Governo pede financiamento para infraestrutura e áreas sociais ao BNDES

Foi confirmada a liberação de R$ 140 milhões do Programa Emergencial de Financiamento do Governo Federal

O governador Tarso Genro e os secretários da Fazenda, Odir Tonollier, e do Planejamento, Gestão e Participação Cidadã, João Motta, com a colaboração de especialistas da Fundação Getulio Vargas, apresentaram nesta terça-feira ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o pedido de financiamento de R$ 1,3 bilhão para aplicar em investimentos em infraestrutura e áreas sociais.

Em sua explanação para os executivos do BNDES, Tarso destacou que o RS está atraindo investimentos de fora do Estado e do país e que está preparado para recebê-los, induzi-los e financiá-los, inclusive com a possibilidade das “renúncias e concessões fiscais”.

Tarso pediu ainda que o banco desse celeridade no processo de negociação com o Estado. Segundo o governo, o presidente do banco, Luciano Coutinho, garantiu atenção especial da sua equipe na transação.

Ao final do encontro foi confirmada a liberação de R$ 140 milhões do Programa Emergencial de Financiamento do Governo Federal, que foi criado no ano passado para ajudar os Estados brasileiros a diminuirem os efeitos da crise global. O recurso será liberado em cerca de dois meses.

Parte da verba já tem definição sobre a aplicação. O montante de R$ 70 milhões será aplicado na construção de rodoviais e para reembolsar o Estado pelos investimentos na construção da RS-471. As áreas de saúde e segurança receberão R$ 8 milhões cada. E outros R$ 11 milhões serão liberados para modernizar a gestão tributária do Estado.

ZH DINHEIRO

 



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6 respostas

  1. Alex, acredito no défcit zero gaúcho assim como acredito no superávit federal. Que eles existem, existem, mas o que eles significam não é uma coisa tão cartesiana como a maioria entende (ou quer entender). Afinal, economia não é ciência exata.

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  2. Déficit zero (ou gastar só o que se tem, para entendimento dos que cegos pela disputa política e ideológica) não é um número ou uma conta matemática, mas uma filosofia de administração pública ou particular.

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  3. Vocês realmente acreditam em déficit zero?
    O coelhinho da Páscoa ta chegando pessoal….

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  4. Olha eu nao sei se odeio mais ou menos o PT. Tarso deixou escapar ou literalmente disse: “- A nossa proposta de recursos não é uma proposta exagerada. O orçamento do Estado do Rio Grande do Sul é um orçamento grande e vai crescer em 2011.”

    Isso foi depois do secretario nao-sei-do-que disse aquela bobagem de nao ter dinheiro!!

    Talvez, muito talvez o Tarso nao seja o tipico PeTista burro, selvagem, bandido, mentiroso, adorador do pior da humanidade, asqueroso, atrazado, antiquado e revolucionario como TODOS os outros Petralhas. So’ que com o PT eles “DIZEM” as coisas certas algumas vezes, so’ que nao as fazem (8 anos de governo LuLA por exemplo) Agora e’ ficar de olho em quanto eles irao gastar em propaganda e ver se realmente irao fazer algo para a populacao. ELES NAO TEM MAIS NENHUMA DESCULPA PARA NAO FAZEREM NADA.

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  5. Pois é Julião, imagina se ela não tivesse entregado o estado quebrado como uns dizem por aí 🙂

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  6. Para um governo investir (seja em infraestrutura, seja na área social), através de financiamentos (públicos ou privados), é necessário antes de mais nada ter “capacidade de endividamento” e para que se obtenha essa capacidade é precisa haver um controle rígido de suas contas ou déficit zero.

    Parabéns ao RS que, depois do governo Yeda, voltou a ter condições de investir em seu desenvolvimento.

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