Caxias adota Lei Antifumo; Porto Alegre fica para trás

O prefeito de Caxias do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), sancionou, nesta terça-feira (14), a lei que proíbe o fumo em estabelecimentos fechados de uso público – exceto em áreas reservadas, que devem ser isoladas. Com a legislação, fumantes e donos de estabelecimentos que permitirem o uso indiscriminado do cigarro estão sujeitos a multa de aproximadamente R$ 580.

No Rio Grande do Sul, leis similares já foram adotadas também por Pelotas e Bento Gonçalves.

“Enquanto isso, em Porto Alegre, tentamos aprovar o projeto de lei antifumo desde 2008 e não conseguimos” lamenta o vereador Beto Moesch (PP), coautor da proposta derrotada em 10/11 na Câmara Municipal da capital gaúcha. 
 
 
Gabinete do Vereador Beto Moesch

 

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6 respostas

  1. Em lugares fechados o fumo deveria ser proibido, fato!
    Acho um atraso em Porto Alegre isso ainda não acontecer.

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  2. Só para esclarecer algo dito em um dos comentário:

    A bebida é responsável sim por muitos problemas sociais, como acidentes de transito, brigas e até assassinatos. Acho que deveria haver um controle muitissimo maior sobre a venda desta.
    Em termos anatomicos, por assim se dizer, o cigarro causa mais mal ao corpo. A proporção de pessoas que consomem álcool e que vêm a desenvolver doenças relacionadas a este vício é pequena se comparada ao número de pessoas que desenvolvem doenças relacionadas ao cigarro e que custam uma fortuna para o sistema de saúde. Isso se deve principalmente à quantidade absurda de substâncias deleterias contidas no cigarro – substâncias estas muito mais prejudiciais ao corpo do que o álcool.
    Mas para mim o que mais diferencia o tabagismo e o alcoolismo é a questão do tabagismo passivo. As pessoas expostas à fumaça do tabaco também tem chances aumentadas de desenvolver uma série de doenças, o que não acontece com relação ao álcool.

    Dito isso, acredito que este seja um assunto delicado. Os fumantes tem o direito de fumarem em paz, mas seria preciso desenvolver alguma maneira de garantir este direito a eles e ao mesmo tempo preservar a saúde de quem não fuma. Um exemplo disto foi algo que vi no Uruguai – em festas, por exemplo, NINGUÉM fuma no interior do clube, mas estes sempre possuem alguma área aberta destinada aos fumantes, isolada por portas do salão, ou seja quem quer fumar, fuma; quem não quer, não precisa fumar por tabela como no Brasil.

    O melhor mesmo seria taxar altos impostos sobre bebidas de álcool e cigarro e fiscalizar sua venda, como em alguns paises nordicos. Quem quer utilizar estas drogas (que às vezes causam tanto problema como as ilícitas) pode usar, mas pagará caro.

    E dizer que não-fumantes não podem falar do cigarro, porque os poluentes do ar também causam mal à saúde, seria o mesmo que uma pessoa que bebe e dirige dizer que é um absurdo prender este tipo de criminosos porque tem gente imprudente no volante que mata sem beber também.

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  3. apelo que entendi a lei proibiria em ambientes fechados, sou ex fumante e a favor

    mas quando vejo um se queixando do cheiro em locais abertos me pergunto se a pessoa nao nota como ela soa implicante

    mas como eu ja opinei antes, preconceito contra fumantes eh cada vez mais aceito

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  4. Pessoas fumando em um bar não atrapalham a minha vida, não me importo, mas esperar um onibus no terminal do mercado com o pessoal fumando na frente, isso me torra a paciencia.
    Porem, la ees não vão proibir, ja que até mendigo dorme la.

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  5. Sou ex-fumante, e não tenho nada contra os fumantes, deixei porque quis, e não acho que porque deixei de fumar todos terão que fazer o mesmo, quem reclama da fumaça dos cigarros, deveria reclamar também da fumaça dos ônibus do volume de particulas que os mesmos jogam no ar, há mas isto não é relevante. Parabens Porto Alegre por não aprovar leis contra os fumantes.

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  6. Sou ex-fumante, logo teoricamente interessado na proibição de fumo em locais públicos, entretanto não vejo com nenhuma simpatia leis autoritárias que procuram proibir o fumo da forma mais fascista possível.

    Parabéns Porto Alegre por resistir a imposições que vão mais contra o direito do fumante do que favorecendo o não fumante. Áreas exclusivas para fumantes, com exaustão especial retirando o cheiro e os gases do fumo resolvem o problema, não precisamos simplesmente transformar alguns cidadãos em verdadeiros vira-latas que tem que se esconder ou ficar em locais inconvenientes para satisfazer o seu pequeno vício e conspirar contra a sua própria saúde. Pelo que eu saiba a bebida provoca muito mais mal que o cigarro, mas nem por isto proibimos as pessoas de beberem em bares, restaurantes na frente de menores.

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