Ministro das Cidades afirma que obras do metrô começam até o final do ano na Capital

Mário Negromonte concedeu entrevista ao programa Gaúcha Atualidade

O ministro das Cidades, Mário Negromonte, afirmou em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha, que as obras do Metrô de Porto Alegre devem começar até o final do ano.

— Fazendo a licitação, acredito que até o final do ano as obras começam — afirmou, quando questionado sobre o prazo final para o início das obras na Capital.

Além disso, ele voltou a garantir que o corte de gastos do governo federal não irá atingir os recursos destinados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana.

— Os recursos estão garantidos — destacou.

Segundo Negromonte, o início das obras, no entanto, dependem de como o projeto chegar ao ministério.

— Tudo vai depender dos projetos que a prefeitura apresentar. Nós faremos a avaliação e proporemos alterações, se necessário — disse, ressaltando que após essa fase o projeto entra em processo de licitação, o que deve acontecer até o final do primeiro semestre deste ano.

Dois meses depois de passar por uma reviravolta, a prefeitura de Porto Alegre encaminha hoje ao ministério o tão aguardado projeto do metrô. O traçado definitivo abandona o trecho previsto entre o Mercado Público e a Azenha e espicha a linha até a região da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Uma novidade do trajeto do metrô é a inclusão da Esquina Democrática, conforme antecipa a colunista Rosane de Oliveira na edição de hoje. Pelo novo projeto, o trem seguiria do Centro — esquina da Borges de Medeiros com a Rua dos Andradas — até a Avenida Assis Brasil, na região norte da Capital.


Zero Hora



Categorias:Metro Linha 2

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7 respostas

  1. Leonardo,

    Embora eu goste muito da ideia de ter trechos compartilhados pela linha 1 pela linha 2, tenho minhas dúvidas se é viável em termos de operação, por dois motivos:

    1) as estações do trecho compartilhado seriam gargalo na capacidade do sistema: se o headway mínimo nelas for de 2 minutos, significa que no trecho não-compartilhado o headway seria de 4 minutos – isso se os trens chegarem intercalados à estação. Uma forma de melhorar isso seria construir uma plataforma a mais nessas estações, o que obviamente aumentaria os custos significativamente.

    2) os sistemas de operação das duas linhas teriam que ser compatíveis: bitola, eletrificação, sinalização ferroviária, sistemas de segurança, etc. Isso até pode ser mais fácil de resolver, especificando na licitação essas compatibilidades, mas pode nos deixar amarrados aos níveis operacionais da linha 1 em função da tecnologia de sinalização ferroviária que ela usa.

    Mas concordo contigo, as vantagens de unir a linha 1 e 2 fora do centro seriam várias:
    1) quem vem da RMPA pode ir para a Farrapos e Zona Norte sem passar pelo centro
    2) a linha 1 poderia ser removida da Mauá melhorando o acesso ao futuro cais renovado
    3) a linha 1 poderia ser removida da Castelo Branco, possibilitando a construção de acessos antes da rodoviária (por exemplo, uma on/offramp na São Pedro ou na Ramiro)

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  2. A sugestão do Leonardo M. é ótima.

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  3. Mãe de deus! Será que não tem como cava mais 500 metros, ou mesmo fazer por via elevada, um prolongamento até a estação Farrapos da linha 1. Unifica esses trechos das duas linhas e acaba com a inutilidade que é o trecho da linha 1 que vai pela Castelo Branco. Isso com certeza traria mais eficiência pra linha 1, seguindo pela farrapos em vez da Castelo, e ainda devolveria pra cidade aquele trecho do trensurb ao lado da Mauá, o que seria estremamente importante para revitalização do Cais.

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  4. baah, perfeeeito pra mim
    ashushuashuas

    Pego o trêm na Benja e em poucos minutos to no centro.

    Feitoria….

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  5. Eu ia dizer que seria o mesmo preço do ônibus, mas até estar pronto o ônibus ja vai estar uns 4,00.

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  6. Como? 2,70?…O trensurb não custa 1,70?(Alias, caro)…

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  7. Atenção, o link sobre o projeto está rompido.

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