Modelo BRT de ônibus para Porto Alegre


Sugestão de post: Jânio (Jake)



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29 respostas

  1. Muito bonito, sim, mas sabem quantos lugares? 51 acentos! Apenas isso…
    Para ser BRT o ônibus deve ser BI-ARTICULADO, não simplesmente articulado.
    Para maiores detalhes, acessem essa comunidade, que discute transporte público no Estado, no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=17549954&tid=5536697948383851977&kw=b12m

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  2. Alguns comentários:

    Felipe X:

    Quanto a retirada dos bondes

    Na época este chato que escreve aqui e é um sujeito meio velho já era contra a retirada dos Bondes (e já criticava!), para não faltar com a verdade a maior parte dos engenheiros do estado eram a retirada dos bondes, só os que tinham outros interesses que eram a favor. Porém, eram outras épocas, quando até falar contra o Interventor (nome correto para os prefeitos não eleitos) era questão de segurança nacional. Não tínhamos a liberdade que temos hoje em dia para criticar o governo em todos os níveis.

    Julião:

    Quanto a Carris: Como ela era vinculada ao município e forças nada ocultas (empresas de ônibus e fabricantes) pressionaram os interventores da época ($$$$$$) para que eles assumissem a modernidade. O sistema era ultrapassado, mas a manutenção era mínima.

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  3. O combustível desses novos ônibus não é 100% fóssil pelo que lembro. Outra alternativa talvez mais barata que substituir tudo no futuro por trens elétricos seria trocar o combustível dos ônibus de petróleo para cana, milho ou a moda verde que for.

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  4. Pelo menos em Porto Alegre os bondes perderam espaço a partir da década de 60, principalmente porque pararam de investir no sistema. Nessa época o perímetro urbano da capital se expadiu bastante, ao receber milhares de novos moradores vindos do interior, e as linhas de bondes, que antes cobriam toda a cidade, começaram a perder espaço para linhas privadas dos “novissímos” ônibus que acessavam os novos bairros e chegavam até o centro, o que obrigou a Carris a oferecer serviços de transporte de passageiros também no modal rodoviário e abandonar, cada vez mais, o transporte por trilhos.

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  5. Outra comentário, Felipe, antes até eu pensava que a expressão vontade política era algo importante na gestão pública. Me parece que o importante no momento é

    INTELIGÊNCIA

    e esta está faltando!

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