Inspiração

NAKHEEL DEVELOPMENT, AP, BD

Será que ainda veremos uma ilha em formato de palmeira no Guaíba? Depois de lançar em 2010 o complexo multiuso Trend City Center em Porto Alegre, a Maiojama vai a Dubai, Abu Dhabi e Xangai buscar inspiração para futuros projetos. Dubai se especializou em empreendimentos ousados, como o Jumeirah Palm (foto).

 

 

 

Espero sinceramente que voltem apenas com a cabeça aberta para ousar mais, mas que deixem as idéias cafonas e mirabolantes de Dubai por lá mesmo… (Ander Vaz)



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Economia da cidade, Habitação, Infraestrutura, Plano Diretor, Prédios

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13 respostas

  1. Verdade Ricardo, existem centenas(se nao milhares) de operarios que trabalham de forma escrava em Dubai e as autoridades fazem que nao ve. Deu uma reportagem outro dia aqui na TV inglesa mostrando dezenas de Bangladeshes, indianos etc que os patroes confiscam os seus passaportes e dizem que so devolvem depois que eles trabalharem para pagar a passagem de vinda. So que eles ja trabalharam meses e estao sempre “devendo” aos patroes.
    A mesma estoria que os gigolos fazem quando “exportam” prostitutas para trabalhar no exterior…..

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  2. É verdade, esse papo das condições insalubres e opressoras dos operários em Dubai. E digo mais: em Doha é tão ruim quanto. Meu irmão morou um ano lá e pôde testemunhar que indiano, paquistanês e indonésio, por lá, é mais maltratado que cachorro vadio. Dormem em contêineres ou galpões, sem ventilação contra o calor do deserto e são vítimas de muito preconceito e racismo. Não adianta nada promover gigantescas reformas arquitetônicas numa cidade e submeter os operários a condições que fariam o MP e o Ministério do Trabalho do Brasil ficar de cabelo e pé. Por isso que eu digo: mesmo a pior democracia é o melhor regime.

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  3. andervaz
    Tu nao ta’ entendendo bro. Na reportagem ficou claro de que os operarios nao tem opcao de voltar pra seus paises. Os passaportes sao confiscados e as condicoes de vida sao piores que as da Vila Dique em POA.

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  4. Ricardo,
    Salários baixos e horas a mais trabalhadas não são sinônimos de escravidão. De segunda pra terça passadas eu trabalhei 27 horas seguidas. E eu recebo na nota fiscal (sem carteira assinada e outras vantagens) Isso não faz de mim um escravo. Claro que não queria ter passado por isso mas eu tenho escolha.
    Eles também ganham o visto pra viver no país além de outros benefícios. É puramente escolha.
    Alguém que sai do Paquistão, da Índia ou de qualquer país da Ásia optou ir e pode optar por voltar também. Isso não é escravidão.

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  5. Seria lindo, mas sinceramente acho impossível isto acontecer em Porto Alegre…

    Sou a favor q tivesse uma área da cidade q impulsionasse a arquitetura moderna, com maiores limites de altura e inspiração nos prédios de Dubai. Isto atrairia maiores investimentos em construçao civil, comércio e turismo.

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  6. @andervaz
    Acho que ele nao ta’ confundindo nao. Ate’ esses dias saiu uma reportagem na BBC sobre isso. Ha’ muitos indianos/paquistaneses/outros asiaticos que trabalham na construcao civil de la’ e sao praticamente escravos.

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  7. Marcelo,
    Dubai tem a maior concentração de operários contratados (com direitos) de todo o oriente médio.
    Vc deve estar confundindo com o interior do interior do interior da China.

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  8. Espero que eles não voltem de Dubai com a idéia de usar mão-de-obra escrava como eles fazem lá.

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  9. Cuidado ao publicarem uma foto de um empreendimento assim sugerindo que fosse construído no Guaíba.

    Os eco-contra-tudo-xiitas sequer irão ler o que está escrito e já sairão realizando um abraço no Guaíba. (rs)

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  10. eles deviam ir a tóquio e osaka, simpes assim.
    bom, pelo menos uma construtora pensando pra frente.

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  11. Eu gostaria de ter o prédio da vela aqui em poa e não a caixa com a ponta ridícula da Carlos Gomes. Por favor, não existe arquitetura mais feia, pobre e brega que a de Porto Alegre. Fui fazer uma exposição em Assunção e constatei a verdade que cala. Os prédios do inicio do século XX da capital paraguaia dão de onze a zero nos de Porto Algre. Não são os arquitetos que são ruins, é a cabeça dos empresários que é pequena.

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  12. Quem sabe aquele projeto ali na saída do arroio Dilúvio?

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  13. Pro meu gosto, tomara que não 😀 😀

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