Prefeitura estudará linha hidroviária para a Zona Sul

A bordo do catamarã Cat Sul I, em deslocamento do cais Mauá até o Lami, o prefeito José Fortunati anunciou a formação de um grupo de trabalho para discutir o transporte fluvial como uma alternativa de mobilidade urbana e turismo para a Zona Sul da cidade. O passeio de barco foi na manhã desta quinta-feira, 31, durante reunião extraordinária da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara Municipal (Cosmam).

A intenção do prefeito é que a linha se torne permanente na cidade, beneficiando bairros como Restinga, Lami, Belém Novo e Ponta Grossa, podendo chegar a Itapuã, em Viamão. O presidente da Cosmam, vereador Thiago Duarte, que propôs à prefeitura os estudos, destacou os pontos favoráveis da linha hidroviária e as possibilidades de integração com todos os modais de transporte. “É confortável, seguro, ágil, porque não enfrenta congestionamento, não polui o meio ambiente e não estressa as pessoas pela confiabilidade de horário”, afirmou. (fotos)

“Precisamos resgatar o contato da população com o Lago. Queremos multiplicar alternativas, e estamos trabalhando seriamente para que isso ocorra”, destacou o prefeito, lembrando as ações da prefeitura para o Guaíba e a orla, através de projetos de revitalização como o do Cais Mauá e o Socioambiental (Pisa), que devolverá a balneabilidade.

Segundo o prefeito, o grupo de trabalho aprofundará os parâmetros técnicos e de infraestrutura. “Vamos trabalhar o mais rapidamente possível, pois temos a parceria privada”, destacou Fortunati, ao lado do presidente da empresa Ouro e Prata, Hugo Fleck, e do diretor da Catsul, Carlos Augusto Bernaud. “Projetos como esse nos permitem pensar Porto Alegre do futuro de forma sustentável, dando maior mobilidade e melhor qualidade de vida à população”, disse.

Participaram do passeio a presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, Sofia Cavedon, secretários municipais e vereadores integrantes da Cosmam.

Prefeitura de PortoAlegre



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5 respostas

  1. O fato da primeira travessia estar ainda travada não signfica que a segunda não possa acontecer. Pode, sim, é servir de exemplo para que erros não se repitam e o projeto ganhe vida.
    Temos uma empresa privada interessada nesse negócio. Ela está pagando o preço do pioneirismo e da incopetência do nosso poder público em realizar algo que seria facilmente executável se fosse esse um país sério.

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  2. Pra quem nao sabe, essa ideia je tinha sido sugerida pelo Blog Porto Imagem, num artigo do Gustavo Bartzen.

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  3. No meu ponto de vista projetos como esses deveriam ser subsídiados pelo Poder Público ou pelo menos receber isenções de impostos ( já é um absurdo cobrar impostos sobre serviços públicos, mas tudo bem) até que o negócio consiga demanda para andar pelas suas próprias pernas.

    Quanto as SPH e FEPAN, como órgãos públicos, elas existem exatamente para resolver os problemas de suas área e não ser mais um entrave para o aperfeiçoamento de outros serviços públicos.

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  4. Nao conseguem desatolar uma e ja estao pensando em outra!?!?

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  5. Consultaram o SPH e a FEPAM? Será que vamos embarcar (com trocadilho) em mais esse catamarã furado?

    Sem canal, sem boia, sem trapiche, sem laudo, sem licença ambiental > NO WAY.

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