ESPECIAL 2 – Projetos que nunca saíram do papel em Porto Alegre

Porto Alegre tem um histórico não tão recente de projetos que nunca saíram do papel. Claro, todas as cidades tem uma lista de projetos que, ou foram considerados faraônicos, ou foram encerrados por falta de alguém que quisesse investir no momento. Mas aqui em Porto Alegre acontecem coisas que nem nós sabemos explicar ao certo. Uma cultura do contra, uma cultura contra os arranha-céus, uma cultura contra o moderno, e também contra o lucro.

Sem entrar no mérito de cada um destes projetos e, sim, no geral, trouxe estes exemplos, inclusive alguns históricos, como o do projeto do Estádio Municipal de Porto Alegre e até do antigo projeto para a área do Estaleiro Só. Apenas como curiosidade, trago alguns projetos  que surgiram em determinadas épocas e que não passaram de sonhos de arquitetos bem intencionados, como um sistema de cobertura para a Avenida Otávio Rocha e um anfiteatro totalmente diferente do que temos hoje, no mesmo local.

1. ESTÁDIO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE (1949)

Por pouco Porto Alegre não construiu um estádio municipal para receber o maior evento do futebol mundial, a Copa do Mundo de 1950. É provável que se isso tivesse acontecido, talvez o Grêmio jamais tivesse construído o Olímpico.

Em 14 junho de 1949, a Folha da Tarde apresentou a imagem de um estádio municipal – “que só Porto Alegre não tem”, celebrava o jornal – que deveria ser construído na avenida Carlos Barbosa, próximo de onde estava situado o gramado do Cruzeiro. Para quem não sabe, o cemitério João XXIII foi construído no lugar do Estádio da Montanha. A arquibancada segue lá.

O projeto da prefeitura foi engavetado porque o terreno em questão passava por um litígio judicial com os proprietários. De acordo com a Justiça, a prefeitura teria que pagar aos donos da gleba cerca de Cr$ 6 milhões pela desapropriação, custo do terreno e custas do processo. Com o ganho de causa da apelação, a cidade teria que desembolsar Cr$ 4,2 milhões para adquirir a posse do terreno.

Além disso, o município precisaria gastar uma alta verba para aterrar e canalizar o arroio Cascatinha, que passava por ali. O governo do Estado chegou a oferecer a área da antiga Estação Ferroviária do Riacho, que ficava próxima do atual prédio do Centro Administrativo do Estado e da Ponte de Pedra, na avenida Borges de Medeiros para a construção do estádio municipal.

O projeto do estádio foi desenhado pelo arquiteto Christiano de la Paix Gelbert, um catarinense de Blumenau que adotou Porto Alegre na década de 1920. Ele era funcionário municipal e desenhou vários projetos da prefeitura, como a ponte da Azenha, o terminal de bondes da Praça XV e os prédios da feira de 1935, realizada na Redenção.

Gelbert, na verdade, desenhou dois estádios. O primeiro está no livro do plano de desenvolvimento para a cidade, realizado por Loureiro da Silva em 1943. Nele, a imagem do estádio possui uma área administrativa no lado de uma das goleiras. O outro esboço lembra muito o Pacaembu, de São Paulo.

2. REURBANIZAÇÃO PARA PORTO ALEGRE DO ANO 2000 (1994)

3. REMODELAÇÃO DA ÁREA DO ESTALEIRO SÓ (2003)

4. ANFITEATRO PARA 100 MIL PESSOAS (1992)

5. PROJETO PRAIA DO GUAÍBA (1988)

Um projeto que previa a devolução do Guaíba à cidade de Porto Alegre. Como hoje, a cidade estava de costas para o Guaíba. Nesta série de partes de jornais da época, dá para ver que houve grande polêmica, mas, acima de tudo mais uma vez NÓS FICAMOS A VER NAVIOS. Idealizado pelo arquiteto Jorge Debiagi, o mesmo do Pontal do Estaleiro, chegou a ser aprovado pela Câmara Municipal. Mas os “ambientalistas radicais” atacaram e tudo foi cancelado. (esse filme eu já vi…)

Detalhe de um dos prédios onde funcionaria um shopping center

Os ambientalistas na época fizeram de tudo, até subir na chaminé da Usina do Gasômetro  e colocar grande faixa para protestar contra a continuidade do projeto:

6. PROJETO PORTO DOS CASAIS (1998)

Desenvolvido pelo Governo do Estado, na época em que o Governador era Antonio Britto, este foi um dos mais audaciosos projetos para redefinir a orla de Porto Alegre, mais especificamente do Cais Mauá. Famoso, ganhou exposição com maquetes no próprio cais do Porto e, por motivos diversos, adversidades políticas, claro, não saiu do papel. Antonio Brito entregou o projeto em 1998, antes das eleições que elegeram Olivio Dutra para governador. O resto da história vocês já conhecem. Além de ser um dos responsáveis pela não instalação da Ford no Estrado, Olívio Dutra cancelou o projeto do Cais.

7. RESTAURANTE PANORÂMICO DA USINA DO GASÔMETRO

Um exemplo de um pequeno projeto se comparado aos demais mostrados aqui, mas que dotaria a Usina do Gasômetro de um equipamento de primeira categoria, qualificando imensamente o centro cultural. Ninguém interessado em suas licitações, não saiu do papel. No seu lugar, hoje, apenas um piso, um pátio para as pessoas olharem para o Guaíba, sem estrutura, sem conforto, cru.

8. PIER DADO BIER ou “DADO PIER”

Projeto privado, que seria bancado pela empresa de Eduardo Bier Correa, o Dado, com sua rede de bares e casas noturnas. Seria uma grande e moderna casa de espetáculos, como Porto Alegre nunca teve. Teria marina, urbanização impecável no seu entorno e ficaria harmonicamente ao lado da Usina do Gasômetro. Após inúmeros entraves burocráticos, o empresário desistiu de continuar com seu projeto. Até incêndio do antigo Pavilhão das Tesouras que existia no local aconteceu!

1ª IDEIA:

Aproveitamento do Pavilhão das Tesouras, galpão “histórico” remanescente da época da construção do Cais do Porto de Porto Alegre, para instalação da casa de espetáculos:

2ª IDEIA

Após o incêndio, que destruiu completamente o Pavilhão das Tesouras, todo o projeto foi refeito e melhorado. Seria construído um prédio especialmente para a casa de espetáculos. O empresário Eduardo Bier Correa gastou milhares de reais nesta romaria pelos corredores da Prefeitura. Em vão.

9. BELVEDERE POWER CENTER ou SHOPPING CENTER BELVEDERE

O projeto, ainda presente no site da empresa portoalegrense Máquinas Condor e Condor Empreendimentos Imobiliários, seria o maior empreendimento comercial da Região Sul do Brasil, com diversos módulos, incluindo um shopping center propriamente dito, shopping de carros, hipermercado, casa de espetáculos, e diversos outros. Ficaria localizado na grande área vazia existente ainda hoje na 3ª Perimetral (Senador Tarso Dutra e Cristiano Fischer). Encontra-se ainda emperrado por motivos que vão desde a presença de um lençol freático no terreno onde seria construído, até entraves burocráticos gerais por parte da Prefeitura, em especial da Secretaria do Meio Ambiente, SMAM.

Localização

O terreno destinado à implantação do Projeto Belvedere – Centro de Lazer, Compras e Serviços – está localizado na avenida Senador Tarso Dutra, n° 422 (III avenida Perimetral), com frente, também, para a avenida Professor Cristiano Fischer, no bairro Petrópolis. A área do terreno é de 151.414,43 m2 e está localizada no centro geográfico de Porto Alegre, em cotas de 35m na avenida Tarso Dutra e 95m na avenida Cristiano Fischer, o que possibilita belos visuais da cidade.

Descrição

Considerando-se a perspectiva temporal do empreendedor, em relação ao crescimento econômico da cidade de Porto Alegre e que um mercado futuro maior possibilitará a construção de um mix de equipamentos comerciais, o Projeto Belvedere prevê a construção de um centro de lazer, compras e serviços na época em que haja viabilidade comercial para tal. O tipo de empreendimento proposto (power center ) tem a capacidade de diferenciar-se dos demais shopping centers existentes no município.
O projeto que está sendo desenvolvido foge ao conceito tradicional de shopping center. Diferentemente daqueles empreendimentos, que reúnem um mix de lojas de ramos bem definidos e relativamente restritos, o Projeto BELVEDERE pretende implantar o conceito de power center, com algumas adaptações e reformulações. No presente caso, está-se propondo não apenas a reunião de lojas âncoras, mas de empreendimentos comerciais para a venda de bens e serviços.
O mix de equipamentos inclui um shopping tradicional e uma série de outros empreendimentos descritos nos itens a seguir. Estes empreendimentos são independentes, mas funcionam de forma conjunta no sentido de atração de público e animação.

Poa – Shopping

O “Poa Shopping” possui 8.532,22 m2 de ABL sem lazer e alimentação, 200 lojas, incluindo duas lojas âncora de departamentos e uma de variedades, artigos para o lar, vestuário, calçados e acessórios, diversos e serviços.

Poa – Point

Centro de lazer e alimentação, ligado ao Poa – Shopping, com 9.324,66 m2 de ABL mais 1.349,93 m² do Poa – Point Globo, nos quais estarão distribuídas 10 salas de cinema, casa de shows, livraria mega-store, teatro, parque infantil in-door, games, boliche, duas casas noturnas e aproximadamente 20 restaurantes.

Poa – Show

Centro de exposições e eventos, com 4.285,30 m2 de área, que poderá abrigar feiras de automóveis, informática, material escolar, artesanato, barcos, objetos para o lar, filhotes, Natal, entre outras, além de eventos como convenções e shows para públicos maiores do que o do Poa Point.

Poa – Casa

Shopping do lar, com 21.689,59 m2 de ABL, incluindo duas lojas âncora, 6 lojas semi-âncoras, 83 lojas e 5 restaurantes.

Poa – Motor

Comércio de veículos e afins, com car care center, posto de gasolina e 13 revendas, com 2.953,23 m2 de ABL. O posto de gasolina conta com 1.138,00 m² de ABL.

Poa – Cult / Poa – Corpo

Empreendimentos dedicados ao Ensino (Poa – Cult), incluindo escola de ensino fundamental e médio e cursos diversos e aos esportes (Poa – Corpo), incluindo academia, esportes aquáticos, canchas e mini-shopping com 14.569,54 m2.

Hipermercado & Bricolagem

Possui ABL de 11.864,53 m2 dividida entre o hipermercado (6.001,96 m2), bricolagem (4.762,96 m2) e lojas (1.099,61 m2). Está prevista a construção de 14 lojas distribuídas nos seguintes segmentos: alimentação (cinco), farmácia (uma), revisteria (uma) e serviços (sete).

O corpo central do empreendimento é distribuído em quatro setores principais, dispostos em torno a um cruzamento de duas vias internas, cobertas por estrutura inclinada em vidro, que se encontram sob um domo envidraçado

O empreendimento é distribuído em quatro setores principais, dispostos de forma ascendente ao longo da avenida Sen. Tarso Dutra.

O Poa Motor e o Posto de Combustível localizam-se nas cotas mais baixas do terreno, entre os níveis 40 e 35, junto da esquina da avenida Senador Tarso Dutra com a rua Antônio Carlos Tibiriçá. Trata-se na realidade de três blocos distintos, o prédio das revendas (Poa Motor), o posto de combustíveis e uma previsão de uma loja do Mc Donald’s ou similar. O Posto de Combustíveis possui acesso direto pela avenida Sen. Tarso Dutra. O Poa Motor terá acesso pela via projetada em continuação da rua Odila Gay da Fonseca. A localização do Poa Motor preserva aos fundos uma vertente e um curso d’água.
A continuação da rua Odila Gay da Fonseca é a principal via interna de comunicação entre o Poa Motor e o Posto de Combustíveis com o restante do empreendimento. Através dela circula-se de forma independente da avenida Sen. Tarso Dutra, cruzando o curso d’água citado, atingindo-se, através de uma rótula, a entrada do estacionamento do Poa Shopping e subindo à direita o complexo Poa Cult/Corpo.

O Poa Cult/Corpo localiza-se aos fundos dos blocos residenciais da rua Antônio Carlos Tibiriçá entre as cotas 50 e 65, acima da citada vertente. Organizam-se em dois blocos: a escola situa-se nas cotas superiores, com entrada a leste (cota 65), desenvolvendo-se em três pavimentos (salas de aula, administração, cinemas). Com entrada pela cota 57, do lado norte, ocupando o mesmo bloco do Poa Cult, localiza-se a Academia (Poa Corpo), distribuída em dois pavimentos, os quais dão acesso ao volume da piscina (cota 54,5) e das canchas cobertas (cota 52,2).

Os volumes do Poa Shopping, Poa Casa, Poa Show e Poa Point formam o terceiro setor, sendo o conjunto principal e central do empreendimento. Dispostos em três blocos principais, em patamares ascendentes, com as fachadas envidraçadas voltadas para oeste e com coberturas ajardinadas, organizam-se em torno a um cruzamento de duas vias internas, cobertas por estrutura inclinada em vidro, que se encontram sob o duomo envidraçado do Poa Globo.

O primeiro “patamar” é ocupado pelo Poa Shopping. Com acesso para pedestres pela via interna, sob o Globo, na cota 57, organiza-se dois pavimentos de lojas e três andares de garagens situadas abaixo da área comercial. Em forma semicircular, situa as lojas no centro do volume e nas laterais, de forma a preservar desimpedida uma ampla fachada envidraçada voltada para oeste.

Do segundo piso do Poa Shopping, cruzando a via interna de acesso e distribuição, o pedestre tem acesso ao segundo patamar, ocupado pelo Poa Casa e pelo Poa Point. O Poa Casa é o maior componente do complexo, com 75.327,29 m2 de área construída. Possui dois pavimentos neste segundo patamar e mais dois pavimentos no terceiro patamar. Em seu segundo pavimento (cota 63) está situada a entrada principal de pedestres do empreendimento. O Poa Point funciona como área de lazer e entretenimento, bem como de praça de alimentação de todo o complexo. Ambos empreendimentos situam-se na cota 57 e 63, possuindo dois andares de estacionamento subterrâneo com acesso pela avenida Sen. Tarso Dutra (cota 54).
O terceiro patamar é acessado internamente pelo Poa Casa ou diretamente pela via interna, por carro, através de entrada situada na cota 74, a leste. É ocupado pelos dois pavimentos do Poa Casa e do Poa Show. Este último, por possuir pé–direito mais alto, possui cobertura na cota 81.
Na cota 67, entre o Poa Casa e o Hipermercado, está situada a Torre Mirante, que atinge 130 m de altura. Com um restaurante no topo e estrutura de sustentação aparente, será um novo marco visual da cidade.
O Hipermercado perfaz o quarto setor do empreendimento, localizando-se na cota 90, com um andar de estacionamento em cota inferior. O acesso se dá de forma independente, através de três vias principais: pela via interna que sobe dos demais setores, paralela à avenida Sen. Tarso Dutra; diretamente pela rua Prof. Cristiano Fischer e por um viaduto que cruza a avenida Sen. Tarso Dutra no sentido norte–sul.

O PRESENTE E O FUTURO

Poderíamos seguir com mais alguns exemplos menores, de outros projetos emperrados. Mas deixo aqui estes 9 exemplos para que reflitamos sobre a nossa cidade nos próximos anos. E esperamos que projetos como o Teatro da OSPA, a revitalização do Cais Mauá, o Complexo da POA Marina, o entorno do Estádio Beira-Rio, a nova ponte do Guaíba e tantas outras obras que esperamos que sejam tocadas adiante, não parem por aí, como essas aí de cima.

– COMPLEXO DO ENTORNO DO BEIRA-RIO

– TEATRO DA OSPA

– REVITALIZAÇÃO DO CAIS MAUÁ

– NOVA PONTE DO GUAÍBA


E, quem sabe poderemos, daqui alguns anos, comemorar a inauguração com o uso inteligente e arrojado da área da Ponta do Melo, onde existia o antigo Estaleiro Só, através do famoso PROJETO PONTAL DO ESTALEIRO (modificado, claro, mas ainda almejamos que a cidade conte com um moderno, turístico e sustentável empreendimento naquela área).



Categorias:Arquitetura | Urbanismo, Capital da Resistência, COPA 2014, ORLA, Pontal do Estaleiro, Projeto de Revitalização do Cais Mauá, Teatro da OSPA

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85 respostas

  1. ÓBVIO que nunca sairá estes tipos de projetos!
    Porto Alegtre não é Rio de Janeiro!
    Aqui no Rio arpovam tudo, a toque de caixa e superfaturados!
    Museu disso museu daquilo, casa disso casa daquilo,
    Revitalização disso revitalização daquilo…
    Porto Alegre sempre será uma cidade provinciana.
    Não é d einteresse dos grandões Poa se tornar uma cidade om atrativos turísticos!

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  2. olha só quantos cartoes postais porto alegre poderia ter e quantos investimentos poderia fazer se nao fossem esses otários conservadores que sempre tem uma desculpa pra impedir esses projetos e atrapalham o cressimento da cidade.
    hoje, caxias do sul e novo amburgo cressem mais que a própria capital e se porto alegre nao acordar pra vida,vai acabar ficando pra traz.
    porto alegre se diz uma cidade grande mas nao tem peito pra fazer um projeto inovador sequer por que sempre tem um babaca mangolao que inventa de protestar contra as inovacoes em quanto os problemas que a cidade ja tem, ninguem faz nada.

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  3. A Jousi e o Beto (especialmente o Beto) representam o porquê POA parou na década de 60.

    Sei que eles são minoria, mas são uma minoria que faz barulho e atrapalha toda cidade, impedindo-a de crescer. Por causa de uma meia dúzia deles, a população está com a cidade e a sua orla no estado em que estão.

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  4. Os pseudo-ambientalistas defendem uma orla cheia de mato e sujeira. Nós aqui queremos uma orla moderna, limpa e agradável.

    Pois bem, Porto Alegre tem 72km de orla, podemos dividi-la para estes dois grupos, já que defendes a democracia, Beto.

    Depois veremos qual será mais utilizada pela a população. Vamos apostar?

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  5. pela maioria dos comentários postados, parece que o que incomoda mesmo é uma tal de democracia!

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    • “pela maioria dos comentários postados, parece que o que incomoda mesmo é uma tal de democracia!”

      Meia dúzia de pessoas se manifestando e indo contra projetos, decidindo o futuro da cidade, por mais 1 milhão de habitantes, é democracia? Ou é manobra política ?

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  6. Desses projetos, um que tive a oportunidade de saber por que não saiu foi o do Pontal do Estaleiro. E foram motivos bem razoáveis. O projeto era absolutamente raso e mal feito e acabou virando um projeto de corrupção.

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  7. Gracias a Dios que no tenemos petistas en las Filipinas.

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  8. Esses econazistas e o resto da esquerdalha não fazem nada que preste, só querem tumultuar. O que importa para eles, na verdade, não é a preservação ambiental, o que eles querem preservar é o atraso e fomentar a imoralidade com essas politicagens de “direitos humanos” para atender aos caprichos da bandidagem.

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