Família Assis pede aumento em repasses e prefeitura decide rescindir contrato com Instituto Ronaldinho Gaúcho

Família Assis Moreira queria receber mais verbas sem aumentar o número de crianças atendidas - Fernando Gomes / clicRBSA negociação entre a prefeitura de Porto Alegre e a família Assis Moreira para manutenção do contrato com o Instituto Ronaldinho Gaúcho terminou sem acordo. Espantados com o pedido de aumento de 160% nos repasses anuais da Capital para a organização, os representantes da secretaria municipal da Educação decidiram encaminhar a rescisão do documento.

— A proposta ficou muito além daquilo que poderíamos pagar. Em 2010, pagamos R$ 1,4 milhão. O pedido da família Assis elevaria o valor em 160%, chegando a R$ 3,7 milhões — explica a secretária Cleci Jurach.

Apesar do aumento no repasse, o número de crianças atendidas pelo instituto seria o mesmo: 700. Os jovens serão atendidos em outros espaços, que estão sendo alinhavados pela secretaria. A rescisão do contrato foi encaminhada à Procuradoria Geral do Município.

Zerohora.com entrou em contato com a assessoria de imprensa do insituto e aguarda uma posição oficial. Um dos advogados da família Assis que participou da negociação não quis entrar em detalhes sobre o que foi dito pela secretária da Educação.

Vereadores querem devassa nas contas

Os repasses de mais de R$ 5 milhões destinados ao Instituto Ronaldinho Gaúcho ao longo dos últimos três anos serão questionados a partir de hoje pelos vereadores da Capital Adeli Sell (PT) e Dj Cassiá (PTB). Eles pretendem protocolar na Câmara um pedido de informações a respeito dos gastos de verbas públicas por parte da organização.

— É dinheiro público. É nossa obrigação fiscalizar e saber onde foram gastos esses valores. Queremos entender como o Instituto vai fechar, mesmo com todo esse dinheiro que foi repassado e com o salário astronômico que ganha o Ronaldinho. Como ele não tem capacidade de manter? — questiona Adeli Sell.

Segundo o site do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o instituto recebeu um total de R$ 5,3 milhões por parte da prefeitura da Capital. Os vereadores acrescentam que a organização recebeu R$ 2 milhões de verbas do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), em 2007. Conforme os representantes do programa no Estado, o dinheiro foi repassado pelo Ministério da Justiça e seria destinado à realização dos Jogos Gaúchos de Verão.

 Fonte: zerohora.com



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8 respostas

  1. Com a quantidade de dinheiro que o Ronaldinho arrecada em patrocínios e eventos já daria de bancar o tal instituto sem usar dinheiro público, no máximo deduzindo do imposto de renda.

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  2. Fortunatti sem vergonha. Aceite meu reajuste!

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  3. Falido com certeza não está. Eles possuem vários negócios na Zona Sul, sem falar que o Assis é empresário de outros jogadores. A prefeitura tem que investigar isso mesmo. Aumentou o valor recebido e não aumentou o número de crianças atendidas.

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  4. Deletei as picuinhas e não serão admitidos comentários desse tipo.

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  5. Em qualquer lugar do mundos as ONGs e Fundações privadas prestam serviços PÚBLICOS (notadamente assistenciais) com dinheiro PRIVADO (utilizando doações abatidas do Imposto de Renda ou receitas/bens particulares). No Brasil, pelo contrário, boa parte dessas instituições sobrevivem do recebimento de verbas públicas para, às vezes, prestarem algum serviço a comunidade.

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  6. Gente, esse post nao é sobre futebol e nao tem nada a ver com a ida dele pro Flamengo. Se trata do fechamendo do Instituto.

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  7. To achando muito estranho tudo isso, o Ronaldinho foi apra o Flamengo por causa do dinheiro, porque tinha pedido mais para o Grêmio e o time não aeitou, agora querem tirar da prefeitura.

    Acho muito dificil, mas sera que o Ronaldinho ta meio que quebrado, sei la. Aquele irmão dele deve ter feito alguma besteira nos investimentos, huehuehue.

    Enfim, uma pena apra as crianças, tomara que elas não fiquem sem algum lugar.

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  8. Esse cara ja era…e’ um has been! Melhor sorte no Flamengo

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