As prioridades do Prefeito Fortunati para 2011 e 2012

Ao contrário do que as lideranças políticas e a mídia têm especulado nas últimas semanas, o prefeito José Fortunatti, de Porto Alegre, não tem planos de mexer no seu secretariado.

O prefeito está muito bem avaliado (DataFolha desta semana apresentou-o como o terceiro mais bem avaliado prefeito de Capital) e não quer saber de turbulências, mas de agendar e azeitar claramente as ações para os dois anos finais do seu governo.

A partir da semana que vem, a administração municipal agendará o cronograma final das reuniões de planejamento estratégico para 2011 e 2012, que começaram no dia 6 de janeiro e que culminaram no dia 21 com a participação de 500 lideranças da prefeitura. Isabel Matte, a CEO do Gabinete de Planejamento Estratégico, graduada pelo PGQP e INDG durante os seis anos de trabalhado continuado na administração municipal, pilota todas as reuniões como consultora.

O prefeito José Fortunatti disse que nesta segunda quadra do seu mandato, dará ênfase a dois pacotes principais de ações:

1) resgatar os compromissos do Programa do Orçamento Participativo, executando as 850 obras aprovadas e ainda não realizadas (algumas dessas obras foram prometidas em 1990).

2) executar todas as milionárias obras previstas para a Copa de 2014, que envolvem recursos da ordem de R$ 500 milhões, apenas na órbita do poder público municipal.

 

Informações adquiridas pelo Políbio Braga durante café no Sheraton Hotel com o prefeito.

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Categorias:COPA 2014

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1 resposta

  1. Eu queria saber quando ele vai priorozar a limpeza urbana, que está, com o perdão do trocadilho > UM LIXO.
    Eu percebo nas entrelinhas que na realidade, esse lance do descaso com o lixo e a ausência da limpeza das ruas….é na verdade um solerte artifício que a Administração está usando para justificar uma futura privatização do DMLU, como queriam na época do Fogaça, mas houve vazamentos de escândalos à imprensas e a tentativa tubulou.
    Prestem atenção que, toda vez que uma prefeitura pensa em privatizar serviços, ela começa puxar o freio de mão do órgão que quer privatizar, pra forçar uma situação e justificar, primeiro uma terceirização e, posteriormente, a privatização.
    Quem é amigo do Rei, ganha a licitação.

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