Chegam 50 pilares do aeromóvel

Chegam hoje, às 10h, os primeiros pilares da via elevada do Aeromóvel, que fará a ligação entre a Estação Aeroporto da Trensurb e o Terminal 1 do Salgado Filho. Na ocasião, estarão presentes no canteiro de obras os membros da diretoria da Trensurb. Dos 50 pilares que darão sustentação aos 998 metros do elevado, 44 já estão prontos.

Entre os dias 27 e 30 de junho inicia a marcação da obra e da conferência de interferências, etapas preliminares ao estaqueamento, que deve começar em 15 dias. O canteiro está localizado na av. Severo Dullius.

A empresa responsável pela construção da via é a Premold Ltda., com sede em Sapucaia do Sul. A estimativa é que 120 empregados se envolvam nas obras, correspondendo à geração de 250 empregos indiretos. O prazo para a conclusão da via elevada é o fim deste ano. A meta é que as primeiras operações assistidas ocorram em janeiro de 2012.

Correio do Povo



Categorias:Aeromóvel, aeroportos brasileiros

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15 respostas

  1. Levaram 30 ANOS para construir uma linha de verdade além daquele brinquedinho na frente do Gazometro, fala sério, em Rwanda seria mais rápido.

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  2. Acho que poderiam ter feito uma linha de aeromóvel do Mercado Público até o estádio Beira-rio, onde serão os jogos da Copa, passando pelo Cais da Mauá e pela orla do Guaíba. Daria uma bela mudada na imagem da cidade.

    Quanto custaria esses 6 km de aeromóvel? Quem sabe o custo pudesse ser bancado pela iniciativa privada com subsídio e financiamento do Poder Público. Poderia ser incluído, como benefício do investidor, o direito de construir um hotel no terreno público ao lado Beira-rio, ou no terreno da FASE, ou na Av, Mauá; também uma marina, ao lado do anfiteatro pôr-do-sol, etc.

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    • O custo do aeromóvel é 30 milhões / km. Isso antes. Sem falar nos “aditivos”..aqueles aditivos que costumam encarecer em 100, 200% as obras e que entrarão como gastos sigilosos na Copa.

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      • Sim, mas os aditivos contratuais, desse tipo, só existem basicamente em obras públicas, por isso nem defendi um investimento público, mas privada, com contrapartidas públicas.

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    • Concordo, Julião!

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  3. “correspondendo à geração de 250 empregos indiretos.”

    Estes cálculos são sempre uma picaretagem. Como se estes 250 não estivessem trabalhando em outra coisa se não houvesse esta obra!
    Investimento estatal não “gera” emprego, somente desloca mão de obra!!

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    • Qualquer novo investimento gerá empregos, isso é indiscutível.

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      • Frédéric Bastiat ensina que em economia, devemos avaliar os resultados sempre considerando o que se vê, e o que não se vê.

        Este dinheiro que o governo está gastando para fazer estas obras e “gerar” estes empregos é o que se vê. O que não se vê é que caso este dinheiro não tivesse sido tirado da sociedade, esta iria gasta-lo com ipods, chocolate, leite, pedágio, cinema, TV… gerando empregos nestes setores da economia. Mesmo que as pessoas resolvessem fazer poupança, este dinheiro teria sido usado para fazer empréstimos a alguém que também iria gastá-lo.

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        • Mas esse dinheiro vai ser retirado da sociedade de qualquer forma, então melhor que ele volte em investimentos num serviço público do que vire mais um benefícios para os magistrados (a propósito do pagamento de auxílio alimentação para os pobres juizinhos brasileiros)

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          • Concordo, não estou discutindo aqui os méritos. Investimento em infraestrutura é um dos melhores que se pode fazer na esfera pública (desde que não seja algo extremamente supérfluo e caro como um trêm bala).

            Só não concordo em afirmarem que se “gerou” novos empregos pois está tecnicamente errado e faz parecer que é uma benece maior do que ela realmente é.

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    • Oi! Keynes ligou, quer falar contigo sobre uma tal de demanda agregada e um tal de desemprego involuntário.

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    • Oi, Hayk respondeu. Dinheiro tirado da iniciativa privada para ser gasto na iniciativa pública não trás ganhos no médio/longo prazo em empregos.

      Os empregos agora “criados”, foram apenas tirados de quem precisou pagar por seus impostos. Simples assim!

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      • Ok, chegamos num ponto normativo então.

        O ponto de Hayek é que a iniciativa privada é mais eficiente na realização de seus empreendimentos do que o poder público. Eu não discordo disso. Mas ocorre que existem algumas áreas de investimento que simplesmente não são atrativas para o empresário privado, seja por haver risco elevado ou o retorno ser muito demorado (pense metrô), baixo (pense ruas na cidade) ou difuso (pense escolas). Quando o poder público faz investimentos desse tipo (e eles dão certo), a economia foi para um ponto mais eficiente, uma vez que ninguém mais além do governo os faria.

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  4. Que ironia do destino, hein. Quem em sã consciência diria que os 900 metros do aeromóvel seria a maior obra de infra-estrutura para a Copa. Esse é o nosso tamnanho.

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