CEEE e Eletrosul recebem Plano de Negócios para complexo de produção de energia solar no RS

Já está com CEEE, Eletrosul, Finep e PUCRS o Plano de Negócios feito pela Venti para a implantação de uma indústria de células solares e módulos fotovoltaicas, visando a produção de energia solar fotovoltaica no RS.

No Brasil não há empreendimento na área.

Nos últimos cinco anos, a produção mundial avançou 1.260%, chegando a 27,2 GW, o equivalente a produção de 27 reatores nucleares ou 50 usinas a carvão. Alemanha, Espanha, Itália, Japão e Estados Unidos lideram a produção.

Os valores serão muito expressivos, apesar de não revelados pela empresa. CEEE, Eletrosul, Finep e PUCRS também não quiseram falar em valores. CEEE e Eletrosul estão interessadas no negócio e poderão investir.

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Categorias:Energia

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8 respostas

  1. Felipe

    O impacto ambiental da foto-voltaica não é nulo, por que?

    1) Para a sua produção é preciso muita energia no processo produtivo das células, e ninguém computa isto.

    2) No transporte de energia se tem geração em baixa tensão e para se conseguir uma potência alta eu preciso de centenas de células, interconectando estas células eu preciso de muitos fios com pequena perda, ou seja fios de cobre com bitola grande (mais energia e o cobre está escasso), ninguém computa isto.

    3) Além de tudo para estocar energia é necessário baterias, e estas são de chumbo, cadmio ou outros metais pesados, isto tudo é fonte de poluição, mas ninguém computa isto.

    Resumo: Os painéis são a ponta do Iceberg o resto está debaixo d’água e todos escondem.

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  2. Querem desovar essa porcarias de eolica e solar ai no RS…o povo nao entende que isso e’ caro e nao muda em nada a conta no fim do mes…..so’ ai mesmo que querem essas geradoras, nao funcionou na espanha, entao vamos manda-las para aonde e’ FASHION esse tipo de coisa. Vai ver la em RJ e SP, la eles vao de nuclear.

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  3. Mas rogério, acho que o argumento nunca foi que a foto-voltaica é a melhor economicamente, é mais uma questão de impacto ambiental. Aparemente não enxergam o tipo de impacto que estes outros meios tem. Mas eu concordo, é burrice não usarmos mais hidrelétricas.

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  4. Rafael
    Energia solar tem vários problemas:

    Primeiro: O custo dos painéis e não só isto, o custo da rede de captação e toda a transformação para coloca-lo na rede de distribuição. Como cada painel gera pouca energia são necessárias extensas redes de baixa tensão (logo com consumo de cobre alto) para captar toda esta enegia.

    Segundo: Como bem dizes, no RS utilizar painéis para captar energia solar é por dinheiro fora, temos que descontar o período das 17h as 8h porque a radiação solar não e sufciente e além disto tem todo o período chuvoso.

    Terceiro: Para armazenar a energia o que se faz? Geralmente se utiliza baterias (caras e poluidoras com uma vida útil pequena), é só lembrar das baterias de carro que duram em média três ou quatro anos ou as de celular ou lap-top, que aí são piores.

    Quarto: Há todo o custo ambiental na fabricação dos painéis, redes de energia elétrica e baterias que não é computado no cálculo (e não é pequeno).

    Em resumo, com o pouco dinheiro que o estado dispõe QUALQUER coisa investida em algo que a priori se sabe que não vai dar certo, é um CRIME.

    A CEEE poderia investir este dinheiro nas redes que estão caindo aos pedaços ou em tecnologia para se antecipar as falhas, até parece que está sobrando dinheiro.

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  5. Rogério, concordo em quase tudo… só acho que a região nordeste do país poderia receber algo do tipo.
    O RS não é um estado adequado para uma usina desse tipo.
    Os lugares preferidos para instalar uma usina solar são regiões desérticas ou ensolaradas.
    Vai sair caro cada MW gerado e quem vai pagar o custo somos nós!

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  6. Que legal! Já temos uma das contas de luz mais caras do mundo… e agora querem deixar ela ainda mais cara adotando a forma de produção de energia mais cara e ineficiente que existe: a solar.
    Sem contar que o painel preto transforma 90% da radiação em calor (que de outra forma seria refletido), colaborando para o aquecimento global.

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  7. Vamos zerar os impostos e quebrar o monopólio da energia no Brasil

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  8. O custo da geração foto-voltaica é 4 a 5 vezes superior a hidrelétrica, sem contar com o armazenamento, se a eólica já é cara imaginem a foto-voltaica. este dado pode ser levantado no seguinte trabalho: Special Report Renewable Energy Sources – Summary for Policy Makers
    do IPCC.
    Em 2008 a energia foto-voltaica correspondia a 0,2% da geração mundial, por isto as taxas de crescimento são enormes.
    Na Europa há um total esgotamento de outras fontes logo se justifica, no Brasil não.

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