Brique da Redenção será revitalizado e ganhará novas bancas

Estratégias foram definidas em reunião Foto: Aline Brum/PMPA

O Brique da Redenção, que no próximo domingo, 20, comemora 33 anos, será revitalizado e ganhará novas bancas, camisetas, sacolas ecológicas padronizadas, além de material de divulgação (site, jornal e cartilha). O projeto será viabilizado através de uma parceria entre a Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), a Associação dos Artesãos do Brique da Redenção e uma grande rede de supermercados. O convênio será assinado no dia 4 de abril, às 14h30, em solenidade no salão nobre do Paço Municipal (Praça Montevidéo, 10), com a presença do titular da Smic, Valter Nagelstein, e do prefeito José Fortunati.

Nesta quinta-feira, 17, o secretário Valter Nagelstein se reuniu com o Conselho do Brique para definir as estratégias de revitalização da feira. De acordo com Nagelstein, o único propósito é reconhecer o Brique como patrimônio histórico da Capital, mas tudo será construído através de muito diálogo.

O Brique – Realizada há 33 anos no Parque Farroupilha (Redenção), a tradicional feira atrai cerca de 50 mil visitantes por final de semana. O local é um dos principais pontos turísticos da cidade. Funciona das 9h às 18h, na Avenida José Bonifácio. O Brique foi inaugurado em março de 1978 como “Mercado de Pulgas”, com 40 expositores. Em 1982, surgiu a Feira de Artesanato do Bom Fim e o Arte na Praça. Atualmente, trabalham no local 184 expositores de artesanato, 66 de antiguidades, 40 de artes plásticas e dez de gastronomia.

Prefeitura de Porto Alegre



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30 respostas

  1. Rogério, não tenho nada a ver como o que o Rafael pensa. E em relação ao termo “civizado” sabes muito bem que é um termo que cada vê da maneira que quer, certo? Eu sei que “liberais” também, mas eu usei ele exatamente por terem me tachado de direitista.

    Em relação as crianças, se tu quiser eu posso te indicar alguns lugares que eles ficam nas sinaleiras durante a semana também. Lá perto de casa inclusive. Fora isso, tu que és um cara culto deve saber que no Brasil todo tipo de trabalho é ilegal até os 16 anos.

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  2. Felipe

    Liberal não, civilizado. O discurso feito logo no início é algo de envergonhar quem o fez:

    “Adoro o brique, mas nos últimos anos um bando de índios tomaram conta.”
    “coloquem essa gente pra trabalhar em algo de relevância por favor..”

    Qual o sentido dessas frases?

    Quanto as crianças índias cantarem no domingo, acho que elas não perderão a escola.

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  3. Ah, e sério: me chamar de extrema direita pq sou contra trabalho infantil é uma coisa tão absurda que nem merece comentários. Aliás, ficar rotulando os outros assim tão fácil é extremamente simplista.

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  4. O engraçado é que aposto que a metade dos supostos “liberais” que defendem os índios aqui frequentam o Parcão, não a Rendenção, afinal é lá que está o Glamour.

    Mas meu ponto é especificamente em relação as crianças. Aposto que se eu fizesse isso com meus filhos seria exploração infantil, mas como são indíginas é tudo lindo e permitido.

    Não tenho problemas com eles. Sinceramente tenho mais implicância com a gurizada punk que frequenta ali. Sério, é caso de polícia pq são menores e seguido estão bebendo ali em plena luz do dia.

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  5. Caro senhores.

    Pelo que vejo escreverem concluo que todos são adeptos das leis que conservam a propriedade particular de terras e demais benfeitorias. Além desta constatação, gostaria de informar os senhores que antes do homem europeu chegar a essas terras existiam pessoas que foram denominadas impropriamente de índios (Cristovan Colombo pensou que tinha chegado a índia). Se os senhores mantiverem alguma coerência com o que falam se alguém deve sair do Brique são todos os outros, não os índios. Estou desconfiando que os senhores todos são marxistas e querem é expropiar a terra dos índios e não dá-los nem o direito de vender seus produtos na feira.

    Fiquei surpreso com as reações dos senhores, é algo indescritível, proibir que os índios vendam o produto de seu trabalho, querer obrigar em última instância que eles trabalhem no que queiramos que eles trabalhem, é algo que ultrapassa a racionalidade moderna. As intervenções racistas colocadas acima, procurando humilhar os poucos remanescentes indígenas que sobraram no nosso estado é incrível, não qualificarei o ato pois teria que usar palavras nada elegantes.

    Senhores, estão se comportando como europeus do século XV ao século XVIII, ou como os norte americanos do século passado, vocês se dizem modernos mas o que falam envergonharia qualquer pessoa realmente com os pés no século XXI, não estou falando de ideologia, estou falando de qualquer pessoa.

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  6. Pessoal,

    Tenho notado que o blog não tem sido atualizado com a mesma frequência de antes. Está acontecendo alguma coisa?

    Abraço

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    • Rodrigo, deve ser impressão tua. Exceção foi este final de semana, que realmente ficamos a dever. Estamos normalizando a partir de hoje. Obrigado pelo comentário. E retorne sempre, pois nada vai nos parar! Abraço.

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  7. digo, merchandising…as ferramentas modernas das grandes empresas que destacam seus produtos de forma exagerada…

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  8. Não acho certo a cidade ficar poluida com merchanding de empresas em varios locais como está ocorrendo em POA…tem propaganda de Pepsi, Coca-cola, Gatorade para tudo q é lado ( e parece que vem mais coisas ai..) um absurdo!!
    Cadê a PMPOA q teria que fazer sua parte e não renunciar espaços ( não sei como é negociado isso) públicos…uma grande capital das mais ricas, fazendo issso, um vergonha…
    Fotos que os turistas tiram nesses espaços turisticos tem sempre a marca dessas empresas…horrivel!!

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  9. Tu nao e’ ninguem pra me dizer onde comentar ou nao rsrs, tu nao deve mandar nem na sua propria casa, quanto mais mandar fora rsrs. UhKey e’ como a brasileirada fala depois de aprender ingles no Senac, correto seria IuKey. A proposito, quase tudo e’ mais barato aqui que no Brasil, so’ acomodacao e’ mais caro. Gostei do termo fundamentalista neoliberoide do everton, mas eu ainda prefiro chama-los de discipulos do Polibio rsrs.

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