Dr. Thiago (vereador) defende hidrovia até o Lami

Pedido de criação de linha de barco ligando o Cais do Porto, no centro da Capital, até a praia do Lami foi protocolada na Câmara Municipal pelo vereador Dr. Thiago Duarte (PDT), em um Pedido de Providência (PP). A solicitação prevê a instalação de ancoradouros ao longo da orla do Guaíba, para embarque e desembarque de passageiros.

Segundo o vereador, o transporte via fluvial ligando a Zona Sul ao Centro Histórico diminui o tempo de viagem, hoje realizada somente por linhas de ônibus. “A nossa intenção é agilizar, o deslocamento dos moradores de bairro do Extremo Sul da Capital”, revela o vereador. Thiago Duarte já se reuniu com empresários da área de transporte de barcos, entre elas a Ouro e Prata, concessionária do trecho entre Guaíba – Porto Alegre e obteve resposta favorável.

Dr. Thiago solicitou, inclusive, estudo para que se ofereça uma tarifa acessível ao trabalhador. A escolha da empresa prestadora dos serviços da hidrovia deverá ser feita por meio de licitação pública. A proposta será encaminhada ao Executivo, e também deverá passar por uma discussão na Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam), que será presidida pelo parlamentar, uma vez que envolve a utilização da Orla do Guaíba.

Câmara Municipal 

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Categorias:hidrovias, Meios de Transporte / Trânsito, ORLA

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18 respostas

  1. Tá bom Augusto, mesmo se for um fracasso o que se perde, o rio não precisa ser desfeito se o barco não transita no mesmo. Que tal esperares um pouco e verificar no que vai dar.

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  2. Esse augusto deve ser acionista ou sócio de empresa de ônibus, só pode.

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  3. Kkk. Eu, como tenho muita paciência pra aturar as bobagens alheias….fico cá..só esperando o retumbante fracasso econômico que serão os barcos da travessia poa-guaíba.
    Um serviço que simplesmente não vai ser utilizado. Todas as demais teses circundantes vão naufragar na travessia. O mundo é assim mesmo. Impiedoso com quem o contradiz.

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  4. “O que determina a utilização em massa é a tarifa”.

    1º. Será que só o custo da tarifa determina a escolha entre um modal e outro? Será que outros itens como confiabilidade, segurança, conforto etc. não possui nenhuma importância? Será que existe não existe público disposto a pagar um pouco mais por um serviço mais qualificado? Será?

    “Transporte hidroviário é mais seguro? Até o casco furar ou haver um incêndio a bordo”.

    2º. Entre um ônibus e uma embarcação, qual é o meio de transporte mais seguro? Eim? Esse seu argumento chega a ser ridículo, típico argumento de quem deseja refutar uma idéia simplesmente porque não lhe é simpática (sabe-se lá por que motivos).

    “Várias linhas intermunicipais são pinga-pinga. Além do mais…as linhas entre cidades distantes não precisam ter paradas intermediárias..visto que os passageiros não as utilizam como deslocamentos residência-trabalho ou vice-versa”.

    3º. Se as paradas entre um ponto e outro fossem determinantes para avaliar a viabilidade de uma linha, seja de ônibus, seja de barco, então não existiriam linhas diretas de ônibus. Se fosse o caso, todas as linhas de ônibus seriam pinga-pinga. Mas como essa afirmativa não é uma verdade, a viabilidade de uma linha (de ônibus ou barco) não depende da existência de paradas ao longo do trajeto. Entendeu ou quer que eu desenhe?

    Como o amigo bem ressaltou, as linhas entre cidades distantes não necessitam de paradas em seu trajeto. Logo, não se poderia usar o argumento a idéia de que o transporte de barco é inviável porque não possui pardas ao longo do trajeto, se estivermos falando de uma linha POA-Rio Grande, como sugeri anteriormente. Se o amigo não concordar, estará se contradizendo.

    Também não estou falando APENAS de transporte hidroviário nos moldes do catamarã POA-Guaíba, que carrega trabalhadores diariamente entre uma cidade e outra. Mas também de vagens mais longas, de cunho TAMBÉM turístico. Ao deixar de relevar este aspecto, acabas conferindo uma avaliação limitada da proposta.

    “Se houvesse uma linha de barco digamos entre Belém-novo e centro da cidade…só pessoas que morassem muito perto do ancoradouro em Belém poderiam utilizá-la. As demais pessoas da zona sul, jamais pegariam um ônibus até o ancoradouro..para depois embarcar. A linha só serviria a uma meia dúzia de gatos pingados”.

    4.º Será que as pessoas que pegam balsa em Niterói no RJ vivem apenas nas imediações do atracadouro? Será? Se daria certo em Belém Novo eu não sei, mas que outros pontos da orla poderiam ser beneficiados com este transporte, certamente poderiam.

    “Há coisas que sequer necessitam de estudo técnico. Basta um breve e simples raciocínio..e uma observada no comportamento humano.
    Não se queima fosfato de graça”.

    5º. Nisso eu concordo plenamente. O mesmo vale para o amigo, que parece não querer enxergar o que está latente.

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  5. Caro Augusto

    Quanto a segurança, o transporte hidroviário quando corretamente operado é bem mais seguro do que o transporte rodoviário também bem operado (temos que comparar coisas iguais). Quanto ao custo tudo depende da velocidade de operação, se trabalharmos com barcos com velocidades da ordem de 27nós (+ou – 50km/h) o custo de combustível é alto, porém comparando o comparável temos que levar em conta que o transporte rodoviário dentro de Porto Alegre tem uma velocidade média do em torno dos 30km/h, caso se opere com velocidades menores o consumo cai com o quadrado da velocidade (de 50 para 30 o consumo cai a um terço).

    Quanto as coisas não necessitarem estudos técnicos, isto é uma tamanha bobagem, pois se tem que pesar os prós e contras, por exemplo, se for feito o transporte entre POA e outras cidades ao longo da bacia hidrográfica do Rio Guaíba, dependendo do trajeto e do tempo da viagem há muita economicidade nisto tudo.

    Não esqueça que existem várias cidades do primeiro mundo que utilizam o transporte fluvial, Nova York por exemplo, agora lá é bonito e bucólico, aqui é atraso!

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  6. Há coisas que sequer necessitam de estudo técnico. Basta um breve e simples raciocínio..e uma observada no comportamento humano.
    Não se queima fosfato de graça.

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  7. “Mesmo sendo mais caro, o transporte hidroviário de passageiros é infinitamente mais seguro e mais confortável que o transporte rodoviário. E, se o argumento de não haver paradas no meio do trajeto fosse TOTALMENTE válido, então toda as linhas intermunicipais de ônibus seriam pinga-pinga, não existiriam linhas diretas entre uma cidade e outra.”

    O que determina a utilização em massa é a tarifa. Transporte hidroviário é mais seguro? Até o casco furar ou haver um incêndio a bordo. Várias linhas intermunicipais são pinga-pinga. Além do mais…as linhas entre cidades distantes não precisam ter paradas intermediárias..visto que os passageiros não as utilizam como deslocamentos residência-trabalho ou vice-versa.
    Se houvesse uma linha de barco digamos entre Belém-novo e centro da cidade…só pessoas que morassem muito perto do ancoradouro em Belém poderiam utilizá-la. As demais pessoas da zona sul, jamais pegariam um ônibus até o ancoradouro..para depois embarcar. A linha só serviria a uma meia dúzia de gatos pingados.

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  8. Rogério Maestri,

    Concordo plenamente com seu posicionamento. Não abordei este aspecto por que entendo que o transporte de cargas já está consolidado carecendo apenas de mais investimentos para qualificação e expansão. Já o transporte de passageiros atrelado ao turismo recém está dando seus primeiros passos… Trata-se de um setor ainda pouco explorado e com enorme potencial.

    Augusto,

    Mesmo sendo mais caro, o transporte hidroviário de passageiros é infinitamente mais seguro e mais confortável que o transporte rodoviário. E, se o argumento de não haver paradas no meio do trajeto fosse TOTALMENTE válido, então toda as linhas intermunicipais de ônibus seriam pinga-pinga, não existiriam linhas diretas entre uma cidade e outra. Além do mais, existe o fator turismo que deve ser levado em conta antes de rechaçar a idéia.

    Só um estudo técnico pode determinar a viabilidade, o resto é achismo.

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