Impasse entre Prefeitura e BM faz aumentar número de camelôs irregulares na capital

O convênio da Smic com a Brigada Militar, que prevê a participação de até 50 PMs por dia nas ações de fiscalização de ambulantes irregulares na Capital, causa divergência entre Prefeitura e BM. Nas últimas semanas, vendedores de produtos piratas voltaram às ruas próximas ao camelódromo, tomando conta das calçadas.

De acordo com o Comando de Policiamento da Capital (CPC), a parceria com a Prefeitura venceu em 26 de outubro do ano passado e até agora não foi renovada. No entanto, o secretario Valter Nagelstein afirma que segue em vigência o acordo que prevê repasse de até R$ 490 mil por ano como pagamento de horas extras para os PMs e auxílio para manutenção e melhorias em veículos. Alega que problemas internos dentro da Brigada Militar é o que dificulta a retomada da parceria.

O titular do CPC, coronel Atamar Cabreira, contesta a posição da Smic. Ele afirma que o convenio terminou no ano passado e aguarda a renovação com a Prefeitura para liberar o acompanhamento de PMs nas ações de fiscalização da secretaria.

Cabrera informa que nesta quinta-feira (24) haverá uma reunião com a Smic para acertar a retomada do convenio, que de acordo com a Smic não foi rompido. Os camelôs sem autorização para atuar nas ruas da capital, entre elas Voluntários da Pátria e Otávio rocha, vendem desde antenas de TV e controles remotos a CDs, DVDs sem nota fiscal e garantia.

Site do Jornalista Clovis Duarte



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6 respostas

  1. É, concordo que tens um ponto. Em relação a flanelódromo, já fizeram pior uma época lembra? Regulamentaram, criaram sindicato…

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  2. É um absurdo deixarem os camelôs voltarem, depois de tudo o que foi investido no camelódromo! Falta de respeito inclusive com os camelôs que se sujeitaram a ir para o camelódromo. Se continuar assim eles irão todos debandar de lá para as ruas novamente!

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  3. “Em relação ao camelódromo… sinceramente não sei qual teu problema com ele.” Eu não tenho nenhum problema com o camelódromo, a nãos er pelo fato do meu dinheiro ter siso usado para construir um empreendimento para sonegadores de impostos e muambeiros. Além do mais..eu queria ver se tu fosse dono de uma loja no centro, pagando impostos, aluguel caro, funcionários, leis trabalhistas, atentendo a uma série de normas legais da SMIC e Ministério do trabalho…e na frente do teu comércio, uma cambada de aproveitadores vendendo bujigangas no mole (fora e DENTRO do camelódromo).
    É a contravenção penal sendo abençoada pelo Poder Público.

    Qualquer dia vão criar o flanelódromo, carroçodódromo, biscateródromo, carrineheiródromo, mendigódromo, viciadódromo e esmolódromo.

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  4. Augusto, POA é de terceiro mundo, afinal o Brasil é terceiro mundo. Escolheram a gente para sediar pois essa é a nova onda do politicamente correto – vide copa da África do Sul. Eu particularmente discordo da decisão.

    Em relação ao camelódromo… sinceramente não sei qual teu problema com ele. Eu frequento ele, e odiava os camelôs na rua. E é aquela, não podes tirar o emprego da pessoa e mandar ela pastar.

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  5. E ainda fazem camelódromo pra essa gentalha (usando o nosso dinheiro). Poa é isso aí mesmo. Um cabaré sem cafetina.

    Não adianta ficarem brabinhos. Poa é cidade de TERCEIRO mundo. Não sei onde a FIFA e o COI estavam com a cabeça, pra escolherem o Brasil como sede de Copa e Olimpíadas.

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  6. Que beleza! A gente poderia entregar a praça XV reformada de volta para eles…

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