Essa é nossa Porto Alegre

Vem ai uma campanha sobre a nossa Porto Alegre.
A campanha mostra como cada pessoa com a sua história constrói a nossa Porto Alegre! Acompanhe!

Prefeitura de Porto Alegre

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Eu acredito que a cidade é feita de cidadãos, então a mudança deve começar por nós, seja organizando grupos de apoio, seja não jogando lixo na rua, seja conscientizando amigos, parentes sobre não beber e dirigir dentre outras tantas coisas.
Espero que esta seja uma campanha legal mostrando pessoas reais, tendo atitudes reais de ajuda ao meio em que vivem. Começará a ser veicular na tv no dia 10 de maio.

Daniel Serafim



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18 respostas

  1. “Essa é a nossa Porto Alegre”:

    http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3300529.xml

    Que raiva que dá dessa gente! Acho que nem no Rio e SP tem algo assim, algo único no país! A que nível estamos chegando, ao caos completo!

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  2. Você tem toda a razão. A explanação sobre Curitiba foi apenas para pôr pingos nos is. Mas, com efeito, as discussões têm de ser sobre Porto Alegre e para o bem de Porto Alegre. Concordo plenamente.

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  3. Nós porto-alegrenses temos que parar com essa mania de que, quando falamos de algo bom de outro lugar, logo corremos para achar algum problema ou apontar algum defeito, em qualquer área que seja desse mesmo determinado lugar, mesmo que não haja uma correlação lógica entre um assunto (ponto positivo) e o outro (ponto negativo).

    Se for para comparar para morar, tudo bem, tem que se analisar o conjunto da cidade, todos os seus aspectos, os problemas não podem ser ignorados. Afinal, tudo interessa. Mas, quando apenas se está analisando determinada iniciativa em específico, em determinada área específica, para ver se pode servir para gente, se poderíamos também adotar uma iniciativa parecida nessa área específica, de que interessa o resto?

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  4. Pessoal, mas o que está faltando é foco para a gente. Eu, pessoalmente, não falei em nenhum momento que Curitiba é exemplo em transporte púplico ou em segurança pública. Nem tenho a intenção de saber ou resolver os problemas de lá.

    O que se questiona é que eles tem alguma ação na área do turismo, e sabe-se que turimos emprega gente e traz dinheiro para a cidade junto com os turistas.

    Estamos duscutindo o fato de que Curitiba criou inúmeras atrações na cidade (por mais que haja quem as ache de gosto duvidoso, embora os turistas em massa estejam lá às pencas para aplaudir, bater fotos e comentar). Se essas iniciativas tivessem sido tomadas na baixada fluminense carioca (que sabe-se que é uma das piores áreas do país em todos os índices, áreas e setores imagináveis e inimagináveis), ainda assim seria válido trazer o exemplo e mostrar para os políticos e sociedade o que eles supostamente teriam de iniciativa boa.

    Aqui não nos interessa o que Curitiba tem de ruim. Nossa intenção não é melhorá-la. Se tem coisas ruins, que ignoremo-as e nos atenhamos ao que tem de bom. O que for de ruim a gente pega um bom exemplo de outra cidade para nos espelhar e tentar mudar POA.

    Nos interessa os problemas de PORTO ALEGRE, pois são estes que queremos resolver. Nesse aspecto, Curitiba que se exploda. Quero saber é porque a nossa prefeitura não cuida nem dos pontos turísticos que temos enquanto em Curitiba criou-se várias, e todos relativamente recentes, enquanto não se cria nada novo em POA à décadas. A Inventividade deles pode servir para fazermos algo pelo gasômetro e pelo mirante. SE são cafonas, façamos algo diferente, mas não dá para negar que foi alguma iniciativa e que os turistas gostam disso, de coisa diferente (até mesmo quando essa coisa diferente possa ter sido copiada de outro lugar).

    O Problema do transporte público não é a questão do momento, pois ao menos nisso a prefeitura tem feito algo, é uma das únicas área em que POA tem feito algo nos últimos tempos e a única praticamente em que se pensou para a Copa.

    Mas viaduto e duplicação de via é algo rotineiro que toda a metrópole deveria fazer normalmente. A gente quer saber qual será o nosso legado para a copa.

    Os problemas de Curitiba? Deixemos para os curitibanos resolverem e (porque não?) até mesmo se espelharem em POA.

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  5. Morei em Curitiba e reafirmo o que o Ricardo falou.
    O mito do transporte urbano é uma piada mesmo, os bi-articulados só se pega em pé e com lotação absurda (sendo que nos horários de pico, muitas vezes precisa se esperar passar 2 ou 3 bi-articulados para conseguir entrar nos ônibus, tamanhas filas que se formam para fora das estações tubo), e eles atrasam tanto como os daqui (pra ir à rodoviária, em um trajeto que fazia em 45 minutos de caminhada, não tinha coragem de sair menos de 1h com antecedência de casa, tamanhos os “sustos” que passei chegando em cima da hora). Nos ônibus amarelos de rua, o próprio motorista faz o serviço do cobrador, e a catraca é logo na porta, não preciso comentar mais nada, né? As ruas de Curitiba estão mais saturadas que as de Porto Alegre, apesar de serem mais largas e organizadas. O citado Rio Iguaçú, em seu trecho curitibano, é tido como o segundo rio mais poluído do Brasil, atrás apenas do Tietê. E é mais violenta que Porto Alegre. Mas Curitiba tem um povo civilizado (menos vândalos e retrógrados, ao menos) e que vende bem a cidade, o que parece fazer toda a diferença…

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  6. Bom, a primeira mentira que eu identifico é sua: o transporte público curitibano está muito, mas muito longe de ser excelente. E não sou eu apenas que afirmo: são usuários insatisfeitos pelos atrasos, lotações e insegurança; são especialistas que afirmam que há muito tempo o transporte público daqui não é minimamente aceitável; até a URBS não seria cara de pau o suficiente para afirmar o que você afirmou. Esses ônibus novos, tão badalados e azuis, que todos viram nas propagandas pagas nos telejornais, a princípio não resolveram absolutamente nada das deficiências. Fazem os trajetos no mesmo tempo feito pelos bi-articulados vermelhos e com a mesma lotação.
    Outro mito que se tem é que as largas avenidas e ruas de Curitiba fazem fluir o trânsito. Os congestionamentos já estão atingindo níveis intoleráveis. Não foram feitas grandes obras viárias nos últimos tempos capazes de solucionar os graves problemas da capital paranaense. Raríssimos são os viadutos. O que resta para controlar o tráfego são incontáveis sinaleiras (ou sinaleiros, com dizem aqui), que mais trancam tudo do que solucionam.
    Nesse assunto, não poderia deixar de citar a famigerada Linha Verde curitibana. Acho que foi, ou deveria ser, a principal obra viária realizada na cidade nos últimos anos. Pois bem, pensada para ser uma via rápida e desafogar o trânsito da região sul da cidade, é um fracasso retumbante. As reclamações são constantes, pois não há viadutos, trincheiras ou passarelas. Há apenas sinaleiras. Sinaleiras numa via rápida? Pois é, e qual a conseqüência? Congestionamentos e mais congestionamentos. Previsão de melhorias: apenas com o PAC 2. E como o porto-alegrense gosta de citar um exemplo negativo de Porto Alegre como parâmetro, a Linha Verde seria uma espécie de III Perimetral.
    Poderia falar ainda muita coisa, da falta de urbanidade dos motoristas, das péssimas calçadas de paralelepípedo, muitas vezes em frangalhos, na maioria dos casos sem a mínima acessibilidade, da quase total ausência de sinaleiras para pedestre, da buraqueira das ruas nos bairros, mesmo nos mais próximos ao centro. Poderia falar dessa mania curitibana de parecer Europa, e dos inúmeros bosques e parques ‘’temáticos’’ sobre a colonização, alguns bem bregas, por sinal. Mas na capital paranaense é pouco lembrada uma parcela importante da população curitibana: os pardos. Poucos sabem, mesmo aqui, que Curitiba é das capitais do sul do país a com maior número de pardos. Eu não vi ainda nenhum Bosque do Caboclo por aqui. Poderia falar, também, do consenso entre urbanistas e arquitetos de que Curitiba há muito tempo deixou de ser vanguardista na questão de soluções urbanísticas e do transporte público.
    Poderia falar da vida cultural quase desértica também ( – Ah, dirão alguns, indignados – mas Curitiba é a capital do sertanejo universitário!)
    No entanto, concordo que eles vendem muito bem a cidade. O marketing é muito eficiente e deveria ser copiado por Porto Alegre.
    Por fim, e o mais importante, é a questão da capital verde ou capital ecológica. Isso não me passa. Decididamente. É inconcebível que uma cidade que tenha rios poluídos ao extremo, alguns margeados por favelas terríveis, possa ser chamada de ecológica. Há um exemplo muito sintomático da falta de consciência ecológica por aqui: o caso do Rio Iguaçu. Este rio nasce na grande Curitiba e deságua em Foz do Iguaçu. No seu curso, ele ganha volume e se trona um rio bem largo e aproveitável no limite de Curitiba e Araucária. Poderia ser um local de lazer para o curitibano e mesmo um lugar turístico. Mas não é, pois é tão poluído que mesmo os peixes mais resistentes sobrevivem a duras penas. E não há nada, nem uma mínima reivindicação para a despoluição desse importante e lindo rio, infelizmente o segundo mais poluído do país. Meus caros, aqui não há discussão de aproveitamento turístico do rio, pois eu tenho minhas dúvidas se as pessoas ao menos sabem que o Rio Iguaçu passa pelos limites territoriais curitibanos.
    Eu poderia falar ainda sobre muitas coisas, sobre a precariedade da RM de Curitiba, por exemplo, mas este blog é sobre Porto Alegre e não vou me alongar.
    Curitiba tem muitas qualidades? Certamente! Curitiba tem muitos defeitos? Certamente!
    Uma boa sugestão de leitura sobre a cidade é o livro do professor da UFPR Dennison de Oliveira: ‘’Curitiba e o mito da cidade modelo’’.

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  7. Se existe mentira(s) nos vídeos que postou, por favor, aponte-a(s).
    Achei muito normal os vídeos, não está do nível da capital curitibana.

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  8. ”Eu não preciso de videozinho pra ter uma posição sobre a capital curitibana.”
    Ué, mas foi você quem os pediu.
    Eu, por outro lado, não preciso de propaganda. Eu vivencio o dia-a-dia da cidade. Não sou turista deslumbrado.

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