ALÍVIO À VISTA – Nasce uma alternativa à Assis Brasil

Obra na Avenida Grécia, para ligar as avenidas Plínio Brasil Milano e do Forte, promete desafogar o trânsito na zona norte da Capital

Uma nova alternativa à saturada Avenida Assis Brasil começa a surgir na Capital. A duplicação da Avenida Grécia, com a abertura de trechos hoje inexistentes, ligará as avenidas Plínio Brasil Milano e do Forte. O projeto é uma contrapartida à construção do Bourbon Shopping Wallig, e a previsão é de que a obra esteja concluída em outubro.

Com custo de R$ 8 milhões, o trecho a ser duplicado vai da Praça General Darcy Vignoli até a Rua Visconde de Macaé, chegando à Avenida do Forte (confira ao lado), totalizando 1,65 quilômetro. Para ampliar a via, foram desapropriados terrenos. De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), Cássio Trogildo, a duplicação está prevista no Plano Diretor.

– Como a obra é uma contrapartida do Grupo Zaffari, cabe à secretaria a fiscalização do serviço – afirma.

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) alerta que serão necessários desvios durante a obra. Por enquanto, o serviço não interfere na circulação – operários trabalham hoje no entorno da Francisco Trein.

– Montaremos material informativo para que os usuários conheçam as alternativas – afirma o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.

Uma consequência da duplicação, entretanto, está preocupando moradores. Uma figueira da Visconde de Macaé terá de ser retirada. Ela deverá ser transplantada a um terreno na Avenida Protásio Alves.

Zero Hora



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito

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20 respostas

  1. Alguém tem alguma idéia de como vai ficar a duplicação entre a João Wallig e a Roque Callage?

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  2. Se fosse até a Av. Benno Mentz seria melhor, mas já é um começo…

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  3. Na verdade, a Assis Brasil toda deveria ser destruída e construída novamente, com uma linha de metrô subterrâneo que ligasse o Triângulo ao Mercado, passando pela Farrapos. Acho que de uma vez uns 10 problemas de mobilidade urbana de POA seriam resolvidos com isso.

    Sobre a Av. Grécia, ótimo. Não há alternativa para a Assis Brasil. Aliás, qualquer solução que espalhe mais o trânsito, de maneira racional, é bem-vinda. Os carros já existiam sobre o asfalto da Av. Grécia antes dela ser duplicada.

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  4. Só não vi reclamarem do óbvio, que é de por que já não existem rotas alternativas a assis brasil que não tenham traçados esquizofrênicos. Parem uns minutos para olhar o traçado das ruas dos dois lados da assis brasil. No bairro passo da areia tem até um sino desenhado. Ninguém cobra planejamento urbano nessa cidade. Depois reclamam quando o transito fica entupido em alguma avenida que não tem alternativa.

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  5. Porto Alegre é assim:
    1) as pessoas reclamam do trânsito, mas quando há alguma obra de melhoria são contrários em nome do verde.
    2) são contra propriedade privada e grandes empresas, mas ultimamente elas foram as únicas q contribuíram com novas opções de lazer na cidade. Esperar pela Prefeitura é dose, vide o Cais do Porto.

    Reproduzi o trecho, pois esta posição é bem nítida mesmo em Porto Alegre. Vide o caso do Inter agora. Com uma oportunidade de ouro para modernizar o estádio, ganhar C.T., enfim ficam discutindo esse negócio do autofinancimento. Se isso for aprovado vai falir o clube e ainda perderemos a Copa. Mas Poa é assim, por isso estamos comendo poeira e a cidade está na feiura que está. Basta ir a qualquer outra capital do país para ver progresso e desenvolvimento, coisa que aqui parece que é proibido…

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  6. Na realidade eu tenho me preocupado com a subida destas idéias em relação a ditadura benevolente. Parece que com a subida da China é o que mais se fala, muita gente estava salivando por outro exemplo depois que a URSS caiu.

    Em relação a lidar com valores contraditórios, acho que seria um bom assunto pra aula de fiolofia no colégio. Mas sinceramente não lembro de ter aprendido nada de útil naquelas aulas, infelizmente.

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  7. Resumindo os comentários acima, nossa única saída é uma ditadura benevolente. http://en.wikipedia.org/wiki/Benevolent_dictatorship

    Educar o povo sobre como lidar melhor com seus valores contraditórios parece que tá fora de questão. Há países em que as pessoas tem aulas de cidadania, onde aprendem que quando algo é feito pro bem de todos não fica exatamente do jeito de ninguém entre outras coisas.

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  8. Eu estou achando tambem….nao tem como desenvolver a economia e criar emprego e renda com esse povo do contra tudo contra todos tendo a forca que tem. Teria que vir um governador forte e mandar fazer e pronto. Os recalcados e do contra se nao gostarem que se mudem para o interior onde terao uma vida mais pacata como querem.

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