Tarso ataca (com razão) a Vulcabrás: “Eles foram irresponsáveis”

O govenador Tarso Genro atacou nesta terça-feira a tarde a direção do grupo Vulcabrás pela maneira cruel com que fechou a fábrica da Azaléia em Parobé e demitiu 800 trabalhadores.

Eles foram irresponsáveis.

O governo estadual alegou sequer ter sido consultado pelo grupo de São Paulo.

A posição dos controladores do grupo, os irmãos Grendene, que são gaúchos, foi a de empreendedores predadores e sem compromisso social algum com a comunidade com a qual trabalharam em parceria durante dezenas de anos.

http://www.polibiobraga.com.br



Categorias:Economia Estadual

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14 respostas

  1. Boa noite…..
    mas é um cara de pau mesmo esse nosso governador….. como ele não soubesse……
    O Lullinha quando soube que uma industria que sistemista da industria automotiva de São Paulo ia demitir 40 cumpanheiros, a primeira coisa que ele fez foi a renuncia fiscal do IPI sobre os automoveis 1.0, pergunta:
    Depois com toda a crise que o calçado enfrenta de mercado com china que a Dilma reconheu como economia de mercado, e também com o cambio, o que mais precisa ser dito para o Governador……. tenha paciencia…………Isso sim que é governar para a torcida…….

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  2. Todo o sistema calçadista brasileiro e mundial, exceto o chinês é claro, está praticamente em regime falimentar. É tudo uma questão de tempo.

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  3. Julião, a Azaléia não está exatamente falimentar. E dado a isso, existe sim maneiras mais civilizadas e há estudos sobre isso:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Outplacement

    Concordo com quase tudo que disseste Rogério, mas não acho que seja uma questão de alguns estarem felizes. Mas estamos no RS né, então tudo se resume a uma briga entre deus e o diabo e estas situações são exploradas para este fim (por ambos lados).

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  4. “Tem uma série de pessoas que estão felizes porque acontecendo isto os governos estadual e federal poderão perder pontos.

    Que pobreza de espírito, é se alegrar com o desemprego, a infelicidade e o desespero de famílias. Esperava um pouco mais de vocês.”

    Não subestimas a nossa inteligência, Rogério. Quando é que nós demos a entender que ficamos felizes? Vem cá, amigão; tu estás de brincadeira ou achas que somos moleques?

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  5. A função social das empresas, ao contrário do que pensam sindicalistas/petistas, não é o de criar/manter empregos, mas o de se manter saudável financeiramente, gerando LUCROS (para continuar investindo) e pagando impostos. Só isso traz desenvolvimento econômico/social e, consequentemente, empregos.

    Por outro lado, não existe uma forma mais “civilizada” para demitir alguém, assim como não existe uma forma mais cortês para rejeitar um(a) pretendente. Muito melhor que esse rompimento seja rápido do que enrolado. Imagina trabalhar meses e meses “com a espada no pescoço” esperando ser demitido a qualquer momento, ou não.

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  6. Tem uma série de pessoas que estão felizes porque acontecendo isto os governos estadual e federal poderão perder pontos.

    Que pobreza de espírito, é se alegrar com o desemprego, a infelicidade e o desespero de famílias. Esperava um pouco mais de vocês.

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  7. Parem um pouco e reflitam. A forma adotada pela Grandene foi simplesmente TROGOLODITA, os funcionários chegaram no serviço e descobriram que estavam na rua.

    Hoje em dia, nenhuma firma norte-americana que preste faz isto deste jeito, as Européias muito menos.

    É antes de tudo um desrespeito a quem durante cinco, dez ou vinte anos, trabalharam para os Grandene construissem o que construíram. No fundo eles acham que seus funcionários são descartáveis.

    Em 1976 traballhava numa firma que com a queda da construção civil teve que me demitir (assim como os outros funcionários) o diretor teve consideração com todos e explicou o problema financeiro que a mesma passava, apesar de tristes todos compreenderam isto não é capitalismo selvagem, isto é ignorância, pois de agora em diante imaginem como ficarão os demais funcionários da Grandene.

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  8. Augusto, realmente eles não tem obrigação de fazer diferente do que fizeram. Mas até por uma questão de criar uma melhor imagem da empresa acho que deviam ter agido de maneira diferente.

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  9. “Concordo com esta posição de terem sidos imprudentes ao encerrar 800 vagas de trabalho em uma cidade que tem 54mil habitantes.”

    Bobagem. A ninguém fora da Azaleia compete dizer como ela deve ou não deve ser administrada. Isso é uma questão que só compete aos seus administradores. Enquanto ela for administrada dentro da lei, ninguém aqui tem aval pra julgar suas decisões nem qualificar se agiu certo ou errado. Estão querendo ensinar o padre a rezar..era só o que faltava.

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  10. Concordo com o Augusto. Inclusive me chama a atenção ele usar o ver “ganhou” ao falar dos 40 milhões da Azaléia, não foi um financiamento? Até onde sei o Fundopen faz financiamentos ou dá estímulos fiscais, isso não é exatamante “ganhar 40 milhões”.

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  11. Governo não tem que chorar pitangas nem fazer queixa na mídia. Quando uma empresa age fora da lei ou descumpre acordos legais, o estado deve buscar reparação na Justiça…e não ficar choramingando em público. Se a Azaleia descumpriu acordos, cabe ao Governo do Estado tomar as providências legais cabíveis. Se a Azaleia não descumpriu acordos, cabe ao Governo calar a boca e enfiar o rabinho no meio das pernas.
    Contratos são contratos…e, para citar um jargão do meio jurídico, o que não está nos autos não está no mundo.
    Essa chorumela do Tarso é evidentemente um “jogar para a torcida”. Além do mais, o partido dele é pródigo em expurgar empresas. É da ideologia do PT. Devem estar muito satisfeitos cada vez que se vai alguma iniciativa privada.

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  12. O sonho dos sindicalitas/petistas, sempre foi, o de estabelecer ESTABILIDADE dos trabalhadores, nos moldes ao que existe no serviço público e que é causa maior da ineficiência da máquina pública. Foi por isso que votaram contra a Constiuição de 1988, apesar de serem os seus maiores denfensores nas reformas que se seguiram.

    O verdadeiro predador, nesse em todos os outros casos parecidos, é Estado que obriga, através de um excesso de exação fiscal, aos empresários procurarem, para sobreviver, investir os lugares onde possam contrabalançar essa imensa carga tributário sobre o setor produtivo com todos os benefícios possíveis.

    Irresponsável é esse governador e o seu partido, que sempre tratam investidores e empresários como bandidos, depois vem querer que eles invistam no estado. Não conheço ninguém, a menos que seja masoquista, que goste de fazer parceria com quem o odeie.

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  13. Duvido que a petralhada esteja realmente preocupada com o bem-estar dos trabalhadores. O que incomoda eles é a diminuição de 30% do tamanho de uma teta que eles sugam.

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  14. Concordo com esta posição de terem sidos imprudentes ao encerrar 800 vagas de trabalho em uma cidade que tem 54mil habitantes.
    ela representava 30% do imposto arrecado em parobé

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