Uma marina pública para a Capital

 Projeto de arquitetos brasileiros e estrangeiros prevê áreas para hotéis, bares e restaurante panorâmico na orla do Guaíba

Sob arcos de até 25 metros de altura junto às águas do Guaíba, nasce uma nova proposta para a revitalização da orla da Capital. Arquitetos espanhóis e brasileiros elaboraram – e esperam que a prefeitura encampe a ideia – um anteprojeto que prevê a construção de uma marina pública com espaço para bares, lojas, hotéis e piscinas junto ao Anfiteatro Pôr do Sol.

Ocentro da proposta é uma marina pública com espaço para cerca de 200 embarcações. No entorno, estão previstos estabelecimentos como restaurantes, bares, lojas, hotéis, salas para eventos e cinema. Eles ficariam sob arcos erguidos em uma barra que avançaria na água.

O plano prevê espaços para lazer, como praça, piscinas e mirante. O acesso à área seria gratuito, com cobrança apenas dos serviços oferecidos. O complexo seria erguido em uma extensão de 1,5 quilômetro entre o Parque Maurício Sirotsky Sobrinho e a foz do Arroio Dilúvio, com estacionamento para 1.432 veículos.

O investimento estimado é de cerca de R$ 500 milhões, por meio de parceria público-privada (PPP). O consórcio que executar a obra poderia explorar as áreas pagas do empreendimento por um período de cerca de 25 anos.

– Esse anteprojeto traz um ar de modernidade e cria um polo de atrativos para a valorização do Guaíba. Há mais de 40 anos o Plano Diretor prevê intervenções na área – diz o arquiteto e urbanista Fernando Brentano, que, com Augusto Portugal e outros profissionais gaúchos, é parceiro dos espanhóis.

ZH

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46 respostas

  1. Enquanto, por aqui, seguem esses debates estéreis, fica uma sugestão de consulta no Google: “Orla de Aracaju /Imagens” é uma amostra de como estamos atrasados, não só em comparação a Puerto Madero e Montevideo, mas também em relação à pequena e modesta capital sergipana.

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  2. Um cara que nem esse, a primeira coisa que faz se ganha na MegaSena é fugir pra um lugar cheio de playboys.

    OK, sem estereótipos, a cidade precisa se qualificar. Playboy, glamourização,tigrada, povão… vamos esquecer esses rótulos!!!!!!

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  3. Esta estranha península já aparece nos mapas da Capital desde os anos 50 (Fayet/Paiva), ou talvez até antes. É intrigante perceber que metade dela foi feita, e que divide o encontro das duas fozes (?) do antigo e do novo Dilúvio. Uma, oriunda da Ponte de Pedra (a água vem ou vai? – ninguém fala desse braço morto…), e a outra do curso atual (Avenida Ipiranga). Curioso é que a enseada aparece em diversos mapas das décadas de 80, 90,2000, e mapas atuais… mesmo que a península jamais tenha sido concluída (os trabalhos foram paralisados em 1978).

    ALGUÉM SABERIA EXPLICAR?

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  4. Não vi ninguem comentando a respeito, mas vocês notaram que bem no canto esquerdo da imagem tem aquele antigo projeto do Oscar Niemeyer!?
    É o tal do Caminhos da Soberania. Se eu não me engano é este o nome.
    Gostei de ver que dessa vez não esqueceram que existe outros projetos para a área e que eles não foram esquecidos. Goste ou não do projeto, é importante que a cada nova ideia, se some as anteriores. Isso qualifica os projetos.
    Só falta deixarem de se serem projetos.

    PS.: Também queria mais imagens… 😦

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