Projeto Estação de Metrô FIERGS – Por Hype Studio

Estação de Metrô FIERGS
Porto Alegre, Brasil

Projeto: Fernando Balvedi e Gabriel Garcia (autores)

Proposta para Estação de Metrô da Linha 2 da Trensurb situada à frente da FIERGS, no final da Avenida Assis Brasil. Estrutura em arcos com 130 metros de vão livre e plataforma estaiada.

Tendo em vista uma futura implantação da Linha 2 do Trensurb em Porto Alegre, o projeto apresenta uma proposta para a Estação de Metrô FIERGS, situada no pátio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul. A estrutura principal se constitui de quatro arcos metálicos, com vão livre de 130 metros. Os arcos tem diferentes inclinações e são ligados por vigas metálicas. Nas duas laterais, o fechamento se dá por vidros estruturados em spiders, tornando a estrutura leve e transparente. Por baixo dos arcos, tudo permanece aberto, garantindo ventilação permanente na plataforma e proteção contra a chuva.

A plataforma esta estaiada nos arcos metálicos, dispensando o uso de pilares para estruturá-la em um grande trecho, formando uma praça de acesso ao complexo FIERGS. O acesso à estação se dá por subsolo, numa galeria coberta por um espelho dágua. Todas as áreas operacionais e administrativas também se encontram no subsolo. O acesso à plataforma se dá por escadarias e elevadores fechados por caixas de vidro. Também é prevista no projeto a conexão por subsolo com o outro lado da avenida e um terminal de ônibus no canteiro central da Assis Brasil.

Projeto por Hype Studio

Estação de Metrô FIERGS Geral Noturna

Estação de Metrô FIERGS - Geral Noturna (Hype Studio)

Estação de Metrô FIERGS Galeria

Estação de Metrô FIERGS - Galeria (Hype Studio)

Estação de Metrô FIERGS - Acesso

Estação de Metrô FIERGS - Acesso (Hype Studio)

Estação de Metrô FIERGS - Embarque / Desembarque

Estação de Metrô FIERGS - Embarque / Desembarque (Hype Studio)



Categorias:Meios de Transporte / Trânsito, Metro Linha 2, Outros assuntos

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23 respostas

  1. Acho que o traçado do metro de POA deveria contemplar, na primeira fase, Azenha – Terminal Triângulo, e não até a FIERGS. Não acredito que haja uma demanda entre FIERGS e Triangulo que justifique este trecho. O melhor exemplo é o metro de Buenos Aires onde as linhas não se estendem até a periferia mas cobrem bem a zona de alta densidade. Veremos o metrô POA circular com vagões vazios no último 1/3 do trajeto proposto.

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  2. E lá na Austrália eles utilizam uma via elevada de metal (ou aço, algo do gênero), algo mais fino e menos interventivo ainda do que o concreto do aeromóvel do gasômetro, o que além de ter um aspecto mais bonito e na cor verde escura ainda compõe a paisagem e se camufla na natureza junto às árvores.

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  3. “Professor elogia aeromóvel

    O professor de engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fernando Mac Dowell, elogiou o aeromóvel, que está sendo implantado em Porto Alegre (RS), para ligação entre o Aeroporto Salgado Filho e as estações da Trensurb. Trata-se, segundo ele, de uma obra rápida, barata e com elevada capacidade de transporte de massa. Na sua opinião, o aeromóvel poderia ser adotado em todas as cidades que irão sediar os jogos da Copa. “Com a vantagem de ser um sistema nacional, sem necessidade de pagar royalties.” Ele considerou um erro a escolha do modelo de transporte coletivo de média capacidade BRT (trânsito rápido de ônibus), sistema constituído por ônibus articulados e implantado pela primeira vez no Brasil na cidade de Curitiba (PR), em 1979.”

    Fonte: http://www.affonsoritter.com.br/Controle?Comando=VisualizarNoticia&ID=48101

    ______________________________________________________________________

    Pessoal, Gilberto, todos, após essa notícia faço algumas considerações:

    Os ônibus das “estações tubo” de Curitiba, os atuais ônibus que circulam pela Av. Sertório em POA e os futuros ônibus do projeto de Fogaça dos “portais da Cidade”, seguem a linha dos BRT’s, ou seja, são mais ônibus em mais corredores de ônibus, “mais do mesmo”, ocupam o que poderia ser mais uma via para carros na cidade.

    Pessoal, as vias elevadas custam menos do que metrô e provavelmente menos do que adaptar as nossas atuais avenidas para comportarem novos corredores de ônibus. Essas vias não tiram espaço dos carros e dos pedestres, são de fácil colocação em qualquer lugar e não geram poluição visual.

    Além disso, os vagões são feitos de fibra-de-vidro, mais barato do que um ônibus e, no caso do aeromóvel, nem combustível é gasto, pois ele é movido à ar, bem mais ecoômico e nada poluente. As passagens para andar neles seriam baratíssimas. Poderíamos espalhá-lo por toda a cidade e em especial no centro, como em Sydney.

    Temos que ter visão, o aeromóvel não é para ser turístico ou apenas pontual, pode ser verdadeiro meio de tranporte de massas, como ocorre na autrália. É fácil de instalar, de operar e o custo é baixíssimo.

    Primeiro um exemplo de Seattle, direto da década de 1960 (observem os carros na foto):

    Agora inúmeros exemplos das linhas de monorail circulando pelas ruas de Sydney, na Austrália:

    http://i605.photobucket.com/albums/tt134/DarronMorgan/Australia%2009/SydneyMonorail.jpg (Parada na Praça da Alfândega, próximo ao Rua da Praia Shopping e Banco Safra. Hehe).


    http://imageshack.us/f/2/dscf0328.jpg/

    Gente, o aeromóvel nada mais é do que uma simples “carroceria” de fibra de vidro que é movida pelo vento que circula por uma tubulação de ar por uma simplória via elevada. Nem é tripulado, quer solução mais simples, rápida de se fazer, ágil para se usar e barata para se instalar e depois para se usar? Temos desde 1983 a solução para os nossos problemas na nossa cara!

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  4. Muito bonita! Bem que todas as estações do nosso metrô poderiam ser assim modernas!

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  5. ” A obra se paga e gera lucros tangíveis e intangíveis.”

    Apresente-nos os cálculos, por gentileza. Só os tangíveis…te pouparei dos intangíveis.

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  6. Triste achar que uma obra seria cara só pensando nos custos imediatos. Beleza atrai turismo, incentiva o cuidado e preocupação cidadã (vide Gramado). A obra se paga e gera lucros tangíveis e intangíveis.

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  7. Aqueles bancos são pra faquir sentar?

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