Alegria de pobre dura pouco: Ford fará fábrica na Bahia mesmo

Nova fábrica da Ford sairá na Bahia e não no RS

Na Bahia, os teasers espalhados na mídia gaúcha sobre investimentos de uma nova fábrica no RS foram encarados com humor.

A Ford já avisou ao governo baiano que sairá lá a nova (ampliação) fábrica, tal como saiu aqui a nova (ampliação) fábrica da GM.

Uma fábrica da Ford no RS, pelas mãos do PT, seria algo como a reconquista. Afinal, Olívio Dutra mandou a Ford embora.

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Categorias:Economia Estadual

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22 respostas

  1. Paulo

    Em termos de investimentos não realizados ou colocados em local errado a história mundial está repleta. Aqui no RGS posso dizer que por exemplo a Refinaria Alberto Pasqualine era na origem ser construída em Tramandaí, local lógico ao lado do mar como a maior parte das refinarias do mundo estão colocadas, e tu sabes porque não foi posta em Tramandaí? Porque era longe de tudo e acharam por bem, para ficar a vida mais confortável para quem trabalhasse nela ficasse do lado da capital do estado (e teve oposição dos políticos de Rio Grande, pois Tramandaí se transformaria com o tempo num grande porto).

    Veja depois da colocação errada da mesma se persistiu na colocação do Polo Petroquímico em Triunfo, para ficar perto da refinaria. Ou seja, um erro leva ao outro, temos que tomar como lição para não produzirmos outros.

    Outro erro que está se perpetuando hoje é a utilização do Porto da cidade como polo turístico. Com isto se abdica das facilidades de transporte que o transporte marítimo proporciona. Ninguém se dá conta que a tendência do combustível de subir de preço é inexorável e com o fim do porto da cidade (o cais Navegantes não tem capacidade para grandes navios) o chamado custo Brasil sobe. Daqui a dez anos teremos belos prédios na beira do cais, bons restaurantes e a não teremos condições competitivas para a nossa indústria.

    Vejo um monte de jornalistas que querem passar por “Experts” em economia (atenção Simon, este recado não é para ti, não enfies a carapuça) e não enxergam um palmo adiante do nariz, Porto Alegre não tem uma estação ferroviária de porte, Porto Alegre não terá mais porto, ficando assim a unica possibilidade de movimentação das cargas a a partir da cidade pelo modal Rodoviário (o mais caro e com menos futuro alongo prazo).

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  2. Concordo que foi mais complexo. Mas a Fiat queria vir ao Rio Grande do Sul, no ano do centenário da imigração italiana. Era só ter aceitado algumas exigências. As 3 montadoras da época, estavam todas em São Paulo. O impacto econômico que isto traria seria enorme, não só para o Estado, mas para todo o Brasil, pois mudaria completamente a matriz industrial de então. O que faltou foi a tal união ref. III Polo Petroquímico, que tu te referiste. Tanto é verdade, que depois de perder a Fiat, todo o Estado se uniu para trazer o Polo. E aí, o presidente Ernesto Geisel, gaúcho, não teve como dizer não. Mas a conquista do Polo teve muito a ver com a “saída” da Fiat e a repercussão do fato.

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  3. Eu fico só com os dois primeiros para mim 😉

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  4. Também não tenho saudades da ditadura. Na faculdade éramos observados o tempo todo. Não, Serra não é direita, foi também perseguido. Quanto a partidos, eu tenho 3: a minha família, o meu bolso e o meu time do coração.

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  5. Paulo,

    Interessante, eu não sabia disso, vou ver se leio mais a respeito. De qualquer maneira não tenho saudades da ditadura e não estou partidarizando, estou me queixando de um político que pode facilmente ser candidato novamente no futuro. Realmente, pena que o Triches não ajudou.

    Quem é a direita do Brasil? Por favor não me diz que o Serra era candidato da direita. 🙂

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  6. Felipe X, na décade de 70 a Fiat queria construir uma montadora em Caxias do Sul, centro da colonização italiana no Rio Grande do Sul. Nem queria tantos incentivos fiscais, etc. Apenas infra estrutura, terrenos, etc. O governador Triches achou que era demais e não quis.
    A Fiat acabou indo para Minas Gerais e em 1977 lançou o “147”. Minas Gerais se transformou a partir daí. Hoje é o 2º Estado mais forte (na época, havia só 3 montadoras: Ford, GM E Volks). Quanto à direita, já houve e ainda há!

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  7. Fiat? Não estou sabendo desta, poderias dar mais detalhes?

    Mas de qualquer maneira, não estou partidarizando. Além disso, hoje em dia não existe direita no Brasil. Aliás, nem sei se já houve.

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  8. Felipe X, a direita mandou a Fiat embora; 25 anos depois a esquerda mandou a Ford embora! Como diria Cazuza: ideologia, eu quero uma pra viver…

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    • Não creio que tenha sido tão simples assim no caso da Fiat. Na época só tínhamos a GM, a Ford e a Volkswagen. As 3 únicas montadoras do país. Todos os estados queriam a planta da Fiat. Um tinha que ganhar. E aqui não houve a mesma união que tivemos quando o IIIº Polo Petroquimico veio para cá. No caso do Polo, os deputados federais, senadores, deputados estaduais e toda a sociedade civil se uniram pra trazer este complexo químico para nós. Poderia estar hoje em qualquer outro estado, mas está aqui, pois houve união. Esta é a palavra chave. União, sem cores partidárias.

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  9. Só espero que ninguém venha aqui me dizer que não devo remoer o passado, devo é votar no Aécio para governador do RS 😛

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  10. Paulo, é a velha estratégia de quem não sabe explicar o que fez: desqualificar os outros.

    Mas é isso, felizmente temos o Tarso e não o Olívio. É um cara mais ponderado, o Olívio nunca assumiu um cargo público importante sem gerar um prejuízo para nós. Vide também multas sobre a “tomada” das empresas de ônibus ou quebra de contratos com as companhias de pedágios. A Ford foi apenas mais uma quebra de contrato dele, entre tantas outras.

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  11. Jefferson, por que a risada? Tu não és gaúcho? Tu não gostarias de trabalhar na Ford? Mas, se tu quiseres observar o impacto que uma empresa destas gera na economia, é só ir até Minas Gerais. Minas era um Estado antes da Fiat; hoje é outro…E além disto, te pergunto: por que o Tarso tentou trazer de novo para o Rio Grande do Sul?

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  12. Jefferson, sugiro dares uma olhada no impacto, principalmente na arrecadação de impostos e geração de empregos, que a GM gerou em Gravataí. Acho que devem haver limites sim, mas não tem por que não dar certos estímulos.

    O lado bom é que essa politicagem morreu aos poucos aqui. O rigotto deu algumas regalias para a Nestlé ir para o norte do estado e não ouvi chiadeira.

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  13. boa campeão.. enquanto isso o estado perde empregos, visibilidade, infraestrutura e demais regalias

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  14. hahahaha!!
    a FORD foi embora porque quis, sou totalmente contra o governo dar dinheiro para eles
    tá certo o PT
    sem arrego

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  15. depois questionam o porquê das críticas ao partido enganador, perdedor, usurpador.

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