Câmara lançará campanha PEDALA PORTO ALEGRE

Excelente a notícia divulgada pela vereadora Sofia Cavedon em palestra na Federasul nesta quarta-feira.

De acordo com ela, a Câmara de Vereadores da Capital lançará, na próxima semana, a campanha Pedala Porto Alegre, com o objetivo de incentivar o uso das bikes e estimular mais respeito dos motoristas para com os ciclistas.

– Descobrimos que a maioria das pessoas não sabe que existem regras para a circulação de bicicletas que precisam ser respeitadas pelo ciclista e também pelos motoristas – afirmou Sofia durante a palestra.

Zero Hora – Nosso Mundo



Categorias:Bicicleta, ciclovias

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30 respostas

  1. Concordo com o Marcelo, acho ótimo uma cidade enorme como poa promover uso de bicicletas, mas transporte em massa devia vir muito antes de mais um modal invidual. Mesmo assim, estamos começando a ter bizarrices como a Ipiranga, com ciclovia e sem BrT ou outra opção coletiva.

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    • Transporte coletivo de qualidade e não poluente sempre foi a solução para a mobilidade, nenhum ciclista com um mínimo de bom senso, acha que bicicletas são para 100% dos casos de deslocamento, Amsterdam que é tudo aquilo, elas suprem 50% dos deslocamentos.

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  2. Na realidade, sem ofensas. Acho o que as bicicletas são uma alternativa não poluente, utilizada em países verdadeiramente civilizados, mas acho um grande factóide incentivar o uso sem as devidas ciclovias ou ciclofaixas.

    Tenho visto já inúmeros ciclistas andando nas calçadas da Goethe mandando os pedestres saírem da frete! Ou em outras ruas onde os pedestres tem que se desviar dos ciclistas.

    Então ao invés de resolvermos a situação, vamos dar mais um “remédio às avessas”. Vamos regulamentar, incentivar as bicicletas, nem que seja andando junto com os pedestres na calçada! Se não formos atropelados pelos carros, seremos pelas bicicletas!

    Infelizmente sou muito descrente quanto a campanhas de conscientização, nós brasileiros nos conscientizamos com outra$ forma$ de educação.

    Primeiro: priorizar e melhorar transporte coletivo
    Segundo: Fazer com que as pessoas que utilizam seus carros usem o transporte coletivo
    Terceiro: Construir ciclovias e ciclofaixas para e bicicletários estratégicos, para que as pessoas possam fazer seus trajetos finais em segurança.

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  3. Temos ciclistas mal educados assim como temos motoristas mal educados, afinal são todos portoalegrenses né hehehe.

    Mas bem Olavo, não lembro de dizerem que vocês sumiriam em um mês. Eu particularmente só criticava (e ainda critico) a postura anti-automóvel de uma boa parcela do movimento. Poderias me dizer de onde saiu esta estimativa de 7% dos deslocamentos serem por bicicleta? Me pareceu demais… gostaria de confirmar.

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    • Felipe X,

      Eu lembro bem, de alguns dizerem que seríamos esquecidos em um mês, difícil achar o link agora, mas tudo bem, estamos ai.

      Vou tentar obter os dados com a EPTC, e ai faço uma postagem no meu blog, eles tem certas dificuldades com a publicação e levantamento dos números por lá.

      Quanto a postura anti-automóvel , eu por exemplo, tenho carro, mas não gosto de ter que usá-lo, adoraria poder usar só transporte coletivo e bicicleta principalmente.

      Quando estamos de carro estamos oprimindo, o carro é algo opressor, ele faz barulho, polui, ocupa muito espaço, ameaça, tem uma quantidade de movimento(massa x velocidade) muito grande mesmo em baixas velocidades, ele é usado como brinquedo e irresponsavelmente, além de ser o maior causador de mortes e invalidez.

      É culturalmente aceito como forma de status social, os governos investem muito num transporte que é para minoria. Ele não é o principal modal de transporte, e nem poderia ser, a cidade não tem espaço físico pra isso.

      Esta é a questão de ser anti-automóvel. Não quer dizer que o carro não é confortável e agradável para quem está usando e que ninguém deveria ter e usar o seu carro se assim escolhesse.

      O principal é o investimento democrático nos modais de transporte para a cidade funcionar e ainda poder se respirar nela.
      http://www.clicrbs.com.br/especiais/jsp/default.jsp?newsID=a2181723.htm&template=3847.dwt&section=Not%C3%ADcias&espid=21

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      • É, como eu disse, não estamos em posições opostas na realidade. Mas enquanto não houver um transporte público bem feito não há condições. Eu me sinto num ambiente muito mais opressor quando entro num ônibus lotado e tenho que me esfregar em todo mundo para chegar na porta do que num engarrafamento dentro de um carro – e acredito que é a opinião de uma grande parte da população.

        Mas esse não é meu ponto, eu acho que temos que ser positivos e propor soluções em vez de atacar o “status quo”, que é o automóvel. Bicicleta é uma ótima opção, mas não acho que devia ser prioridade uma parcela significativa da população não quer esta alternativa de maneira alguma, inclusive este que vos fala, pois já trabalhei há 15kms de casa, daí tu já viu.

        Ah, e para ver como não estamos em posições opostas, no momento pego um ônibus na frente de casa que me larga na frente do trabalho. Deixo meu carro na garagem.

        Em relação a EPTC, boa sorte 😀

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        • Transporte público é prioridade, isto não há dúvida.
          O que queremos como ciclistas, além de investimentos em transportes públicos é uma redução dos investimentos em estrutura para os automóveis, pois quanto mais isto ocorre mais automóveis aparecem.
          Uma boa parcela das pessoas que estão dentro dos carros usariam a bicicleta.
          Hoje eu moro a 10km do meu trabalho e uso a bici sem problemas, sei que distâncias ideais são 6 km, mas existe também a possibilidade de integrações, parte do trajeto utilizando bici e outra transporte coletivo.
          E além disso investir em estrutura para bicicleta só traz benefícios para as cidades, alguém tem dúvidas que traria à Porto Alegre?

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  4. Me desculpem, coloquei o comentário em local impróprio.

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  5. Rafael
    Energia solar tem vários problemas:

    Primeiro: O custo dos painéis e não só isto, o custo da rede de captação e toda a transformação para coloca-lo na rede de distribuição. Como cada painel gera pouca energia são necessárias extensas redes de baixa tensão (logo com consumo de cobre alto) para captar toda esta enegia.

    Segundo: Como bem dizes, no RS utilizar painéis para captar energia solar é por dinheiro fora, temos que descontar o período das 17h as 8h porque a radiação solar não e sufciente e além disto tem todo o período chuvoso.

    Terceiro: Para armazenar a energia o que se faz? Geralmente se utiliza baterias (caras e poluidoras com uma vida útil pequena), é só lembrar das baterias de carro que duram em média três ou quatro anos ou as de celular ou lap-top, que aí são piores.

    Quarto: Há todo o custo ambiental na fabricação dos painéis, redes de energia elétrica e baterias que não é computado no cálculo (e não é pequeno).

    Em resumo, com o pouco dinheiro que o estado dispõe QUALQUER coisa investida em algo que a priori se sabe que não vai dar certo, é um CRIME.

    A CEEE poderia investir este dinheiro nas redes que estão caindo aos pedaços ou em tecnologia para se antecipar as falhas, até parece que está sobrando dinheiro.

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  6. Os ciclistas de Porto Alegre são muito mal educados também, suicídas até.

    Esses dias andava de carro pela Ipiranga e vi um ciclista atrás de um coletivo na pista da direita; pois não é que, quando o ônibus parou de repente para pegar passageiros, o ciclista trocou de pista, para a minha “por acaso”, sem se preocupara em olhar para trás, numa atitude que eu chamaria de “roleta russa”. Ainda bem que eu vinha “ligado”, senão seria mais uma tragédia em Porto Alegre.

    No meu ponto de vista, quando mais bicicletas vermos nas nossas ruas, desprovidas de ciclovias ou ciclofaixas, mais acidentes com ciclistas ocorrerão no trânsito porto-alegrense, por isso é uma IRRESPONSABILIDADE promover o uso de bicicltas, sem que a cidade esteja preparada para isso.

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    • Julião,
      Existem mal educados em todos os grupos de pessoas. Eu ando na Ipiranga e quando um ônibus para eu faço sinal pedindo passagem para o carro, alguns dão a passagem outros não, não me atiro na frente de ninguém, pois antes da educação vem o medo de morrer.

      Irresponsabilidade é não promover o uso da bicicleta, só teremos aumento de poluição e carros nas ruas, é claro que buscamos estrutura cicloviária, mas como já disse, muita gente já usa a bicicleta mesmo sem esta estrutura, então há de se cumprir o CTB.

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      • É só um fato concreto: quanto mais ciclistas na ruas, mais mortes de ciclistas ocorrerão.

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        • Da mesma forma é um fato concreto, quanto mais carros nas ruas mas pessoas morrerão, inclusive sufocadas pela poluição. E qual é o veículo opressor no sistema?

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          • Portanto, da mesma forma que quem incentiva o uso do automóvel, de certa forma, é culpado pelas mortes no trânsito; quem incentiva o uso de bicicletas numa cidade despreparada para isso também pode ser considerado culpado pelas mortes/lesões de ciclistas que ocorrerão, com um agravante de que uma bicicleta não tem os dispositivos de segurança que um carro pode possuir hoje em dia (air bag, ABS, ESP, ASR…).

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  7. El problema con las bicicletas es que intentan hacer con que sean vistas como un milagro y los bicicleteros parecen creir que son como dioses. Reprimir a los automovilistas por cuenta de las tonterias de unos bicicleteros no deberia ser la opcion de una ciudad que intenciona abrir la Copa del Mundo en 2014, esa idea solo les gusta a los entusiastas de la marijuana en los Países Bajos.

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    • Ortega,
      Basta pesquisar como outros países que já sediariam Copas do ?Mundo se comportam em relação a bicicleta, uma leve pesquisada no google, evitaria constrangimentos desnecessários com a utilização de adjetivos arrogantes.

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      • Assino embaixo do que tu disse Olavo !

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      • Porto Alegre não está na Europa, então nem adianta querer comparar com França e Alemanha que tem uma estrutura viária que realmente permite que diversos tipos de veículos possam usufruir das vias com o máximo de segurança. Apesar de se ter uma idéia de que o motorista europeu é “mais educado”, a grande diferença está na infraestrutura.

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        • Não tem erro:
          1) Interesse!
          2) Regulamentar. Já existe o Código de Trânsito Brasileiro – CTB.
          3) Prover educação/conscientização, de todos!
          4) Prover infraestrutura (em pontos críticos).
          5) Para os que mesmo assim (qualquer), que acham que não precisam participar, multa!

          Obs.: Por que será que em Brasília, os pedestres são respeitados na travessia pelas faixas de segurança – fazem anos!?

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      • Hay mucha gente arrogante que le usa a las bicicletas. No se puede decir que no hay arrogancia de parte de muchos bicicleteros. Tambien hay ese problema en mi barrio (Tondo, en Manila) pero creo yo que no es válido intentar demonizar a los automovilistas como si fueran los únicos responsables por muertes en tráfego. Hay mucha gente que no cuidase mismo salindo al pie para ir a la bodega comprar un pan, así como hay locos en bicicletas o en motos, hazta en automóviles como ya vi unos locos correndo por las calles.

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  8. Oi Thiago, olha só, tenho bastante experiência pedalando no asfalto e te garanto que é muito mais seguro ficar no meio da faixa, pedalar na borda do meio fio força o motorista a passar a 10 cm de ti, no meio da pista ele troca de faixa e passa tranquilo.

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  9. Olavo sou Caíense e moro em Curitiba, vou todo mês a minha city e lá saio de bike todos dias, e aqui eu não saio, “nem a pau Juvenal”.

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  10. Pô, adoro bicicleta, mas também tenho visto muitos casos de falta de respeito às leis por parte de ciclistas: Exemplo: ciclistas andando na faixa de rolagem dos carros em locais onde existe cliclovia (Av. Diário de Notícias).
    Ainda, em locais onde não há ciclovia, vejo seguidamente ciclistas (um grupo pequeno, tipo meia dúzia) ocupando uma faixa inteira de rolagem dos carros, o que considero de altíssimo risco para todos!
    Não dá pra andar pela direita, junto ao meio fio? Vamos minorar os riscos!…

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    • Tiago esse desrespeito de lei na Diário é o menos pior de todos e o mais justificável, pois a ciclovia é mal feita, feita numa calçada, com piso péssimo e muita gente caminhando. O pior que temos em Poa são alguns ciclistas, principalmente os mais humildes andando na contramão. E, em grupo, ou até mesmo sozinho, a segurança é aumentada se ocupada toda a faixa da direita, assim os carros não forçam ultrapassagens. A lei manda andar no bordo da pista, mas não regulamenta a distância que é o bordo, mas certamente o meio fio não é transitável.

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  11. Mas falta ciclovias e ciclo -faixas, e ai a Bike não anda. O estado não quer, pois tira passagerios do transporte urbano.

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    • Anda sim, eu ando todo dia, assim como centenas de pessoas, eu não tenho números exatos mas segundo a eptc temos entre 7% e 11% dos deslocamentos feitos por bicicleta.

      Mas queremos ciclofaixas sim, e por isso estamos sempre na pressão!

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  12. O Movimento em prol da bicicleta em Porto Alegre está cada vez mais forte, apesar de uns membros aqui dizerem que seríamos esquecidos em um mês.
    Bem, tem essa campanha, que tem um material produzido em parceria com ciclistas.
    Teremos uma campanha educacional dirigida aos motoristas, com material produzido pela EPTC também em parceria com ciclistas. Estamos em constantes reuniões com a EPTC e Prefeitura para implementação imediata de sinalizações de tráfego de bicicletas e implantação de ciclofaixas.
    Ah…e na última Massa Crítica tivemos a participação de mais ou menos 500 ciclistas.

    Sexta tem massa crítica novamente, estão todos convidados:
    http://vadebici.wordpress.com/2011/05/24/massa-critica-nessa-sexta-feira/
    http://vadebici.wordpress.com/2011/05/25/por-que-eu-vou-na-massa-critica/

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