Pesquisa sobre poluição visual em Porto Alegre

A poluição visual da cidade, gerada por excesso de cartazes, cartazetes, faixas, letreiros, totens e painéis está sendo levantada por uma pesquisa contratada pela Associação Gaúcha das Empresas de Publicidade ao Ar Livre (Agepal) que defende uma melhor organização, controle e fiscalização dos espaços, não só para defender a cidade da poluição visual que a enfeia, mas, também, para melhor aproveitamento e maior eficácia do sistema de publicidade.

A informação é do diretor-executivo da associação, César Pancinha, explicando que os resultados da pesquisa auxiliarão a formatação de um projeto de nova regulamentação ao setor a ser encaminhado para a Câmara de Vereadores e a prefeitura municipal.

“Se olharmos bem, veremos que a poluição não é feita pelos outdoors e pelos frontlights, como dizem alguns, mas, especialmente pela profusão de cartazes, cartazetes e letreiros em prédios, postes e terrenos”, diz Pancinha.

O objetivo da Agepal, que reúne as empresas H-Mídia, LZ Comunicação, Huly Luminosos e Ativa, com 70% dos painéis de Porto Alegre, é conseguir uma legislação mais moderna para o setor e que a prefeitura fiscalize seu cumprimento. O debate do projeto será feito com lojistas e outros interessados.

DANILO UCHA/ESPECIAL/JC



Categorias:Meio Ambiente

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5 respostas

  1. A poluíção de lixo é a que realmente me preocupa. Poluição visual é colírio perto da imundície que tomou caonta da cidade.
    [x2]

    E entre esse lixo dá de se incluir as pichações e os cartazes colados nos muros como lembrou o Gilberto.

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  2. Eu gostaria que Porto Alegre tivesse aquela lei de SP contra a poluição visual. Estive lá há um tempo e mesmo com o problema das pichações, os prédios aparecem mais e os próprios comerciantes acabam melhorando e limpando suas fachadas.

    Outras coisas legais que vi foram grafites em viadutos, onde nas paredes era retratado a SP dos anos 30, era de muito bom gosto.

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    • Aqui em Porto Alegre foi realizado um programa de adequação dos letreiros e luminosos de lojas, de vários bairros, incluindo o centro, Azenha, e outros. Ficou muito melhor que antes. Mas em relação aos out-doors, back-lights, front-lights, etc, eu não acho tão complicado. Um problema muito mais urgente é da pichação, e colagem de cartazes em áreas não autorizadas. Qualquer cartaz, incluindo out-doors em áreas não autorizadas é complicado. Mas eu, particularmente, gosto muito de ver as propagandas em painéis grandes. Sempre olho e não considero isso poluição.

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  3. A poluíção de lixo é a que realmente me preocupa. Poluição visual é colírio perto da imundície que tomou caonta da cidade.
    Até um aterro sanitário ficaria com nojo de Porto Alegre. Somos um lixão….naqueles moldes tradicionais do passado. Depósito de lixo empilhando-se em monturos cumulativos.

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  4. “Pesquisa encomendada pela industria tabagista mostra que cigarro não causa cancer”…deixando a ironia de lado. Os outdoors provocam sim poluição e muita! O entorno do Iguatemi, a entrada de porto alegre pela aeroporto, na ipiranga perto da PUCRS são exemplos.
    E pesquisa feita anterior , por alguma secretaria do municio (não lembro qual) mostrou que o indice de outdoors irregulares era muito alto.

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