Philip Morris apresenta projeto de ampliação de fábrica no Estado

Philip Morris 0 Maquete da nova fábrica em Santa Cruz

Os diretores da Philip Morris do Brasil estiveram reunidos com o governador Tarso Genro, nesta quinta-feira (17), no Palácio Piratini, para apresentar o projeto da nova fábrica que está sendo construída em Santa Cruz do Sul. A nova planta terá um investimento de R$ 110 milhões. Com a verba, a companhia planeja concentrar suas operações em uma única unidade, no distrito industrial de Santa Cruz do Sul, onde já estão localizados os processos de manufatura do tabaco.

De acordo com o governador, existe uma campanha mundial meritória para que o consumo de tabaco seja reduzido. “No entanto, o Rio Grande do Sul possui uma cadeia produtiva no setor consolidada, que gera empregos e renda, principalmente para a Região do Vale do Rio Pardo, e que precisamos fortalecer. Como Estado, temos que preparar estes produtores para que busquem alternativas para compensar a diminuição, a longo prazo, da lavoura de fumo”, destacou.

Conforme o diretor de Assuntos Corporativos da Philip Morris no Brasil, Maurício Mendonça, o grupo formalizou a compra direta de fumo com 17 mil famílias produtoras nos Estados do Sul, obtendo a maior concentração no RS. “Estamos fazendo uma integração junto aos fumilcultores, e, ao compartilharmos com eles este novo centro produtivo teremos condições de produzir produtos com mais qualidade e usar toda a sinergia possível que uma fábrica nova pode trazer”, disse.

Fábrica

Serão 40 mil metros quadrados de área construída, com tecnologia de ponta para todos os estágios de fabricação de cigarros. De acordo com a Philip Morris, estão empregados 1,2 mil trabalhadores. A expectativa da empresa é criar novos empregos diretos e mais 400 indiretos durante toda a fase de construção.

Palácio Piratini  –  Governo do Estado



Categorias:Economia Estadual

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4 respostas

  1. FUMA QUEM QUER,E UMA SENHORA EMPRESA

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  2. Quando eu tinhas 15 anos, eu fumava na escola com os amigos o cigarro de filtro vazio.Gostei.E passei a fumá-
    lo.Tenho 57 para 58 anos(21 de abril) e nunca deixei de fumar parliament.Fiquei chateado quando misturaram o fraco(azul) com o forte (V) indiscritivel, mas aceitei e passei, novamente a adotálo.Fazem mais ou menos 3(tres) meses que quando bato a cinza no cinzeiro, cai o filtro, ou seja, cai um pedaço do cigarro e eu fico com o filtro na m
    ão.Acredito que seja um defeito de fabricação, mas convenhamos, um fumante que nem eu que há 42 ou 43 anos honra esta marca, no início importado, fique com um filtro na mão não é razoável.Já troquei todos os pontos de venda do cigarro para ver se não era imitado(não era) e continua caindo o cigarro e ficando o filtro.É problema de falha de qualidade.Por favor verifiquem, pois além de mim mais pessoas já devedm ter reclamado, ou não, simplesmente acham que foi de momento.Obrigado por me ouvir.
    Vitor Hugo Guerra, advogado OAB/RS .Mas xcontinuo fiel a marca.
    Sds
    Vitor Hugo Guerra

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  3. Oba mais cigarros! Mais câncer de pulmão! Viva o “crescimento”!

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  4. Recomendo assistirem o documentário “Fumando espero”. Mostra o ciclo do cigarro, desde a produção até, bem, a morte.

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