Smic e BM iniciam força-tarefa para coibir comércio ilegal em Porto Alegre

A partir desta segunda-feira, 18, a Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) e a Brigada Militar (BM) iniciam uma nova força-tarefa para coibir o comércio ilegal no Centro Histórico de Porto Alegre. Em reunião realizada na ultima quinta-feira, 14, entre representantes da Smic e do Comando de Policiamento da Capital (CPC), a Brigada Militar apresentou uma nova proposta para o convênio com a prefeitura, aumentando de 25 para 30 policiais à disposição para atuar junto aos servidores municipais nas ações de fiscalização. Somente nesta segunda-feira, foram apreendidos em torno de 40 sacos de mercadorias irregulares, totalizando mais de 1.200 itens.

Foram apreendidas hoje mais de 1.200 mercadorias irregulares. Foto: Ricardo Stricher / PMPA

A força-tarefa conta com um total de 32 fiscais. Além de oito fiscais de operações localizadas, cinco fiscais do Procon, 11 viaturas da Brigada Militar, seis carros da Smic e 30 policiais militares. As atividades irão ocorrer por toda a cidade, com foco nos pontos de maior irregularidade.

A força tarefa tem como objetivo coibir e eliminar o comércio irregular de mercadorias, visando o bem estar do cidadão e o cumprimento da lei. “Nesta semana, iniciamos uma ação unificada com as três fiscalizações da Smic – Ambulante, Localizada e Procon – no intuito de acabarmos com o comércio irregular no Centro Histórico da Capital”, destaca o titular da pasta Valter Nagelstein.

Prefeitura de Porto Alegre



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10 respostas

  1. Ta vergonhoso mesmo, o Secretário bem que podia dar uma olhadinha no prédio horrível (esqueleto) e na calçada esburacada atrás dele, parece mais foto numa favela que num centro de uma cidade..

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  2. O buraco é mais embaixo. Com tanto imposto no comércio formal acaba acontecendo uma migração para a pirataria e a clandestinidade. Ao mesmo tempo que é bom evitar que o comércio de rua acabe servindo para lavar dinheiro de crimes como tráfico de drogas, o governo deveria ser menos “olhudo” em cima do setor produtivo.

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  3. Tem que fazer igual o pinochet…limpeza

    Olha como o Chile ficou melhor…

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  4. Mas ja tentaram, fizeram o camelodromo, quem não quis se fu…
    Emprego tem, é só querer.

    Alias, que nojeira que ta esse centro, mendigada fazendo comida no terminal de onibus, fumaça e cheiro de comida… restos de comida espalhados… ta louco..

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  5. > pois os produtos que eles vendem tem procedencia
    > de paises com carga tributária mais justa.

    você realmente acha que os produtos da China são baratos por causa de uma “carga tributária justa”?

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  6. “Nao adianta so’ coibir, tem que tentar legalizar esse pessoal e dar condicoes de trabalho. Se tao la’ vendendo coisa e’ porque tao afim de trabalhar honestamente e devem ser ajudados.”

    Mandem eles pra Londres.

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  7. é só diminuir os impostos que sobrarao mais vagas de trabalho, pois os produtos que eles vendem tem procedencia de paises com carga tributária mais justa. também deve-se diminuir o tamanho do estado e tb as falcatruas que acontecem na politica brasileira..somente no senado hoje estao fingindo que trabalham 13.000 servidores publicos…será que nao poderiam trabalhar ali somente 1000?

    Outra coisa: quem paga imposto nao merece ser prejudicado, por maior que seja a vontade das pessoas em trabalhar, pois esta é uma forma de trabalho ilegal e se queremos ser um país sério, nao devemos mais tolerar isso e se justificar que estão com vontade de trabalhar, por isso devemos deixar eles vendendo produtos ilegais..

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  8. Concordo com tudo que vcs opinaram aqui menos sobre a qualidade. Já cansei de achar produtos idênticos em camelô e em shopping center. Hoje em dia é tudo feito no China mesmo…

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  9. Não só tem de coibir, como fazer campanhas para que as pessoas parem de comprar produtos falsificados e irregulares vendidos ilegalmente por essas pessoas, demonstrando o grande mal que fazem aos serviços públicos (reduzindo a arrecadação), a economia do país (deixando de gerar empregos legais) e a economia dos cidadãos (pois esse produtos não tem qualidade alguma).

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  10. Nao adianta so’ coibir, tem que tentar legalizar esse pessoal e dar condicoes de trabalho. Se tao la’ vendendo coisa e’ porque tao afim de trabalhar honestamente e devem ser ajudados.

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