Ônibus ateus começam a circular na Capital neste domingo

 

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Porto Alegre é a cidade das campanhas. Definitivamente.
 
 

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36 respostas

  1. Geovane não entendeu a campanha. Ela nµão está comparando deus pu os religiosos a Hitler. Está mostrando que não podemos julgar a boa indole da pessoa pelo fato de ela acreditar em deus ou não.
    Mas concordo que precisamos de gente cética. Mas é impossível ser religioso e cético. Todo verdadeiro cético é ateu (ou agnóstico, que é praticamente a mesma coisa)

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  2. Gostei do debate, nada mais a declarar, 🙂

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  3. Tem gente falando sobre o que não conhece, misturando crença em Deus com religião. Para mim não há diferença alguma entre um fanático religioso e um ateu. Esta campanha é infeliz, pois constrói uma imagem positiva dos ateus em cima de desgraças cometidas por ditos crentes. Alegam discriminação e respondem com a mesma moeda, comparando a crença em Deus com monstros como Hitler. Por que não uma campanha sem apelação com argumentos ou que mostre que um ateu é um ser normal como qualquer outro cidadão?
    Para mim isso não passa de provocação picuinha de gente limitada. A verdade é que muitos ateus assim como muitos ”religiosos” não suportam a existência de opiniões e pensamentos diferentes dos seus.
    Este pais não precisa de religião nem de ateísmo precisamos de gente cética. Olhem no dicionário o significado de ceticismo.

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  4. Ah! E, sim, Hitler é apelação.

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  5. Acho esta campanha desnecessária no Brasil.

    Este é um país de um sincretismo sem igual, onde cristãos rezam a deuses de religiões afrobrasileiras, frequentam centros espíritas e são devotos de santos católicos. Brasileiros têm uma visão muito madura e tolerante quanto à fé; diferentemente de lugares como EUA, Europa, Médio e Extremo Oriente.

    Sou abertamente ateu e JAMAIS sofri preconceito na minha família, trabalho, círculo social, tampouco pela mídia, apesar da grande influência católica na nossa cultura. Somos um povo tolerante, ninguém aqui precisa enfatizar sua crença. NA verdade, acho até que muitos países poderiam aprender conosco como se produz uma sociedade sincrética e tolerante à fé.

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