Térmica Candiota 3 entra em sincronia com Sistema Interligado Nacional

Agência Brasil

Desde as quatro horas da manhã desta terça-feira (4), a Usina Termelétrica Candiota 3, no Rio Grande do Sul, está transmitindo energia em sincronia com o Sistema Interligado Nacional (SIN). A usina, que tem potência instalada de 350 megawatts (MW), está operando desde novembro do ano passado em fase de testes. Ao sincronizar com o SIN, a termelétrica estava gerando 228 MW, mas deve atingir a capacidade máxima até o fim do dia.

Candiota 3 foi a obra de maior investimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na Região Sul e custou R$ 1,3 bilhão. Com tecnologia chinesa de dessulfurização, a promessa é que a usina polua menos que as termelétricas comuns. O primeiro leilão de comercialização de energia da usina foi feito ainda no período em que a presidenta da República, Dilma Rousseff, era ministra de Minas e Energia. Na época, em 2005, foram leiloados 292 MW. A termelétrica só começou a ser construída, contudo, em setembro de 2006. Nos anos seguintes, cerca de 4,6 mil pessoas trabalharam na obra. Nos próximos meses, a usina deverá atingir o número de 250 empregos diretos.

Candiota 3 tem capacidade de abastecer 1 milhão de pessoas com o perfil do consumidor gaúcho. O empreendimento é gerido pela Companhia de Geração Termelétrica (CGTEE) e foi financiado pelo Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês).

Jornal do Comércio
 

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Categorias:Economia Estadual, Energia

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