos mais diversos bolsos. O mais sofisticado é o Phantom 38,5, do estaleiro Schaefer, que vale cerca de R$ 1, 5 milhão, mas há também lanchas mais acessíveis, como as fabricadas pela Brazilian Boat. A empresa de Novo Hamburgo iniciou suas operações há cerca de cinco anos, e hoje entrega embarcações motorizadas por cerca de R$ 47 mil.

Zero Hora

 

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3 respostas

  1. Portoalegrense gosta de lazer na beira da água, se for a água do litoral catarinense ou de uma piscina. Mas enquanto não acabar o lançamento de esgoto não-tratado no Guaíba e não sair a revitalização do cais nem algum projeto de área de lazer qualificado no pontal do estaleiro (já que conseguiram impedir a construção de prédios residenciais com um “argumento” furado sobre privatização da orla) o mercado de embarcações de lazer não será tão desenvolvido.

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  2. Talvez venha aí fotos minhas da área de lazer montada junto ao Guaiba !

    Montaram uma área de lazer na beira dágua. A maravilhosa escolinha do Gremio, aquela que privatizou quase toda a orla da Diário, por milagre cedeu uma faixinha estreita de areia para montarem bares para o evento.

    Tomara que essa área de lazer montada na orla desperte nos portoalegrenses e provincianos o gosto de ter lazer à beira dágua.

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  3. Eu não tenho a menor simpatia pelos Schaefer, tanto por ter tido uma rixa com um parente do dono da empresa a uns anos atrás (eu reconheço que eu fui meio cabeça-dura nesse caso) quanto por achar exagerados demais os preços das embarcações que produzem. Parece que acham que se lançassem umas embarcações menores, mais leves e econômicas e possivelmente sem tantos ornamentos estariam “empobrecendo” o portfolio, como se a classe média só tivesse direito a andar de bote inflável… A propósito: uma coisa que eu acho intrigante é o estaleiro Cimitarra, de Vera Cruz-RS, oferecer a embarcação mais simples que produzem apenas para exportação (eu até achei interessante o modelo, e acredito que pudesse ter um bom potencial no mercado local).

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